⚠️ INDÍCIOS DE IRREGULARIDADES NA SEGURANÇA DO CORINTHIANS
Apresento documentos que demonstram indícios graves:
- Um encarregado de segurança emitiu duas notas fiscais no mesmo mês de abril, cada uma de R$ 7.500,00, somando R$ 15.000,00, valor muito superior ao usual para esse cargo.
- Consta que ele exerce atividade armada sem a autorização da Polícia Federal e sem o curso de vigilante obrigatório pela legislação.
- Foi admitido na época pelo então diretor administrativo Fábio Soares, o que levanta suspeitas de atos irregulares e possível esquema de rateio de valores.
Essa documentação precisa ser encaminhada à Polícia Federal e à Polícia Militar para apuração. Cabe às autoridades investigar e confirmar a procedência dos fatos.
A gestão de Osmar Stabile é uma zona. Vinícius Hirota, gerente de esportes terrestres, trabalha no Corinthians e está fazendo publicação de contratação para o São Paulo?
Esses amigos do Okabe são lamentáveis.
ABSURDO SEM PRECEDENTES!
Comissão de Ética arquiva representação por falta de provas.
O Corinthians não pode continuar normalizando esse tipo de comportamento.
Um Presidente da Diretoria faz uma acusação gravíssima contra o Presidente do Conselho Deliberativo. Afirma que apresentará testemunhas. As imagens das câmeras são requisitadas oficialmente por duas vezes. No fim, as testemunhas não aparecem, as imagens não são entregues e o procedimento é arquivado por falta de provas.
E depois... nada acontece.
Se um Presidente do Corinthians pode fazer uma acusação dessa gravidade, mobilizar o clube, alimentar uma crise institucional e, ao final, ninguém responder por isso, qual é a mensagem que fica?
A de que qualquer dirigente pode acusar quem quiser, sem apresentar as provas prometidas, sem colaborar com a apuração e sem sofrer qualquer consequência.
Isso não é apenas um problema entre pessoas. É um problema institucional.
Os órgãos responsáveis do clube precisam agir com firmeza. Se não houver responsabilização quando alguém provoca uma crise dessa magnitude sem sustentar suas alegações, a cultura da impunidade continuará destruindo o clube por dentro.
Chega de transformar o Corinthians em palco de disputas pessoais. Quem acusa tem o dever de provar. Quem não prova deve responder pelos atos que praticou.
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Ou será que, desde o começo, tudo estava combinado entre os dois? Será que essa possibilidade pode ser simplesmente descartada?
#Corinthians #Vozdaarquibancadafc #Rolocompressor
"Se eu não der certo aqui, o Corinthians vira SAF e o Clube vai virar prédios de apartamentos."
— STABILE, Osmar.
Felizmente, a FAQ oficial da SAFiel está pública para quem prefere fatos a boatos.
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Sobre pegar tenis de corrida na hub
Ele fez esse experimento pegando um tenis barato e quase nao sentiu diferença, imagina só voces que tem acesso a batch boas
🚨⚖️ NOVA FRENTE
Corinthians é alvo de pedido de investigação no MPF por gestão financeira
Promotor pede apuração sobre indícios de irregularidades contábeis, relação com Timemania, Profut, Caixa e benefícios fiscais federais.
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💣 INTERVENÇÃO NO CORINTHIANS: CONSELHO TENTA ENTRAR NA AÇÃO, CLUBE REAGE E PEDE QUE JUSTIÇA BARRE PARTICIPAÇÃO DE ROMEU TUMA‼️
A ação de intervenção judicial movida por associados ligados ao coletivo Salvem o Corinthians ganhou um novo capítulo e reforça a expectativa de que o processo se aproxima de uma definição importante. Após o Conselho Deliberativo solicitar sua habilitação como terceiro interessado na ação, o próprio Sport Club Corinthians Paulista apresentou manifestação à Justiça pedindo que o requerimento seja rejeitado.
Na manifestação, o Conselho Deliberativo, representado por Romeu Tuma Júnior, sustenta que a ação pode afetar diretamente a estrutura de governança do clube, especialmente diante do pedido de afastamento de dirigentes e da possibilidade de nomeação de um interventor judicial. Segundo a petição, o Conselho possui interesse jurídico direto na causa por ser o órgão responsável pela fiscalização da Diretoria e pela preservação da estabilidade institucional do Corinthians. Também argumenta que Romeu Tuma Júnior precisa exercer seu direito ao contraditório e à ampla defesa diante dos pedidos formulados pelos autores da ação.
Já na manifestação apresentada pelo Corinthians, a posição é completamente oposta. O clube afirma que o Conselho Deliberativo não possui personalidade jurídica nem legitimidade para atuar em nome próprio no processo, sustentando que a representação judicial da entidade é atribuição exclusiva do presidente da Diretoria Executiva, conforme prevê o Estatuto Social.
Além disso, a defesa do Corinthians argumenta que Romeu Tuma Júnior não ocupa mais a presidência do Conselho Deliberativo, em razão de sua destituição aprovada pelo próprio colegiado. Embora exista discussão judicial sobre a validade desse ato, o clube afirma que a decisão continua produzindo efeitos até eventual sentença em sentido contrário. Por isso, requer que a Justiça indefira o pedido de habilitação apresentado.
A troca de manifestações evidencia o aumento da disputa jurídica em torno da ação de intervenção, considerada uma das mais relevantes da história recente do Corinthians. Enquanto os autores do processo apontam supostas irregularidades administrativas e financeiras para justificar a necessidade de intervenção judicial, o clube e seus representantes intensificam a estratégia de defesa para impedir o avanço das medidas solicitadas.
Nos bastidores, a expectativa é de que o Ministério Público se manifeste em breve sobre o pedido de intervenção, etapa considerada decisiva para os próximos desdobramentos do processo.
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não consigo aceitar que até o CAFÉ eu faço errado kk... nunca hidratei o filtro de papel na minha vida e sempre fiz do jeito que ele mostra que não é certo
Continuo aguardando os idealizadores do movimento de expulsão ja para que possamos juntos exigir a responsabilização de Romeu Tuma Júnior pela omissão no caso do cartão corporativo e das notas fiscais da gestão de Duilio.
Durante o processo de expulsão de Andrés Sanchez, foi mencionado que também iriam cobrar o Tuma, mas que deveria ser uma coisa de cada vez. Pois bem, chegou a vez do Tuma.
💣 JUSTIÇA ACEITA DENÚNCIA CONTRA ARMANDO MENDONÇA POR SUPOSTO DESVIOS DE MATERIAIS ESPORTIVOS DO CORINTHIANS‼️
A Justiça de São Paulo recebeu a denúncia apresentada pelo Ministério Público contra Armando José Terreri Rossi Mendonça, ex-vice-presidente do Sport Club Corinthians Paulista, acusado de supostos crimes relacionados ao desaparecimento de materiais esportivos do clube e à intimidação de testemunhas ligadas a uma auditoria interna.
A decisão foi assinada pela juíza Amanda Eiko Sato, da 25ª Vara Criminal da Barra Funda, que entendeu haver indícios suficientes para a abertura da ação penal. Com isso, Armando passa oficialmente à condição de réu no processo.
Segundo a denúncia do Ministério Público, Armando teria se aproveitado do cargo que ocupava no Corinthians para se apropriar de 131 itens esportivos da marca Nike, entre eles 100 camisas, blusas, calças, tênis, shorts, malas e mochila. A acusação também sustenta que ele teria tentado se apropriar de outras 19 camisas da NFL e que oito peças desse mesmo material teriam sido retiradas sem a devida formalização documental.
A investigação teve origem em uma auditoria interna determinada pelo presidente do Corinthians, Osmar Stabile. De acordo com o relatório, o então vice-presidente possuía acesso amplo aos almoxarifados do Parque São Jorge e do Centro de Treinamento, além de controle sobre a retirada de materiais esportivos.
O documento cita que a auditoria identificou registros de solicitações e retiradas de produtos vinculadas ao nome de Armando Mendonça, apontando que, entre junho e outubro de 2025, ele teria retirado 131 itens dos estoques do clube. O relatório também menciona a existência de oito camisas da NFL retiradas sem os procedimentos formais exigidos.
Outro ponto relevante da denúncia envolve uma suposta tentativa de intimidação de testemunhas. O Ministério Público afirma que profissionais responsáveis pela auditoria receberam notificações extrajudiciais após prestarem depoimentos à polícia. Segundo a acusação, o objetivo seria gerar pressão psicológica e influenciar o andamento das investigações.
Ao analisar o caso, a magistrada destacou que os elementos reunidos no inquérito policial, na auditoria interna e nas diligências complementares realizadas pelo Ministério Público constituem prova mínima de materialidade e indícios de autoria suficientes para o prosseguimento da ação penal.
Apesar de receber a denúncia, a juíza rejeitou os pedidos do Ministério Público para impor medidas cautelares contra Armando. Entre os pedidos negados estavam o afastamento das atividades no Corinthians, a proibição de frequentar dependências do clube e a proibição de contato com dirigentes. A magistrada considerou que o acusado já teria se afastado voluntariamente do cargo e que não foram apresentados elementos atuais que justificassem a adoção dessas restrições.
A defesa terá prazo legal para apresentar resposta à acusação. O mérito das acusações ainda será analisado durante a instrução processual, fase em que serão produzidas provas e ouvidas as partes envolvidas.
A decisão não representa condenação, mas marca o início da ação penal, na qual a Justiça irá apurar se as acusações formuladas pelo Ministério Público serão ou não confirmadas ao final do processo.
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💣 STABILE FALTA A DEPOIMENTO AO MP EM CASO DA EMPRESA DE SEGURANÇA E AUMENTA DÚVIDAS SOBRE A CONTRATAÇÃO‼️
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, não compareceu ao depoimento que prestaria ao Ministério Público de São Paulo nesta terça-feira (23) no âmbito da investigação que apura a contratação da empresa Mega Assessoria Operacional Ltda para atuar na segurança do clube. Como justificativa, o dirigente alegou compromissos institucionais.
A ausência, no entanto, levanta questionamentos. O depoimento não foi marcado de última hora. A oitiva havia sido agendada há quase um mês, período considerado suficiente para que a principal autoridade do clube organizasse sua agenda e comparecesse para prestar esclarecimentos sobre um dos casos mais delicados enfrentados pela atual gestão.
O Ministério Público investiga uma série de possíveis irregularidades envolvendo a contratação da Mega Assessoria Operacional, empresa que recebeu cerca de R$ 676 mil do Corinthians entre setembro e outubro de 2025. Segundo as apurações, a empresa teria prestado serviços de segurança sem possuir autorização da Polícia Federal, requisito obrigatório para esse tipo de atividade.
Além disso, a investigação aponta que os serviços teriam sido realizados sem a formalização contratual adequada, situação que chama atenção diante dos valores movimentados. O caso ganhou ainda mais relevância após a descoberta de que o proprietário da empresa, Fernando José da Silva, conhecido como "Nandão", também mantinha ligação com a estrutura do Corinthians durante o período em que os pagamentos foram efetuados.
O nome de Osmar Stabile passou a integrar oficialmente a lista de investigados após o Ministério Público identificar elementos que indicariam sua participação direta no processo de contratação. Entre eles está o depoimento do ex-diretor administrativo Fábio Soares, que afirmou aos promotores que a contratação emergencial da empresa ocorreu por determinação do presidente do clube.
Os investigadores também analisam possíveis contradições entre as versões apresentadas pelos envolvidos. Um dos pontos sob apuração é um documento encaminhado à Polícia Militar em que Fernando José da Silva se apresenta como gerente operacional do Corinthians, informação que diverge das explicações posteriormente fornecidas pelo clube às autoridades.
Diante desse cenário, a ausência de Stabile em um depoimento aguardado pelos investigadores acaba gerando ainda mais dúvidas sobre um caso que já acumula perguntas sem respostas. Afinal, a investigação busca esclarecer quem autorizou a contratação, quais critérios foram utilizados, por que uma empresa sem autorização para atuar na área foi contratada e qual era, de fato, a relação entre seus responsáveis e a administração corintiana.
Enquanto essas respostas não chegam, o episódio reforça a sensação de falta de transparência em um processo que envolve recursos do clube, decisões da alta cúpula e suspeitas que vêm sendo tratadas com crescente atenção pelo Ministério Público.
Agora, caberá à Promotoria definir uma nova data para ouvir o presidente do Corinthians e decidir quais medidas serão adotadas para garantir o avanço das investigações.
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💣 COLETIVO FAMÍLIA CORINTHIANS PEDE AFASTAMENTO CAUTELAR DE ADRIANO MONTEIRO ALVES DO CONSELHO DELIBERATIVO‼️
O Coletivo Família Corinthians protocolou, em 19 de junho de 2026, uma representação ético-disciplinar junto à Comissão de Ética e Disciplina do Conselho Deliberativo do Sport Club Corinthians Paulista solicitando a instauração de processo disciplinar e o afastamento cautelar de Adriano Monteiro Alves, atual presidente da Comissão de Marketing do Conselho Deliberativo.
Segundo o documento, o pedido tem como base uma notícia-crime registrada no 52º Distrito Policial da Capital, que apura supostas práticas de fraude estruturada e tentativa de estelionato. A representação sustenta que Adriano teria utilizado sua condição de dirigente e seu vínculo com a administração do clube para conferir aparência de legitimidade institucional a uma operação privada envolvendo a integração de um sistema de pagamentos ao aplicativo “Universo SCCP”.
A peça afirma que a negociação previa um contrato de exclusividade de 36 meses e que teria sido exigido um aporte antecipado de R$ 750 mil, valor que, segundo a denúncia, deveria ser destinado a uma empresa terceira sem vínculo com o Corinthians. O documento também alega que teriam sido utilizados nome, marca, base de dados de sócios e outros ativos do clube sem autorização da administração.
Na fundamentação estatutária, o Coletivo Família Corinthians argumenta que, caso os fatos sejam comprovados, haveria violação dos deveres dos associados e dirigentes previstos no Estatuto Social, além de possível enquadramento em hipóteses passíveis de desligamento do quadro associativo e perda de cargo.
Diante da repercussão do caso e da existência de investigações policiais e internas, os autores da representação defendem a aplicação de medida cautelar de suspensão liminar, alegando que a permanência de Adriano Monteiro Alves em função de destaque no Conselho Deliberativo poderia gerar instabilidade política e constrangimento institucional.
Entre os pedidos apresentados estão a abertura imediata de processo disciplinar, o afastamento cautelar do dirigente da Presidência da Comissão de Marketing e de suas funções no Conselho Deliberativo até a conclusão das apurações, a notificação para apresentação de defesa e a requisição de informações oficiais à Diretoria Executiva do Corinthians.
Ao final, o documento requer que, caso as acusações sejam confirmadas, sejam aplicadas as penalidades previstas no Estatuto, incluindo a perda do cargo e o desligamento do quadro associativo.
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Agora que Romeu Tuma Júnior voltou ao cargo, ele tem a oportunidade de afastar Adriano Monteiro Alves da comissão de Marketing e provar que gosta mais do Corinthians do que dos seus amigos.
Vale lembrar que Adriano Monteiro Alves, além de ter sido CEO da gestão de Duílio, ainda é acusado pelo Corinthians de estelionato.