Com o Lula, o Brasil está contra elas. Nós vamos mudar isso: a partir de 2027 as mulheres brasileiras vão voltar a viver sem medo. Vem com fé que o Brasil tem futuro. Mas não tem mais tempo a perder.
Vim aos Estados Unidos, mais uma vez, fazer o trabalho que o Lula e o PT, o Partido do Tarifaço, decidiram não fazer. Vim para defender as empresas brasileiras, para defender a nossa economia e o nosso PIX.
No que depender de mim, não vai ter tarifa no Brasil!
#PTPartidoDoTarifaco
É inacreditável que Marina Silva tenha chance real de eleger-se senadora pelo meu Estado, São Paulo. Aqui ela nada significa e não é ninguém para a imensa maioria da população. Paulistas precisam pôr a mão na consciência e questionar se querem ser representados por uma pessoa que, além de não dizer coisa com coisa, é inimiga do progresso e da grandeza do Estado. Incrível como não há nada tão ruim que não posso piorar.
Descobri que o buraco do futebol brasileiro ainda é mais fundo.
Fernando José Macieira Sarney, filho do ex-presidente José Sarney é um dos vice-presidentes da CBF.
A Brazilian couple is now fighting to avoid prison after homeschooling their two daughters.
A court sentenced Audato and Ieda Denardi to 50 days behind bars, ruling they committed "intellectual neglect" by teaching their children outside a state-approved curriculum.
According to their legal team, the judge cited the family's failure to include lessons on gender, sex education, "tolerance and diversity," and even pointed to the girls' preference for religious and classical music over popular genres.
The parents say they began homeschooling during the COVID-19 pandemic after losing confidence in their daughters' schools.
They remain free while appealing what their attorneys believe is the first criminal prosecution of its kind in Brazil.
Um terremoto não é só geologia. É um teste. E ele revela o que o Estado construiu, ou destruiu, antes do chão tremer.
Na Venezuela, o socialismo chavista foi reprovado da pior forma possível.
Dois terremotos em 24 de junho mataram mais de 1.700 pessoas, e o número ainda sobe. Mais de 40 mil desaparecidos, presumidamente mortos... Mas a conta não é só da natureza.
Prédios da "Misión Vivienda", a vitrine social do regime, desabaram em La Guaira. No meio dos escombros, a AFP achou madeira e espuma de poliuretano onde devia haver concreto. O Colégio de Engenheiros já alertava havia anos.
O socialismo prometeu moradia ao pobre. Entregou o túmulo dele.
Enquanto o povo cavava com as próprias mãos, o regime militarizou o luto e exigiu salvo-conduto para entrar na zona do desastre. O Estado que rastreia o WhatsApp do opositor não achou uma rua livre para a ambulância.
E não dá para esquecer a digital da esquerda brasileira nessa história.
O Foro de São Paulo, fundado por Lula e Fidel, articulou o projeto. Em 2005, o próprio Lula se gabou de ter ajudado a "consolidar" o chavismo. Mais de R$ 10 bilhões do contribuinte brasileiro foram despejados na narcoditadura. E os marqueteiros do Descondenado confessaram, em delação, que parte do dinheiro das obras voltou para pagar a campanha de Maduro.
Pagamos para erguer o regime que hoje deixa o próprio povo debaixo dos escombros.
Desastres vão acontecer sempre. A pergunta é o que eles encontram quando chegam. País sério limita o dano. País destruído pelo totalitarismo transforma tragédia em massacre.
A natureza mata centenas. O socialismo transforma em milhares.
Escrevi sobre tudo isso em detalhe, com as fontes. O artigo completo sai ainda hoje no meu Substack (@leandroruschel). Link para inscrição nos comentários.
Contradição gritante: Dino põe Hang no inquérito da COVID, mesmo após ele doar R$ 1 milhão em oxigênio para salvar vidas em Manaus. Quem deixou o povo sem ar persegue quem comprou ar.🤡
Por que isso aqui teve quase nenhuma repercussão?
"Uma paralisação mobilizou cerca de 1.200 trabalhadores da fábrica da Midea em Pouso Alegre (MG) nesta terça-feira (23), após denúncia de agressão física contra um funcionário do setor de qualidade. Segundo o sindicato da categoria, o trabalhador teria sido atingido com socos nas costelas e por uma borracha de vedação, chamada de “gaxeta”, por um gerente estrangeiro.
A manifestação aconteceu na porta da unidade e foi marcada por indignação dos empregados. De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de Pouso Alegre, o episódio foi o estopim para a paralisação, que também denuncia casos de assédio moral e condições consideradas precárias.
"O que ocorreu aqui para a gente, ele supera a questão do assédio moral. Para nós do sindicato, o que aconteceu é uma lesão corporal, porque um trabalhador que saiu de casa de manhã para vir aqui para a empresa trabalhar, ganhar o seu pão de cada dia, foi covardemente chicoteado nas costas. Infelizmente, num período que é muito vergonhoso para a história do nosso Brasil, a gente sabe que os trabalhadores escravizados eram chicoteados para que eles produzissem, para que eles trabalhassem."