@PortalMigalhas É difícil fazer a segregação quando se analisa os fatos, dando margem para decisões que podem soar arbitrárias. É necessária, de fato, a diferenciação. E o que há de gestor incompetente, alguns eleitos com a força política dessas emendas Pix, mas sem nenhum preparo técnico.
@swgobetti1 Essa informação é muito relevante. Tem muito "tributarista" e professor de cursos repetindo, por má fé ou por desconhecimento, que será a maior alíquota de IVA do mundo, mas esquece o peso de sempre de alguns dos setores com seus lobbies. Resultado foi esse aí, alíquota de 28%.
É verdade que teremos o maior IVA do mundo? Não, em carga tributária (%PIB) não será o maior, e em alíquota de referência também não será, pois a alíquota travestida do atual ICMS+PIS/COFINS (34%) já supera em muito os 28% projetados com o futuro CBS/IBS. Quer entender como?(+)
@swgobetti1 Essa imagem diz muita coisa, muito mais que muito conteúdo divulgado por aí, inclusive por supostos acadêmicos e por bons profissionais que se deixam levar pelas informações mais fáceis e mais rasas.
Se Moro é grande juiz, prefiro ser um zé ninguém. Não grampeei, não vazei prova, não fui suspeito, não abandonei a carreira para servir a um político condenado. O que mantém a magistratura de pé são os zé ninguéns, que não usam o cargo público para prestígio pessoal.
Há muitos erros de direito internacional, minha área de expertise, no artigo do meu colega de Folha Joel Pinheiro @JoelPinheiro85. Não dedicarei um texto para rebater, mas seria interessante destacar alguns deles:
1. o texto pergunta no 1o primeiro parágrafo “será que o Direito internacional deve ser sempre tratado como absoluto?”. Bem, poucas normas de DIP são absolutas, na verdade. Jus cogens - normas em tese aceitas por toda comunidade internacional, p.ex.
combate ao genocidio - e direitos não-derrogáveis (p.ex. tortura) são. Soberania e integridade territorial, quem diria, é jus cogens.
2. também no 1o parágrafo, o texto usa o termo “genocidio” para se referir a Venezuela. Bem, genocidio eh um termo técnico e nenhum expert qualifica a deterioração de direitos humanos na Venezuela desta forma. E mesmo se fosse combater crimes internacionais a justificativa dos EUA (não é), poderíamos lembrar do longo debate sobre intervenção humanitária que, para a maioria, deveria passar pelo UNSC de todo modo.
3. mais para frente, o texto fala em “capturar um traficante” como justificativa. Aí - já que estamos falando de DIP - seria legal olhar par questões como possibilidade de extradição, imunidade de chefes de estado e etc.
https://t.co/oCYEVfvrt0
@nostalgia5stars Se o intuito for falar de arbitragem e envolver o Vasco da Gama, poderia fazer um post sobre 2012 com aquela arbitragem escandalosa contra o time da Gávea e que nos tomou o título em disputa com o Corinthians.
@MarcosGomesMa14@nostalgia5stars Gol do Vasco contra o São Paulo, em 1989, foi do Sorato, mas não foi de pênalti. Pelo contrário, foi uma jogada super bem trabalhada entre Mazinho, Marco Antônio Boiadeiro e que terminou com o cruzamento do Winck para o Sorato.
@swgobetti1 E do estudo brasileiro do IPEA, você teria o link, por favor? Aliás, leio sempre o seu conteúdo quando o algoritmo do @X me entrega. É muito da percepção que tenho, mas suas postagens trazem as fundamentações e confrontam algumas matérias jornalísticas e o senso comum. Parabéns!
@jpcharleaux Agora os americanos têm a possibilidade de experimentar a complexidade de um sistema Tributário como é o atual vivido por nós brasileiros, mas que a reforma tributária há de melhorar o que já foi denominado de Carnaval Tributário por Augusto Becker.
Lula explica a situação e ainda assim tem quem duvide. Mas é sempre assim quando uma mulher se manifesta dentro do nosso machismo estrutural. Me admira as próprias jornalistas engrossarem esse coro.
Enquanto os brasileiros apontam nas pesquisas que os principais problemas do País são a inflação, saúde, segurança e miséria, a pauta prioritária de grande parte dos deputados é anistiar criminosos - gente que tramou golpe de Estado, planejou assassinatos, agrediu policiais e destruiu patrimônio público.
Os 262 deputados signatários do pedido de urgência para pautar o projeto que anistia praticamente todos os envolvidos nesses atos são irresponsáveis que agem por submissão aos golpistas, por cumplicidade ou para chantagear o Executivo.
É bom divulgarmos o nome de todos para que, em 2026, não sejam reeleitos e constatem que o cálculo eleitoral que fizeram deu errado.
@Einghentor@Pr_AlexandreGon Onde são essas leves, por gentileza? Sou católico, mas respeito e gosto de ouvir pessoas bacanas que professam a sua fé diferente da minha, que falam com propriedade de Deus e ajudam a tornar a vida menos densa.
O Brasil de 2018 pra cá é um Brasil onde um cidadão ou uma instituição não pode simplesmente ajudar o próximo.
Precisa ajudar o próximo enquanto se defende de calúnias, injúrias e difamações de quem quer se promover ou eleger às custas da dor do próximo.
Que gente miserável!