🚨OPINIÃO- Segundo Daniella, o PT produziu abismo de desigualdade:
"O PT, dos dezoito anos que governou, perpetuou as pessoas na pobreza para se perpetuar no poder", diz ela.
Je veux présenter mes excuses, au nom des Français, pour avoir enfanté la French Theory (qui a enfanté la pire des merdes idéologiques : le wokisme).
Nous avons donné au monde Descartes, Pascal, Tocqueville. Et puis, dans les ruines intellectuelles de l'après-68, nous avons donné Foucault, Derrida, Deleuze. Trois hommes brillants qui ont fabriqué, dans l'élégance de notre langue, l'arme idéologique qui paralyse aujourd'hui l'Occident.
Il faut comprendre ce qu'ils ont fait. Foucault a enseigné que la vérité n'existe pas, qu'il n'y a que des rapports de pouvoir déguisés en savoir. Que la science, la raison, la justice, l'institution médicale, l'école, la prison, la sexualité, tout n'est qu'une mise en scène de la domination. Derrida a enseigné que les textes n'ont pas de sens stable, que tout signifiant glisse, que toute lecture est une trahison, que l'auteur est mort et que le lecteur règne. Deleuze a enseigné qu'il fallait préférer le rhizome à l'arbre, le nomade au sédentaire, le désir à la loi, le devenir à l'être, la différence à l'identité.
Pris isolément, ce sont des thèses discutables. Combinées, exportées, vulgarisées, elles forment un système. Et ce système est un poison.
Car voici ce qui s'est passé. Ces textes, illisibles en France, ont traversé l'Atlantique. Les départements de Yale, de Berkeley, de Columbia les ont absorbés dans les années 80. Ils y ont trouvé un terreau qui n'existait pas chez nous : le puritanisme américain, sa culpabilité raciale, son obsession identitaire. La French Theory s'est mariée à ce substrat, et l'enfant de ce mariage s'appelle le wokisme.
Judith Butler lit Foucault et invente le genre performatif. Edward Said lit Foucault et invente le post-colonialisme académique. Kimberlé Crenshaw hérite du cadre et invente l'intersectionnalité. À chaque étape, la matrice est française : il n'y a pas de vérité, il n'y a que du pouvoir, donc toute hiérarchie est suspecte, toute institution est oppressive, toute norme est violence, toute identité est construite donc négociable, toute majorité est coupable.
Voilà comment trois philosophes parisiens, qui n'ont probablement jamais imaginé leurs conséquences pratiques, ont fourni le logiciel d'exploitation à une génération entière d'activistes, de bureaucrates universitaires, de DRH, de journalistes, de législateurs. Voilà comment on a obtenu une civilisation qui ne sait plus dire si une femme est une femme, si sa propre histoire mérite d'être défendue, si le mérite existe, si la vérité se distingue de l'opinion.
C'est de la merde pour une raison simple, et il faut la dire calmement. Une civilisation se tient debout sur trois piliers : la croyance qu'il existe une vérité accessible à la raison, la croyance qu'il existe un bien distinct du mal, la croyance qu'il existe un héritage à transmettre. La French Theory a entrepris de dynamiter les trois. Pas par méchanceté. Par jeu intellectuel, par fascination du soupçon, par haine de la bourgeoisie qui les avait nourris. Mais le résultat est là. Une génération entière a appris à déconstruire et n'a jamais appris à construire. Une génération entière sait soupçonner et ne sait plus admirer. Une génération entière voit le pouvoir partout et la beauté nulle part.
Je m'excuse parce que nous, Français, avons une responsabilité particulière. C'est notre langue, nos universités, nos éditeurs, notre prestige qui ont donné à ce nihilisme son emballage chic. Sans la légitimité de la Sorbonne et de Vincennes, ces idées n'auraient jamais traversé l'océan. Nous avons exporté le doute comme d'autres exportent des armes.
Ce qui se construit maintenant, en silicon valley, dans les labos d'IA, dans les startups, dans les ateliers, dans tous les lieux où des gens fabriquent encore des choses au lieu de les déconstruire, c'est la réponse. Une civilisation se reconstruit par les bâtisseurs, pas par les commentateurs. Par ceux qui croient que la vérité existe et qu'elle vaut qu'on s'y consacre. Par ceux qui assument une hiérarchie du beau, du vrai, du bon, et qui n'ont pas honte de la transmettre.
Alors pardon. Et au travail.
EFEITO STREISAND
O governo Lula está abusando da AGU para ameaçar processo e expedir ordens para remover posts que mostravam o print abaixo.
Responda compartilhando este post para mais gente ficar sabendo que, no mês de novembro do ano de dois mil e vinte e quatro de Jesus Cristo, uma senadora protocolou um projeto (n.º 4.224/2024) para CRIMINALIZAR, com até 5 anos de prisão, cidadãos brasileiros que usassem sua livre expressão para mencionar informações VERDADEIRAS que fossem do desagrado das autoridades por reforçar "estereótipos" sobre o "gênero feminino".
(Basicamente criminalizando várias áreas da ciência no Brasil, o que não é surpresa, porque o wokismo é obscurantista e anticiência. E a ciência teimosamente mostra que estereótipos geralmente são precisos. Ou seja, a maior parte da ciência que pesquisasse diferenças de gênero seria censurada.)
Que o mundo fique também sabendo que, em março do ano de dois mil e vinte três de Jesus Cristo, a mesma senadora protocolou um projeto AINDA mais amplo (n.º 896/2023), conhecido como "PL da Misoginia", que queria criminalizar o ato extremamente vago de "praticar o preconceito em razão de misoginia".
Repare que esse projeto é, no mínimo, tão censor quanto o outro, porque tudo que aquele dispositivo criminalizava pode estar contido aqui também.
Se você compartilhar um fato científico verdadeiro que reforce estereótipos de gênero, uma autoridade pode afirmar que você, ao fazer isso, estava "praticando um preconceito" contra mulheres que você tinha na cabeça, e aí seria crime. E, se fosse praticado na internet, a punição seria de... adivinha? Reclusão de 2 a 5 anos. Exatamente a mesma que no projeto 4.224/2024!
Mas o governo Lula jura que os projetos são muito diferentes.
Pasmem: esse projeto absurdamente censor foi aprovado no Senado por UNANIMIDADE, inclusive com o apoio da direita. Isso se deu apesar de intensa mobilização popular contrária, da qual os próprios senadores se queixaram.
E o incômodo chegou ao governo Lula, que está tentando interferir no debate legislativo expedindo notificação extrajudicial ordenando que as plataformas removam conteúdo contrário, por alegação de desinformação.
Alguém tem notícia da estrutura do Estado ser usada para censurar "desinformação" A FAVOR do projeto de censura? Claro que não. E essa desinformação é MUITA e muito mais poderosa, a começar pela mentira fundamental de que a sociedade é fundamentalmente misógina. A ciência (aquela de que eles não gostam e querem censurar) aponta o contrário.
Todas as forças estão contra o povo brasileiro: como se não bastasse existir consenso pluripartidário pela censura (esquerda e direita, com voto favorável até do candidato da oposição); como se não bastasse o setor de Comunicação do Senado ter sido aparelhado para fazer propaganda a favor do projeto de censura; ainda por cima, agora a estrutura do Executivo federal está sendo aparelhada para censurar conteúdo contrário ao projeto.
Todas as estruturas organizadas estão contra você, então só sobra a sua voz: não se cale, não se intimide, e COMPARTILHE essas informações, para que o mundo inteiro saiba do regime de censura woke-talibã que estão tentando construir no Brasil!
Compartilhe!
(E dê força na @FSU_BR, que tem sido uma força institucional agregadora da oposição ao projeto, tendo sido responsável inclusive por virar a enquete popular contra o projeto.)
MELHOR VÍDEO DO ANO
Um raro momento de verdade na ONU, proferido pelo corajoso dissidente kuwaitiano Jasem Aljuraid, a convite da UN Watch:
Senhor Presidente,
Ouvi o termo "colonizadores". Mas quem são os verdadeiros colonizadores? Um reino judeu governou a Judeia por mil anos. Nós, os árabes, tomamos esta terra.
Quem arabizou egípcios, fenícios, persas e berberes? Fomos nós, os árabes.
Então, por que o Conselho consagra uma mentira ao manter um item permanente na agenda sobre a Palestina, enquanto ignora o coração indígena de Israel retornando para casa?
Sejamos claros sobre quem realmente defende nossa soberania. Hoje, Israel luta por nações pacíficas, libertando Gaza do Hamas e salvando iranianos da República Islâmica.
O que Israel está fazendo com a Guarda Revolucionária Islâmica — impedindo um regime genocida de adquirir armas nucleares — é um presente para a humanidade.
Existem 57 países islâmicos e apenas um Estado judeu, Israel. Apesar do desejo odioso e contínuo de eliminá-lo, Israel não só sobreviveu, como prosperou.
Não acredito em milagres, mas este é um.
Portanto, pergunto à ONU: quando vocês vão acabar com o ritual de condenar Israel?
Não está na hora de aprendermos com Israel? Como derrotar o terror, defender sociedades livres e buscar a paz?
Obrigado.
(UN Watch)
Um VENEZUELANO confrontou um bando de canalhas comunistas que protestavam em defesa de NICOLÁS MADURO na SUÍÇA!
Sim, na SUÍÇA! Gente que nunca pisou na Venezuela defendendo o ditador sanguinário!
Só esquerdista canalha que nunca viveu esse horror está defendendo MADURO!
Giuliani: "We've failed for decades to see the holy war waged against us. We've been fed deliberate propaganda and idiocy about Islam.
The book Mamdani put his hand on calls for war 117 times as well as the beating, stoning, and subjugation of women"
CARTA ABERTA AOS CONGRESSISTAS DO BRASIL
Senhores deputados, senhoras deputadas, senadores e senadoras,
Hoje muitos de vocês amanheceram “indignados” com a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Publicaram notas, vídeos, discursos inflamados.
Mas permitam-me dizer, com todo respeito e a firmeza que o momento exige:
essa indignação chega tarde — e chega carregada de contradição.
Porque esta situação não começou hoje.
Não começou com uma decisão judicial.
Não começou com um mandado de busca ou uma manchete.
Ela começou quando milhares de famílias brasileiras foram destruídas durante quase três anos, e vocês, em sua maioria, viraram o rosto.
Começou quando policiais militares foram acusados injustamente, tratados como criminosos, expostos, abandonados — e o Congresso permaneceu mudo.
Começou quando o tema da Anistia, que poderia ter pacificado o país, foi engavetado, ignorado, adiado, tratado como assunto “incômodo”.
E começou, sobretudo, quando muitos de vocês acharam que “não era com vocês”.
Pois agora é.
E não adianta se fingir surpreso.
Jair Bolsonaro não representa apenas um homem.
Representa uma parcela enorme do Brasil que despertou, que entende que valores espirituais, morais, familiares e patrióticos são maiores do que qualquer projeto de poder implantado nas últimas duas décadas.
Ele se tornou símbolo de resistência, de fé, de coragem, de esperança.
E, gostem ou não, ele é referência para milhões que acreditam na liberdade e no Estado de Direito.
E agora?
Vamos continuar assistindo, passivamente, enquanto um a um são silenciados, perseguidos, presos?
Vamos continuar fingindo que a destruição de vidas e reputações não está acontecendo diante dos nossos olhos?
Vamos continuar vendo inocentes pagando por crimes jamais cometidos enquanto os verdadeiros responsáveis seguem intocados?
É preciso dizer com todas as letras:
a omissão e covardia de grande parte deste Congresso abriu caminho para chegarmos até aqui.
O silêncio de vocês tornou possível o avanço de arbitrariedades que hoje alcançam, finalmente, o homem que representava toda uma esperança nacional.
O Brasil não precisa de posts emocionados, frases de efeito ou discursos indignados no dia seguinte.
O Brasil precisa de coragem.
De votos.
De ação legislativa.
De posicionamento real — não de narrativa.
Por isso, deixo este apelo direto e urgente:
levantem-se.
Cumpram o papel que o povo brasileiro lhes confiou.
Pautem e votem a Anistia.
Façam o que deveria ter sido feito desde o início.
Corrijam o rumo enquanto ainda há tempo.
Porque amanhã pode ser outro.
E depois outro.
Até que não sobre voz alguma para se levantar contra essas arbitrariedades.
O Brasil está vendo.
O Brasil está registrando.
E o Brasil não vai esquecer.
Com firmeza, esperança e compromisso com a verdade,
Mariana Naime
CHOCANTE: Ensinando o ódio desde a infância nos EUA!
Imagens gravadas no Centro Islâmico da Sociedade Muçulmana Americana (MAS Philly), em Filadélfia, mostram crianças vestidas como terroristas, recitando frases como:
“Sacrificaremos nossos corpos sem hesitar. Cortaremos suas cabeças.”
O vídeo foi publicado na própria página oficial do centro no Facebook, durante a celebração do chamado “Dia da Ummah” e revela o que está sendo incutido em crianças pequenas e impressionáveis em pleno território americano.
“Islã: A religião da paz.”
Quando o ódio é ensinado como virtude, a violência se torna destino.
@canarymission
Benedita da Silva MENTIU quando afirmou que, durante os 9 meses como governadora do Rio, prendeu vários bandidos sem dar um único tiro. Na verdade, seu governo atingiu o PIOR índice de letalidade policial da história do estado. Agora a Bahia tem a polícia que mais mata, mas os deputados da esquerda não pedem a cassação nem a prisão do governador Jerônimo Rodrigues( PT ) Por quê?