Sabemos muito pouco sobre a desigualdade de riqueza no Brasil. Neste paper, investigamos as estimativas disponíveis (construídas a partir de inventários post mortem, dados tributários, censos e recenseamentos) sobre a concentração de riqueza no país desde o período colonial +
What can be said about the levels and historical trajectory of wealth inequality in Brazil, one of the world’s most unequal countries?
Read our latest working paper by @FandinoPed, Celia Kerstenetzky and Tais Simões 👇
https://t.co/bAkILAnyL3
📢 For those working with Brazilian Census data, some good news: the R package censobr has been updated. Version v1.0.0 is now available on CRAN.
https://t.co/RvNdsXQRxo
This release includes:
1/ 📢Our new paper “Tax Progressivity & Inequality in Brazil: Evidence from Integrated Administrative Data” is now public! We reveal new data on income concentration & the first estimate of effective tax rates paid by Brazil’s super-rich. #Inequality#TaxPolicy
Enquanto o Twitter estava de castigo, o @valoreconomico publicou essa matéria com alguns pontos de nossa pesquisa sobre desigualdade de riqueza: https://t.co/DG4q7YrarW
O generalizado aumento da desigualdade salarial em países desenvolvidos (e a persistência de níveis extremos em países como o Brasil) compele o pensamento econômico hegemônico a reconsiderar compreensões estreitas de determinantes notadamente complexos (7/7).
Muitas são as implicações: as equações de rendimento neoclássicas (baseadas nesse entendimento) estão entre os modelos empíricos mais reproduzidos em toda a economia. O mainstream econômico tem grande influência sobre discursos políticos e a formulação de políticas públicas (5/7)
Persistentes desigualdades são legitimadas por narrativas meritocráticas. A compreensão da desigualdade salarial que se tornou dominante na economia tem certamente contribuído para a construção e preservação dessas narrativas (6/7)
Concluo que a atomização da desigualdade salarial, estranha a pensadores clássicos, permaneceu incipiente na economia ortodoxa até meados do século XX. Examino o processo que levou esse entendimento a tornar-se hegemônico e elenco fatores responsáveis por sua consolidação (4/7)
Neste novo paper, que acaba de sair do forno, investigo as origens e a consolidação do entendimento hegemônico da desigualdade salarial em estudos econômicos – que se baseia em um agente insulado, destituído de relações sociais https://t.co/QCzkX2ss2P (1/7)
O objetivo do artigo é compreender as origens e consolidação desse entendimento: quando, como e por quais razões a economia apartou a sociedade da compreensão da desigualdade salarial? Revisito o pensamento de autores da escola clássica e de precursores da teoria neoclássica(3/7)
Para a economia neoclássica, os salários dos indivíduos, sob as forças de mercado, dependeriam de suas escolhas (de investimento em capital humano) e da resultante distribuição de suas características produtivas. Fatores sociais, alheios a essas escolhas, são negligenciados (2/7)
O crescimento econômico pode ser acompanhado por aumento ou redução da desigualdade. Tudo depende dos grupos que mais bem dele se beneficiam. Discussão (trivial?) presente no BR há muito tempo. Boa matéria da @pb_revista, que conta com algumas aspas minhas https://t.co/5iSoh7FeYn
Sabemos muito pouco sobre a desigualdade de riqueza no Brasil. Neste paper, investigamos as estimativas disponíveis (construídas a partir de inventários post mortem, dados tributários, censos e recenseamentos) sobre a concentração de riqueza no país desde o período colonial +
What can be said about the levels and historical trajectory of wealth inequality in Brazil, one of the world’s most unequal countries?
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Neste perfil, passarei a divulgar pesquisas sobre desigualdade e pobreza desenvolvidas por mim e por outros pesquisadores da UFRJ e da UFF que integram o @CEDE_grupo
3) não encontramos qualquer período de redução sustentada da desigualdade de riqueza no Brasil, a despeito de profunda transformação na composição dos ativos; 4) todas as estimativas disponíveis possuem limitações significativas +
A disponibilidade de dados públicos adequados, junto ao aperfeiçoamento de procedimentos já utilizados, é indispensável para o desenvolvimento da literatura sobre a desigualdade de riqueza no Brasil ― o primeiro passo para um efetivo engajamento público com a questão. +
Principais conclusões: 1) a concentração de riqueza apresenta níveis extremos, independentemente das fontes e métodos utilizados para construir as estimativas; 2) há dois momentos de possível aumento da desigualdade: ao longo do século XIX e nas primeiras décadas do século XXI; +