Não me surpreende ver homens e mulheres frustrados atacando uma mulher independente, que conquistou tudo com o próprio esforço e não depende de ninguém.
Quem recebe quase R$ 2 milhões por uma presença em evento ou um simples story já respondeu ao sucesso com resultados. As críticas de quem nunca construiu nada são apenas ruído.
Virginia, você é a maioral!
VIRGÍNIA O BRASIL TE ODEIA!
Só ela que não percebeu isso ainda
Tomou vaia no Carnaval. Tomou vaia no jogo da Seleção.
Vai tomar vaia nos EUA!
Qual será a próxima bolha?
Nem gosto da Virgínia, mas ver um estádio inteiro hostilizando uma mulher que colocou fim a um relacionamento por motivos aparentemente relacionados à traição é algo que merece reflexão.
Atitudes como essa ajudam a entender por que o machismo ainda é tão enraizado na nossa sociedade e por que o Brasil continua registrando índices alarmantes de violência contra a mulher.
Muda, Brasil!🗣️🇧🇷
#CopaDoMundo
Povo de São Paulo...tem que se fuder mesmo...uma vagabunda dessa Curupira não fez nada nem pelo Acre...aonde essa desgraça nasceu e vai fazer por São Paulo...tem que se fuder mesmo...
Fico muito feliz e grata com o apoio e carinho do povo paulista, refletidos na última pesquisa Vox Brasil divulgada neste sábado.
Muito obrigada pela confiança!
E a Galisteu que perdeu o sossego nas redes sociais e o respeito da classe trabalhadora porque não conseguiu controlar o dedo nervoso no Instagram? Um segundo de impulso e burrice que custou a admiração de boa parte do público.
Merece todo o apavoro que tá recebendo.
📝 Nota do Governo do Brasil
O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.
O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.
A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.
É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.
Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.
O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.
Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.
Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.
Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.
A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.
Véi, olha o livro de estante da desembargadora revoltada com a cotação do preço da Cocaína.
Observando o nível de quem realiza "o combate" ao PCC e o crescimento da facção durante os últimos anos, começo a entender o motivo dos acontecimentos...
Lula não é perfeito. Tem suas preferências pessoais, seus equívocos, seus preconceitos, como qq pessoa normal.
Mas é inquestionável que ele está em outra prateleira da política, muito distante de milícias, rachadinhas e lavagens de dinheiro.
Dito isso, é Lula de novo em 2026!