Parabéns a todos os envolvidos. Tenham vergonha na puta da cara.
Não existiu qualquer ambição ou vontade de ficar em primeiro lugar. Atitude inarrável.
Que vergonha do caralho.
Se perdermos 10 minutos em todos os livres indiretos e aplicarmos super zoom, super slow motion e o angulo certo conseguimos sempre arranjar um "penalty".
Garanto-vos que conseguimos.
Isto não é futebol e nem é para isto que o VAR foi criado.
Vamos para o Mundial: CR7 vai ser titular, vamos ter de jogar lento, a encostar os adversários à área para o jogo direto, com menos um a trabalhar na pressão, a tentar sacar penalties para os recordes, livres diretos para as couves e pronto.
Mais uma geração de ouro arrebentada pela gratidão.
A Esquerda portuguesa anda ressabiada de tal forma que até precisam de inventar escândalos. Fazem as pessoas de parvas.
Hoje foi o “a Direita quer acabar com o direito de uma grávida, que perdeu o filho, a faltar ao trabalho para fazer o luto”.
Quando aquilo que o governo fez foi revogar o mecanismo e acumular essa responsabilidade a outro já existente: a licença por interrupção da gravidez.
O Direito continua protegido. A diferença é que agora é menos uma teia burocrática.
Para além disso, a trabalhadora passa a ter o direito a uma licença de 14 a 30 dias, ao invés dos atuais 3 dias. O outro progenitor passa a poder gozar de 15 dias, ao invés dos atuais 3.
Há críticas legitimas a este governo, mas deixem de fazer as pessoas de parvas.
A dupla João Neves/Vitinha jogou um total de 0 minutos junta no meio-campo nesta final four da Nations League.
Ganharam a Champions League há uma semana.
Abdicas do que te dá o João Neves pressionando por dentro e o restringes dentro dum contexto defensivo que não lhe é em nada favorável. Nico Williams aproveita.
Ótima explicação de Sérgio Sousa Pinto do que é o socialismo de miséria que aniquila a economia.🥸
Sim, o socialismo precisa de evoluir em Portugal, quiçá, eventualmente, mudar de nome...
O melhor jogador português da atualidade não merece a titularidade numa meia final duma competição continental. A contrario, há quem mereça a confiança absoluta independentemente da capacidade competitiva.