Passada a emergência mais grave, resta uma imensa tarefa por ser executada no Rio Grande do Sul. E, como infelizmente é quase natural, nossa grande mídia já está mudando de assunto e relegando a quase mais nada sua atenção ao problema que atingiu a todos no Estado, mas mais diretamente a 2 milhões de pessoas, das quais quase 300 mil pessoas tiveram que abandonar suas casas.
O respaldo dos prejuízos em estruturas púbicas ainda não tem um número definitivo, a julgar por tantas informações desencontradas acerca de quanto foi o prejuízo e de quanto custará a reconstrução de pontes, estradas, escolas, hospitais, creches, e tudo o mais em matéria de próprios públicos.
Quantas casas particulares foram destruídas ou gravemente deterioradas? Haverá ajuda para sua recuperação? Perde-se mais uma vez uma oportunidade de ouro de promovermos uma grande mudança política na abordagem deste tipo de problema e o que se vê, a cada dia, é a velha política repetir seus mesmos e malcheirosos erros.
O caso do arroz chega a ser chocante! Decidiu-se por importar do estrangeiro o arroz cujos preços estavam subindo em tempo coincidente com a tragédia gaúcha. Soube-se depois que 84% da safra gaúcha já tinha sido colhida e que outros produtos agrícolas também tinham subido por outras razões, tipo a batata que subiu 20% (mais do que o arroz).
Pois bem, no leilão para importar arroz, o governo Lula inacreditavelmente se caracterizou, de novo, por uma aparente e grossa falcatrua: empresas sem nenhuma experiência na área e sem nenhuma capacidade de cumprir o contrato receberiam adiantado do governo o dinheiro. E a única empresa com experiência na área pertencia a um filho do vice ministro encarregado de promover o malsinado leilão.
Pego em flagrante, o governo anula a operação e “aceita” a demissão do vice-ministro. Imaginem agora o noticiário da televisão num abrigo onde pessoas estão comendo comida estragada, ameaçadas de abuso e até de estupro, sem saberem o que vai ser de suas vidas, demonstrando que sua tragédia está servindo de caminhos para a ladroagem politica acontecer.
Candidatos do PT e do PL, os partidos de Lula e de Bolsonaro, foram pilhados pela Polícia Federal desviando donativos para as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul… Cidades provisórias ou não, brigam Lula e Eduardo Leite… Que vexame, cavalheiros!
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As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) 2024 estão abertas! Este é o momento para todos que desejam ingressar no ensino superior.
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Aproveitei o convite para participar da conferência municipal do PCdoB, para votar no Plebiscito Popular Contra a Privatização da SABESP, METRÔ e CPTM, alinhado a resolução do Congresso Estadual da REDE-SP! #privatizaçãonão
A REDE Sustentabilidade reitera seu compromisso com a universalização e aprimoramento dos serviços de saúde, enfatizando a importância da atenção básica como alicerce para uma sociedade mais saudável e equitativa.
Marina também comanda o IBAMA e ICMbio, órgãos que foram sucateados nos últimos anos, não apenas com falta de recursos materiais, mas com a desestruturação das carreiras e não realização de novos concursos, afim de proteger as pessoas, os animais e a natureza. #VemPraRede
Direto de Brasília com a Ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva. Em 2023 graças ao seu trabalho incansável, o Brasil conseguiu reduzir em 73% o desmatamento na Amazônia, além da reestruturação do próprio ministério. + 🧶
Fui surpreendida, junto a milhões de brasileiros, pela notícia de que o Ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, daria hoje uma coletiva de imprensa sobre o caso do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes.
O STF homologou a delação premiada de Ronnie Lessa, ex-policial militar acusado de ser o executor. Sem dúvida, esse é mais um passo importante na direção da conclusão do caso, pela qual lutamos e esperamos há 6 anos. Nós, familiares de Marielle e Anderson, não aguentamos mais a falta de respostas sobre quem mandou matar Marielle e nem promessas vazias sobre especulações de prazos que não se sustentam, só servem pra aumentar a nossa dor e a nossa ansiedade. Isso é desrespeitoso conosco, familiares e amigos que perdemos pessoas amadas e vivemos com a ausência de justiça.
O assassinato brutal da minha esposa é uma mácula na democracia brasileira e nos levou a questionar que tipo de democracia é essa na qual um grupo é autorizado a usar a violência e a morte como forma de fazer política. Democracia essa que precisa ter um compromisso intransigente com a verdade e a memória para fazer reparação. A impunidade não pode prevalecer. Precisamos, todos, de Justiça.
Mas esse pronunciamento do Ministro em nada colabora com a esperança, apenas aumenta as especulações e uma disputa de protagonismo político que não honram as duas pessoas assassinadas.
Transformar os fatos deste caso num espetáculo já virou prática corriqueira de diversos veículos de imprensa, contra a qual tenho lutado duramente.
O que me causou surpresa, realmente, foi ver um Ministro de Estado agir do mesmo modo, em especial, com o fechamento vazio de seu pronunciamento, ao dizer “brevemente pensamos que teremos resultados concretos”.
Queremos respostas concretas. Espero que a próxima coletiva convocada seja para fazer um pronunciamento de ordem concreta e realmente comprometida com a justiça.