Os amigos mais próximos sabem q eu aprendi a cozinhar, e cozinho até bem (pegando receitas online). Mas desde q comecei a jogar #MonsterHunterWorld sou louco pra comer o Chef's Choice Platter. Hoje decidi tentar fazer. Torção por mim e postarei atualizações 👍
Entendo o choque de muitos, mas acredito que isso se tornará cada vez mais comum entre famosos e anônimos. O celular é o HD externo da alma. Chegou no ponto em que o debate moral não é suficiente para compreender a Era da Performance.
"MGS4 will be more prophetic in 20 years than MGS2. The loss of personal autonomy and anonymity is a greater threat than algorithms and general AI. People are already forced to ID-tag themselves to use many sites and things like Neuralink will cause controlled physical reliance"
um dos meus textos favoritos sobre O Agente Secreto é um comentário de Letterboxd escrito pelo cineasta Ramon Porto Mota.
Mota diz que grande parte da beleza do filme reside na ideia de que ele só existe do jeito que é porque Kleber assim o quis.
pode parecer uma afirmação óbvia, mas basta ler um comentário como esse abaixo ou como tantos outros que chamam de fragilidade o que o filme tem de mais forte.
suas digressões, imperfeições e estranhezas não são fruto de imaturidade ou de falta de amigos para dizer a verdade, como um texto porco publicado na Folha recentemente sugeriu.
esse tipo de coisa, as pontas soltas, a demora pra engrenar, a maneira como o filme em diversos momentos perde o foco da trama principal para observar outras nuances e outros personagens, tudo isso aconteceu porque Kleber construiu moral, reputação e capital simbólico o suficiente que o permitissem fazer um filme que, ao menos em estrutura, agrida ao bom gosto da formatação pronta.
a gente tá no momento da padronização do gosto. da linha de produção que determina não apenas como se filma mas como se escreve um filme. se antes um dos inimigos da imaginação na narrativa era o aprisionamento dos três atos, hoje em dia mais do que nunca (pois audiovisual é conteúdo de feed infinito) luta-se contra a noção de que o cinema é comunicação. de que deve-se passar uma mensagem a ser decodificada e entendida. de que carrega consigo sentidos únicos, lugares comum, formas já estabelecidas e conhecidas. o novo agride. o "incorreto" desestabiliza. mais do que nunca, é preciso ter coragem para defender um cinema imperfeito, desnecessário, inútil e de tempos mortos. um cinema com cenas sem serventia, com planos sem destino certo, com cortes que são como navalha cruzando os olhos ao luar.
em tempos de IA, a imperfeição segue sendo a maior garantia de que algo foi feito por mãos humanas. você pode achar o que quiser do cinema de Kleber Mendonça Filho, mas creio que não dá pra discordar da ideia de que os filmes são exatamente como o diretor quer que sejam. frutos de seus gostos de cinema, de sua visão de mundo e da maneira como enxerga o que um filme pode ser.
O Agente Secreto nesse Oscar era uma anomalia na esteira, um curto circuito na indústria. um ovni que causa estranheza numa primeira vista. um filme que convoca o público a ir ao seu encontro. Hitchcock dizia que o público precisava trabalhar, no sentido de que seus filmes exigem de nós a concentração, a atenção, a associação mas também o coração aberto. penso que o mesmo pode se dizer de O Agente Secreto. sigo na defesa dos filmes imperfeitos e irregulares que, tão humanos, nos convidam a jogar os manuais de roteiro e espectatorialidade no lixo. o novo precisa de amigos. quem aqui está disposto a dar as mãos ao cinema que não tem governo (nem nunca terá), que não tem vergonha (nem nunca terá), que não tem juízo?
Foi assim que minha namorada voltou do bloco do Calvin Harris após o empurra empurra e ser esmagada na grade. Completo descaso da @prefsp
Eai @ricardo_nunessp, vão esperar uma tragédia maior acontecer?
Salário: R$ 46 mil
Cota parlamentar: R$ 40 mil
Verba de Gabinete: R$ 125 mil
Mas, segundo eles, o problema do Brasil é o "Bolsa Família", o fim da escala 6x1 e o botijão de gás para famílias pobres
Talvez o primeiro vídeo de Uber que não é armado. A Tânia Gaidarji, dubladora da Bulma pegou um Uber e o cara era super nerd de Dragon Ball. Que vídeo legal!
Isso aqui é a parte mais perigosa dessa PEC e é o que cala muitos parlamentares por medo de retaliação. Estão usando esse título de “FIM DOS SUPERSALÁRIOS ” porque o público geral não vai ler o relatório assombroso dessa PEC.
Se fosse apenas acabar com as regalias, ninguém seria contra, e com razão!
Mas não falam da parte mais afetada do serviço público. Não precisa ser muito esperto para saber como as coisas são no Brasil e como essa PEC vai terminar.
No fim, quem vai pagar o pato são os servidores que recebem salários compatíveis com o mínimo existencial pra ter uma vida digna nesse país, porque aqui é assim: a corda sempre arrebenta para o lado mais fraco da força.