A mais bela qualidade de um jogador é a VAGABUNDAGEM, percebam que a todo momento o paquetá ta tentando enganar o adversário. Isso é arte em movimento.
Flamengo tava amassando até a expulsão
A expulsâo foi justa, mas nem todo juiz expulsa
Carrascal já nos prejudicou três vezes
O Rossi também deu a contribuida dele
Paulinho mandou a torcida calar a boca. Flaco chutou a bandeirinha. É engolir o choro e fazer a mesma coisa lá.
O lateral que parou de jogar porque não podia mais jogar no Flamengo.
O técnico campeão brasileiro e da Libertadores no 1º ano.
Descanse. Desfrute. E aproveite o privilégio de poder olhar para sua história com orgulho, pq são poucos os que podem fazer isso.
Obrigado, Filipe!
GABARITO!
Trechos da fala.
"O racismo não tem contexto. O racismo com contexto é racismo. O racismo com 'mas' ou 'porém' é racismo.
‘E porque aos outros negros do Real Madrid não se insulta?’, perguntam. Um negro precisa se comportar do jeito que você gosta para evitar que você seja racista?
A responsabilidade do crime é da vítima?
Então Vinícius é ruim porque desperta o racista que você carrega dentro de si, e Alaba é bom porque te acalma?
O rapaz negro de 22 anos que chamam de macaco em todos os estádios não é uma estrela multimilionária da seleção brasileira e do Real Madrid: é um jovem negro de 22 anos odiado por ser negro, seja jogando futebol ou seja entregando pacotes na Amazon."
Filipe Luís responde à declaração de Luis Enrique, técnico do PSG, que afirmou não querer enfrentar o Flamengo na final da Copa Intercontinental. 🇧🇷🔴⚫️
@flazoeiro_
@futebol_info@elcotta Engraçado, a Leila veio zuando que o Flamengo é terraplanista e acharam lindo a provocação dela.
Agora estão com mimimi com o Bap. Gostam de zuar e não aguentam a zuação
Raça, Amor e Paixão
Apesar da sua fragilidade de flor quando o amor reina ele é absoluto, impegável, o mais pica, o invencível. E a paixão? Ah, a paixão é um incêndio na floresta, uma caixa de fósforos (em média 40 palitos) acesa ao mesmo tempo, incombatível.
Quando batem, amor e paixão são cegos, surdos e desorientados. Tanto podem servir ao bem quanto podem servir ao mal. Obviamente, aqui discorreremos sobre o amor e à paixão pelo Flamengo e pelo tetragrama sagrado ZICO.
O amor e a paixão estreitam seus laços por serem virtudes, dádivas ou desgraças, que se instalam em nossos sistemas independentes da nossa vontade. Dos dois, os grandes canetas da humanidade já se ocupam há milênios. É preciso falar na raça.
O uso da raça como um sucedâneo para disposição, determinação, coragem, empenho, força de vontade, reflete muito mais que a velocidade estonteante da evolução do idioma.
Pois entre as Três Virtudes Flamengas cantadas magistralmente pelo lirista Alvarenga da Urubuzada sobre as sublimes notas do Maestro Eduardo Souto Neto, raça, amor e paixão é a justamente a raça a única sobre a qual nós, humanos, mulambos em tudo, temos algum poder.
A raça é uma virtude opcional, que demanda de cada um uma escolha, uma manifestação, uma prova que dentro de um corpo existe uma inteligência capaz de fazer comparações, recapitulações e prognósticos. Um alma capaz de optar.
Não seria exagero afirmar que a raça é a única das três virtudes da qual realmente podemos nos orgulhar. Ela nos pertence. Essa capacidade de dar um passo além do que se poderia dar, de ir milímetros mais alto do que a Lei da Gravidade permite, é totalmente nossa, as medalhas são todas do portador da raça.
Nas minhas leituras humildes e pedestres do amalucado e genial Nietzsche (livros complicados) o bigode grosso abordou essa capacidade extra do ser humano com o conceito de Vontade de Potência, a força fundamental que bota pra frente a existência, a vontade de crescer e aquela parada de superação, querer sempre ser mais.
E Nietzsche disse mais, definiu a Vontade de Potência, que nós agora sabemos que estava falando de raça, como o resultado do choque entre forças ativas e reativas, entre a criação e a ação contra a resistência e a limitação. Não é mera coincidência que os escritos de Darwin tenham tenham um peso tão grande na acepção de raça na taxonomia.
O que nos traz ao presente momento, há poucas horas do jogo mais importante da história do Flamengo. Não há como conceber um triunfo sem que a virtude da raça se sobreponha sobre todas as outras. Ou melhor, até que a virtude da raça se manifeste inequivocamente não haverá oportunidade para que o amor e a paixão sejam devidamente praticados e desfrutados seguindo os protocolos da alegria descomunal flamenga, que hoje é mandatória.
Raça, é o que cada jogador pode decidir lançar mão. É que cada torcedor pode exigir, cobrar, demandar. À raça devemos tudo, entre todos os talentos de Zico uma fagulha em particular brilhava mais intensamente: a raça indescritível que exibia até no mais humilde dos cascudinhos, trave de chinelo, dois toques.
Hoje, Lima se tornou a Aruanda Mulamba, a capital espiritual da Nação Rubro-Negra, está tudo em nossas mãos. Futebol é em campo, nós cuidamos do lado de fora. Casadinho dorme junto. Raça é o que precisamos. O resto ganhamos na bola.
Seremos! SRN
Mengão Sempre
Raça, Amor e Paixão
Apesar da sua fragilidade de flor quando o amor reina ele é absoluto, impegável, o mais pica, o invencível. E a paixão? Ah, a paixão é um incêndio na floresta, uma caixa de fósforos (em média 40 palitos) acesa ao mesmo tempo, incombatível.
Quando batem, amor e paixão são cegos, surdos e desorientados. Tanto podem servir ao bem quanto podem servir ao mal. Obviamente, aqui discorreremos sobre o amor e à paixão pelo Flamengo e pelo tetragrama sagrado ZICO.
O amor e a paixão estreitam seus laços por serem virtudes, dádivas ou desgraças, que se instalam em nossos sistemas independentes da nossa vontade. Dos dois, os grandes canetas da humanidade já se ocupam há milênios. É preciso falar na raça.
O uso da raça como um sucedâneo para disposição, determinação, coragem, empenho, força de vontade, reflete muito mais que a velocidade estonteante da evolução do idioma.
Pois entre as Três Virtudes Flamengas cantadas magistralmente pelo lirista Alvarenga da Urubuzada sobre as sublimes notas do Maestro Eduardo Souto Neto, raça, amor e paixão é a justamente a raça a única sobre a qual nós, humanos, mulambos em tudo, temos algum poder.
A raça é uma virtude opcional, que demanda de cada um uma escolha, uma manifestação, uma prova que dentro de um corpo existe uma inteligência capaz de fazer comparações, recapitulações e prognósticos. Um alma capaz de optar.
Não seria exagero afirmar que a raça é a única das três virtudes da qual realmente podemos nos orgulhar. Ela nos pertence. Essa capacidade de dar um passo além do que se poderia dar, de ir milímetros mais alto do que a Lei da Gravidade permite, é totalmente nossa, as medalhas são todas do portador da raça.
Nas minhas leituras humildes e pedestres do amalucado e genial Nietzsche (livros complicados) o bigode grosso abordou essa capacidade extra do ser humano com o conceito de Vontade de Potência, a força fundamental que bota pra frente a existência, a vontade de crescer e aquela parada de superação, querer sempre ser mais.
E Nietzsche disse mais, definiu a Vontade de Potência, que nós agora sabemos que estava falando de raça, como o resultado do choque entre forças ativas e reativas, entre a criação e a ação contra a resistência e a limitação. Não é mera coincidência que os escritos de Darwin tenham tenham um peso tão grande na acepção de raça na taxonomia.
O que nos traz ao presente momento, há poucas horas do jogo mais importante da história do Flamengo. Não há como conceber um triunfo sem que a virtude da raça se sobreponha sobre todas as outras. Ou melhor, até que a virtude da raça se manifeste inequivocamente não haverá oportunidade para que o amor e a paixão sejam devidamente praticados e desfrutados seguindo os protocolos da alegria descomunal flamenga, que hoje é mandatória.
Raça, é o que cada jogador pode decidir lançar mão. É que cada torcedor pode exigir, cobrar, demandar. À raça devemos tudo, entre todos os talentos de Zico uma fagulha em particular brilhava mais intensamente: a raça indescritível que exibia até no mais humilde dos cascudinhos, trave de chinelo, dois toques.
Hoje, Lima se tornou a Aruanda Mulamba, a capital espiritual da Nação Rubro-Negra, está tudo em nossas mãos. Futebol é em campo, nós cuidamos do lado de fora. Casadinho dorme junto. Raça é o que precisamos. O resto ganhamos na bola.
Seremos! SRN
Mengão Sempre