Os grandes investidores aprendem a usar o segundo quando o primeiro quer assumir o controle.
Porque investir bem é, muitas vezes, fazer exatamente o oposto do que o instinto manda.
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Investir bem é, muitas vezes, agir contra os próprios instintos.
Nosso cérebro foi programado para sobreviver, não para investir. Diante do perigo, a reação natural é fugir.
No mercado, esse instinto costuma aparecer justamente na hora errada: quando os preços caem e o medo domina.
Como explica Daniel Kahneman, temos um sistema de pensamento rápido, emocional e instintivo, e outro lento e racional.
Na época, não entendeu a piada. Depois percebeu a lição: investir bem costuma ter muito menos a ver com encontrar um atalho e muito mais com estudar negócios, ter disciplina e dar tempo ao patrimônio.
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Quase todo mundo começa na Bolsa com a mesma esperança: ficar rico rápido.
E é justamente aí que surgem os atalhos, fórmulas e ferramentas que prometem prever o próximo movimento do mercado.
Quando começou a investir, ele também foi por esse caminho e perguntou a Dório Ferman o que achava de análise gráfica.
A resposta foi: “Prefiro astrologia.”
O que os milionários da Finacap têm em comum?
Muitos construíram patrimônio ao longo de décadas com uma estratégia simples: disciplina de poupança, paciência e investimento consistente em ações.
Eles não estão preocupados com a cotação todos os dias.
O foco está nos negócios, principalmente em empresas que geram caixa e distribuem dividendos.
Porque construir patrimônio depende menos de um PhD em finanças e mais de conseguir repetir boas decisões por 20 ou 30 anos.
Construir patrimônio não exige necessariamente herança ou uma renda extraordinária.
Muitos investidores acumularam milhões fazendo algo muito menos emocionante: gastando menos do que ganhavam, mantendo o padrão de vida e investindo por décadas.
O exemplo citado é simples: um clube de investimentos que começou com cota de R$ 1 em 1997 chegou próximo de R$ 80.
R$ 100 mil investidos naquele início teriam se transformado em aproximadamente R$ 8 milhões.
produção de grãos, petróleo competitivo e uma posição geopolítica que permite negociar tanto com China quanto com Estados Unidos e Europa.
Existem problemas? Muitos.
Mas investir olhando apenas para eles também é uma forma de perder oportunidades.
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Para investir em Bolsa no longo prazo, você precisa ser otimista, mas com cautela.
O mercado oscila constantemente entre euforia e pessimismo. O investidor precisa conseguir atravessar os dois.
E o Brasil tem vantagens estruturais importantes: matriz energética renovável,…
Quando um ciclo termina, o capital não desaparece. Ele procura outro lugar.
Foi assim no início dos anos 2000. Com o fim da bolha de tecnologia, as commodities passaram a atrair capital global e se tornaram uma alternativa de diversificação e proteção contra a inflação.
Na época, Jim Rogers defendia essa classe justamente quando quase ninguém queria investir nela.
Esse é um padrão recorrente do mercado: investidores costumam querer aquilo que acabou de subir e desprezar aquilo que passou anos sem entregar resultado.
Mas os ciclos mudam.
• Fundos de investimento não contam com garantia do administrador, do gestor, de qualquer mecanismo de seguro ou do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
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Essa talvez seja a maior particularidade do mercado brasileiro.
Em boa parte do mundo, o desafio de um gestor é bater a bolsa.
No Brasil, muitas vezes o desafio é bater a renda fixa.
E isso torna o mérito de quem consegue fazê-lo de forma consistente ainda maior.
• Leia o prospecto, a lâmina de informações essenciais e o regulamento antes de investir;
• Rentabilidade passada não representa garantia de rentabilidade futura;
• A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos;