🚨Em apenas uma semana, descobrimos que Moraes determinou busca e apreensão contra a fonte de jornalista sem indício algum e prendeu Filipe Martins com base em um documento falsificado.
Moraes não vai se explicar? Fachin não vai redigir nenhuma notinha prolixa para nos fazer dormir?
Sabe por que meu pai nunca reclamou de café gelado no Palácio do Alvorada?
Porque ele ia na cozinha buscar, ele conversava com cozinheiro, garçom, não tinha nojo de gente simples.
Se não fosse filho do presidente da República, Lulinha ainda seria monitor do zoológico de São Paulo e continuaria sem saber se Espanha é um país ou uma cidade argentina. Como nestes tristes trópicos até analfabeto funcional vira chefe de governo (e de quadrilha), o Ronaldinho dos computadores está em Madri, desfrutando da vida mansa financiada involuntariamente pelas vítimas da ladroagem no INSS
COISAS QUE NÃO DEVEMOS ESQUECER:
O Brasil aguarda ansiosamente o esclarecimento do contrato de R$ 129 milhões do banco Master com Alexandre de Moraes… ops Vivi Barci de Moraes…🤡
Um trabalhador
enquanto almoçava sentado no chão de uma estrada de terra, em meio a cafezais, e criticou a declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre as condições de moradia no Palácio da Alvorada. Em um podcast, Lula afirmou que considera "desumano" morar no local porque os quartos ficam distantes da cozinha e a comida chega fria.
No vídeo, o trabalhador rebateu a fala e afirmou que "desumano" é a realidade de pessoas que vivem em barracos de madeira, sem saneamento básico e com chão de terra.
De todos os absurdos em andamento no Brasil, a prisão de Filipe Martins continua sendo uma das que mais me chocam. Ele está preso simplesmente porque assim quis Alexandre de Moraes. Sem cometer qualquer crime, foi preso por uma notícia falsa e de lá nunca mais saiu. Esse fato isolado basta para trucar qualquer afirmação de que ainda vivemos em uma democracia.
O Brasil é governado por uma Junta Cívico-Jurídica que tem como expoentes Lula, Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Gilmar Mendes. Um consórcio autoritário que submete a todos, inclusive a imprensa que o apoia deliberadamente e por interesses mesquinhos. Essa Junta destruiu a Lava Jato e sufocou um movimento político de massa de origem popular, legítimo e democrático. Acusado de radicalismo, por mera questão de forma e não de conteúdo, esse movimento amadureceu e agora entrega um candidato adaptado à forma. Mesmo apanhando todo dia dessa mesma imprensa, Flávio e seus aliados absorvem acusações falsas e críticas desonestas; e ainda mantêm o diálogo com todos. Da última vez que esteve no meu programa, há mais de um ano, declarou ao vivo seu respeito ao meu trabalho, citando minhas críticas duras, mas honestas. Teve a coragem de ser entrevistado pelo jornalista que publicou a história da compra de sua casa em Brasília. Não foi à Justiça tentar derrubar a matéria, não fez ameaças, não pediu para a PF quebrar meu sigilo para descobrir a fonte da reportagem. Seu pai (Jair) também me recebeu no Planalto, mesmo quando criticado por mim por suas escolhas para a PGR e para o STF. Já fui censurado pela Junta, nunca por qualquer bolsonarista. Despertei para isso há alguns anos e estimo que o mesmo aconteça com outros jornalistas, acadêmicos, financistas etc. Me lembro que, em 9 de janeiro de 2023, ao questionar um advogado do PT, -- bastante conhecido e educado -- sobre os abusos de direitos humanos contra cidadãos comuns indignados com a eleição de Lula, ouvi a frase "que Moraes tranque todos eles e jogue a chave fora". Essa frase funcionou na minha cabeça como um gatilho, foi literalmente uma 'virada de chave'. Percebi ali que a "forma" é irrelevante diante do conteúdo e, muitas vezes, tem até sentido tático. Por isso, coloquei meu microfone em defesa dessa gente vítima do arbítrio da Junta. Por isso, nado contra a maré da conveniência. Coloco minha experiência de quase 30 anos de jornalismo político e investigativo para ajudar na qualificação também desse debate, que é o mais importante de todos: queremos viver a divergência de maneira democrática, no estado de direito, fazendo o embate de ideias pela política, ou pacificar o país na marra, no medo, trocando o barulho das redes pelo silêncio das masmorras da PF? Rogo ao jornalistas que ainda pretendem fazer seu ofício que compreendam o atual limiar civilizatório que vivemos. Jornalistas devem fiscalizar o poder, criticar, se opor (podem até elogiar o que está certo rs), mas isso só é possível numa sociedade democrática. É preciso colocar um fim no regime atual em outubro, antes que o próximo outubro nunca chegue.
O Brasil caminha a passos largos para virar uma ditadura?
Guga Chacra: “Todos os países onde o Discord é proibido são ditatoriais ou governados por autocratas. Nenhuma democracia proíbe o Discord para toda a população. Se o Brasil adotar essa medida, se alinha a países como Irã, Rússia, China, Egito e Emirados Árabes Unidos. Acho grave, sobretudo ao ver as nações que o proíbem.”