Activist: "Wool is cruel. The sheep should be left alone."
Farmer: "Alone where?"
Activist: "In a sanctuary."
Farmer: "Doing what."
Activist: "Just being a sheep."
Farmer: "Sheep have been bred for ten thousand years to grow a fleece that doesn't stop. If I don't shear her, she overheats, gets fly strike, and dies in her own coat with maggots eating her from the skin down."
Activist: "Then breed sheep that don't grow wool."
Farmer: "We did. They're called mouflon. They live on cliffs in Sardinia and would last forty minutes on a Welsh hillside before something ate them."
Activist: "I just don't think we should use animals for clothing."
Farmer: "What's your jumper made of."
Activist: "...recycled polyester."
Farmer: "Plastic, then. Sheds microfibre into the washing machine every wash. The fibres go through the filter, into the river, into the fish, into you. When you're done with it, it sits in a landfill for four hundred years. My sheep's fleece composts in a hedge in eighteen months and grew back on her this spring."
Activist: "But the sheep didn't consent."
Farmer: "She was lying down with her eyes closed when I finished. She got up and went back to eating. I'd suggest you ask her how she feels, but she's busy, and I think she's already given her answer."
O filho da puta mais canalha possível vai dizer que você é esquisito e degenerado por gosta de jogos como dead or alive ou stellar blade enquanto da nota máxima nisso e fala que é arte.
DADOS SUMIRAM E NINGUÉM EXPLICA: O QUE ESTÁ ACONTECENDO?
O Brasil sempre foi aberto. O problema começa quando abertura vira frouxidão, frouxidão vira omissão e omissão vira convite! O islamismo não cresce no vazio. Cresce onde há rede, estrutura, financiamento e espaço institucional e São Paulo já é o principal polo dessa presença no país.
Agora o ponto que ninguém está discutindo: o último dado público detalhado do IBGE sobre muçulmanos ainda é o do Censo 2010. Sim, 2010.
Na época, o número saltou de 27 mil para mais de 35 mil pessoas. O Censo 2022 foi feito, os dados gerais saíram em 2025… mas esse recorte específico simplesmente não apareceu. Sumiu do debate público. Num país obcecado por dados, isso não é atraso, é silêncio.
E silêncio, em política, nunca é neutro. Enquanto isso, a realidade avança sem transparência, sem discussão e sem controle. O debate não é sobre fé privada. É sobre soberania, fronteira, assimilação e quem define as regras dentro do Brasil.
É por isso que o projeto do deputado Luiz Philippe @lpbragancabr ganha peso!
Não é sobre religião. É sobre deixar claro que nenhuma norma paralela pode se sobrepor à Constituição brasileira.
A pergunta é direta: por que os dados desapareceram… e quem ganha com isso?
@bralternativo_ Inglaterra e o perfeito exemplo do que acontece quando se permite livremente que essa gente faca tudo o que acham que tem direito. Muitos paises da europa estao se ferrando na verdade. Assassinatos, estupros, fazem questao de rezar nos lugares mais inconvenientes possiveis. Nojo.