“O réu [Jair Bolsonaro] está sendo acusado por um documento [minuta do golpe] , cujo teor exato não é conhecido, de origem incerta e apresentado em uma reunião da qual nem participou.”
- FUX, Luiz.
🚨URGENTE - População coloca fogo no parlamento do Nepal, após graves denúncias de corrupção e tentativas do governo comunista de impor a censura na Internet e nas redes sociais
@odanielscott Sou de Porto Alegre.
Desde 2009 trabalho com Cupcakes, Pirulitos de Alfajor e Mini Bolos personalizados com festas infantis e eventos empresariais.
Estamos passando por tempos muito difíceis !
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EDITORIAL: Aparelhamento desembestado – Profusão de indicações políticas confirma impetuosidade com que o lulopetismo se apropria do controle da União para fazer das estatais um patrimônio político-partidário (via @opiniao_estadao) > https://t.co/JTRRxqTJ0K
📷: Wilton Junior/Estadão
O governo brasileiro abandonou sua própria filha. Entregou Juliana aos cuidados de um governo padrasto, indiferente, negligente e cruel.
Ela não morreu na queda. Morreu na espera que nunca virou socorro.
Morreu no silêncio de quem tinha o dever de agir e não agiu.
O Brasil, que deveria ser seu lar, sua proteção, sua pátria, virou as costas.
Preferiu discursos, notas diplomáticas e protocolos vazios, enquanto uma brasileira agonizava sozinha, ferida, pedindo ajuda.
E é impossível não lembrar…
Quando um cavalo ficou ilhado na tragédia do Rio Grande do Sul, a primeira-dama correu. Foi até lá. Mobilizou recursos. Virou manchete, virou foto, virou comoção nacional. E estava certa: nenhuma vida merece ser esquecida.
Mas quando se tratava de uma brasileira, sozinha, perdida, ferida e pedindo ajuda…
Não houve viagem. Não houve mobilização. Não houve presença. Não houve sequer a dignidade de um esforço real. Deixaram-na aos cuidados de um padrasto estatal frio, distante, negligente.
Ela merecia mais. Merecia um país que estendesse a mão, que fizesse de tudo, que movesse céus, terras e mares.
Merecia ser tratada como filha.
Que o nome de Juliana ecoe.
E que jamais se esqueça: não foi acidente. Foi escolha. Foi descaso. Foi OMISSÃO.
O Brasil está assistindo a um dos maiores escândalos de fraudes da história. Milhões de aposentados foram vítimas de descontos ilegais, empréstimos consignados irregulares e de um esquema que desviou bilhões de reais. Diante disso, protocolamos na Câmara um pedido para criar a CPI do INSS, com o número de assinaturas exigido pela Constituição. Mesmo assim, o presidente da Câmara não instalou a CPI.
O que estamos enfrentando é um ato de omissão, de afronta à Constituição e de desrespeito à população brasileira, que exige e merece respostas.
Por isso, entrei hoje com um Mandado de Segurança no STF para a instalação imediata da CPI do INSS. Sim, ao STF. E caso neguem, não será surpresa pra ninguém, mas escancarará pra todo o Brasil que o STF EXPRESSAMENTE também não deseja a investigação do rombo do INSS.
Não podemos aceitar que o Congresso feche os olhos para um esquema criminoso que atacou diretamente quem mais precisa: aposentados, pensionistas e segurados do INSS. O que está em jogo aqui é o respeito à lei, às instituições e, principalmente, ao povo brasileiro. E não aceitarei que isso seja desrespeitado.
🚨VEJA - Deputada Júlia Zanatta diz que está lutando sozinha contra o DREX e pede que compartilhem este vídeo para que todos saibam a tragédia que está por vir
“O controle total. Apoie o meu projeto de lei que evita o fim do papel moeda!”