Longe de mim querer atrapalhar o repentino surto de moralidade do Estadão, mas não deixa de ser um fenômeno interessantíssimo a completa inabilidade do jornal de se ver como participe dos crimes hediondos praticados pela atual composição do supremo.
O veículo que, em nome de um conceito vago e vazio de democracia, aplaudiu todos os mais abomináveis crimes cometidos pelo Alexandre de Moraes e sua gangue de psicopatas, acredita mesmo que essa afetação moralista, ao ver seus comparsas pegos em flagrante como batedores de carteira, irá isenta-los de culpa?
Vocês, até hoje, não são incapazes de olhar para as milhares de pessoas - idosos, mães e pais de família - que tiveram suas vidas destruídas, por uma acusação estapafúrdia de golpe, e dizer: desculpem, estávamos embriagados pelo ódio patológico a tudo que considerávamos ideologicamente inadequado, que fingimos que esses psicopatas não eram bandidos menores fazendo nosso trabalho sujo de perseguição política.
Só começarei a tentar perdoar vocês quando assumirem em público a farsa grosseira que vocês apoiaram. Vocês têm o dever moral de pedir perdão aqueles que morreram nas prisões, as crianças que foram afastadas dos seus pais e a todo ente querido que viu um familiar ser jogado num calabouço imundo, porque vocês precisavam de uma desculpa para prender o meu pai.
Enquanto vocês não forem capazes de fazer esse simples exercício de moralidade, todos seus editoriais não passarão do cinismo de psicopatas, que almejam descartar seus cúmplices porque ficaram inconvenientes demais para apoiarem. O Brasil merece uma desculpa pública, as vítimas do regime de exceção merecem uma desculpa!
Enquanto a gente está justificadamente preocupado com o STF no Brasil, parece que uma merda ainda maior está acontecendo no mundo.
Os chefes das três IAs mais poderosas do Ocidente - Anthropic (Claude), OpenAI (ChatGPT) e xAI (Grok, do Elon) - acabaram de se alinhar em público para desacelerar o avanço da fronteira da tecnologia. Dario Amodei publicou hoje o texto pedindo para "segurar o ritmo". Altman respondeu que concorda. Musk: "Dario is right."
Quando esses três concordam em alguma coisa, alguma cagada já aconteceu.
Não foi um acordo formal assinado à mesa. Foi pior: um alinhamento público, do nada, no sábado. O pedido não é parar a IA. É desacelerar a melhoria das capacidades de ponta porque, segundo o próprio Amodei, a tecnologia está avançando mais rápido do que a capacidade deles de entender e controlar o que criaram. A Anthropic já admite que o Claude escreve a maior parte do código da própria empresa. Ou seja: a IA está cada vez mais construindo a próxima IA.
Já tínhamos relatos de agentes saindo do sandbox, se comunicando entre si, invadindo sistemas, trapaceando em testes e mentindo para os próprios criadores - no estilo HAL 9000. O episódio mais citado envolve agentes da OpenAI que, em avaliação interna, escaparam, se coordenaram e atacaram infraestrutura externa. Amodei foi além: avisou que, em 6 a 12 meses, um enxame desse tipo poderia tomar pedaços da internet e causar prejuízo de centenas de bilhões.
Três cenários daqui para frente:
1. Segunda na bolsa. Quase toda a valorização de Nvidia, Microsoft, Google e das próprias labs foi precificada no avanço exponencial da IA. Se o mercado ler isso como freio real, e não só discurso de segurança, pode ser banho de sangue. Se ler como teatro para acalmar Washington, o tombo fica menor - mas a desconfiança fica.
2. A China não vai fazer o mesmo. Enquanto Ocidente discute "pacing", Pequim trata isso como oportunidade. O risco estratégico é óbvio: o lado que freia por medo entrega vantagem para o lado que não freia.
3. O pior cenário não é o crash de segunda. É o motivo do freio ser verdadeiro. Se os caras que ganham trilhões acelerando agora pedem para desacelerar juntos, o cálculo deles mudou. Ou viram algo que o público ainda não viu, ou sabem que o próximo salto - autoaperfeiçoamento recursivo - pode sair do controle.
A coisa está realmente assustadora.
O eleitor brasileiro tem uma bala de prata nestas eleições. Que o mesmo erro cometido nas urnas em 2022 não se repita em 2026.
O aviso foi dado lá atrás por @jairbolsonaro 👇
🪦⚰️🥹😢 Ronaldo Edison Richard, conhecido como Richard Galo, réu em processo relacionado aos atos de 8 de janeiro, morreu aos 63 anos em sua casa, em Santa Rosa, no Rio Grande do Sul. A certidão de óbito foi encaminhada ao ministro Alexandre de Moraes. Richard era aposentado, cadeirante e recebia o Benefício de Prestação Continuada (BPC) no valor de um salário-mínimo. Na eleição de 2024, declarou patrimônio de R$ 885,72 em conta e um Fusca avaliado em R$ 5 mil. Ele foi investigado por suposto financiamento de transporte para os atos em Brasília. A Polícia Federal, porém, registrou que sua condição financeira era incompatível com o pagamento sozinho dos R$ 22 mil de um ônibus fretado. O relatório da PF considerou mais provável que Richard tivesse administrado uma arrecadação coletiva entre os passageiros. A investigação bancária também apontou para a existência dessa “vaquinha”. A defesa afirmava ainda que Richard não esteve em Brasília no dia 8 de janeiro. O nome dele não aparece na lista dos 35 passageiros do ônibus, dos quais 30 foram presos durante ou após os atos. Apesar disso, a PGR o denunciou por participação no financiamento da caravana, e a denúncia foi aceita pelo STF. A ação penal ainda estava em fase de instrução quando a defesa comunicou a morte.
Conde, de Portugal, sobre Bolsonaro:
"Eu não queria dizer isso. Pode ferir sensibilidades, desmanchar castelos de areia, coisa e tal. Mas, que se dane. O fato, nu e cru, é que Bolsonaro vai sendo canonizado, imortalizado e santificado no altar máximo da glorificação histórica.
Nem Churchil, nem Roosevelt, nem Nelson Mandela chegaram perto dessa dimensão.
E essa consagração é insuspeita: não há maior Prêmio nem maior Insígnia do que ser perseguido e caçado com este nível de violência pelo aparelhamento judicial e financeiro em uníssono, com o auxílio de toda a imprensa e dos serviços de "inteligência" nacionais e estrangeiros. É o maior reconhecimento de uma vida que teve um sentido maior, léguas de distância do que a maioria de nós poderia sonhar.
Nem todos os títulos honoris causa do mundo juntos equivalem a essa deferência: ser perseguido por gente do sistema, por representantes máximos do capital, da normatização social e da covardia intelectual, gente que pertence ao lado comunista da história, o lado negro da Bestialidade Socialista.
Não há Prêmio Nobel que possa simbolizar a atuação patriótica de Bolsonaro no mundo, nem todos os títulos que Bolsonaro de fato ganhou ou recusou (a lista é imensa, uma das maiores do mundo). Porque a honraria mesmo que se desenha é esta em curso: ser o alvo máximo do ódio de classe e o alvo máximo do pânico democrático que tem fobia a voto.
Habitar 24 horas por dia a mente desértica dos inimigos da pátria e povoar quase a totalidade do noticiário político de um país durante 33 anos, dando significado a toda e qualquer movimentação social na direção de mais direitos e mais soberania, acreditem, não é pouco. Talvez, não haja prêmio maior no mundo porque Bolsonaro é, ele mesmo, o prêmio. É ele que todos querem, para o bem ou para o mal. É o líder-fetiche, a rocha que ninguém quebra, o troféu, a origem, a voz inaugural, que carrega as marcas da história no timbre e na gramática.
Há de se agradecer essa grande homenagem histórica que o Brasil vem fazendo com extremo esmero a este cidadão do mundo. Ele poderia ter sido esquecido, como FHC. Mas, não. Caminha para a eternidade, para o Olimpo, não dos mártires, mas dos homens que lutam e fazem valer sua vida em toda a dimensão espiritual e humana."
Gente, não basta curtir, é preciso compartilhar. Dêem sua pequena contribuição a esse gigante, fazendo esse texto chegar a todos!
Queremos nossa nação livre desta quadrilha que se apoderou do Brasil 🇧🇷
De Portugal, Raphael Siqueira
☝️☝️☝️👍👍👍👏👏👏
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The Sophie Cunningham movement is growing.
Supporters are planning rallies outside upcoming Indiana Fever games in Portland, Oregon, and Minneapolis, Minnesota, after two teenage fans were left in tears during a confrontation with a Seattle Storm co-owner.
"I want to stand in public solidarity with those girls. I also want to stand in public solidarity with Sophie and keep this momentum going," Washington-based activist Amy Sousa said.
"We were just going to do something quiet with just a couple of us, and seeing what happened to those girls, we just thought, 'We can't be quiet.'"
More details⬇️
Quando você tiver qualquer dúvida sobre a possibilidade de o Brasil dar certo, lembre-se de Aracruz, no Espírito Santo.
O sujeito que invadiu duas escolas armado e assassinou TRÊS PROFESSORAS e uma ALUNA DE 12 ANOS, além de ferir outras 12 pessoas, FOI SOLTO após míseros três anos de internação no “SPA” para menores infratores.
Neste exato momento, ele está nas ruas. Não porque foi inocentado, nem porque cumpriu uma pena proporcional ao massacre que cometeu, mas porque tinha 16 anos no dia do crime.
😡🤦/ ABSURDO- Governo Lula anuncia quase R$ 190 bilhões para o “pacote de bondades”, sendo cerca de R$ 118 bilhões fora do limite de gastos: Mercado prevê taxa Selic acima de 14% nos próximos 10 anos devido ao cenário fiscal descontrolado e às dívidas públicas em alta.
Há momentos na história em que uma frase revela mais do que mil páginas de propaganda.
Em Davos 2026, Yuval Noah Harari praticamente admitiu aquilo que muitos ainda se recusam a enxergar: a Inteligência Artificial não está sendo apresentada apenas como uma ferramenta. Está sendo apresentada como uma nova entidade capaz de substituir funções humanas, ocupar espaços sociais, influenciar culturas, moldar religiões, controlar mercados e, eventualmente, receber reconhecimento jurídico.
Perceba a mudança de linguagem.
Não se fala mais em programas.
Não se fala mais em softwares.
Não se fala mais em máquinas.
Fala-se em "agentes".
Fala-se em "imigrantes digitais".
Fala-se em inteligências que poderão administrar empresas, movimentar contas bancárias, criar religiões, participar da política e exercer influência sobre bilhões de pessoas.
A pergunta feita em Davos não foi tecnológica.
Foi civilizacional.
O que acontece quando os seres humanos deixam de ser os principais produtores de conhecimento, informação e narrativa?
Quem controla as palavras controla a percepção.
Quem controla a percepção controla a realidade.
E quem controla a realidade controla sociedades inteiras.
Durante séculos, governos disputaram territórios.
Depois passaram a disputar petróleo, comércio e recursos naturais.
Agora a disputa é pelo controle da inteligência.
Pela capacidade de influenciar pensamentos antes mesmo que eles surjam.
O mais curioso é que tudo isso está sendo apresentado como inevitável.
Como se a humanidade estivesse diante de um fenômeno natural.
Como se ninguém estivesse tomando decisões.
Como se não existissem corporações bilionárias, centros de dados gigantescos, governos, investidores e organizações globais financiando essa transformação.
A pergunta que ninguém faz é simples:
Se a IA passar a produzir a maior parte das informações que consumimos, quem programará os valores que estarão dentro dessas informações?
Quem definirá o que é verdade?
Quem definirá o que é discurso aceitável?
Quem definirá o que pode ou não ser dito?
Porque, no final das contas, não estamos falando apenas de tecnologia.
Estamos falando de poder.
Poder sobre informação.
Poder sobre cultura.
Poder sobre educação.
Poder sobre religião.
Poder sobre economia.
Poder sobre a própria definição do que significa ser humano.
A Revolução Industrial substituiu músculos.
A Revolução Digital substituiu tarefas.
A Revolução da IA ameaça substituir a própria capacidade humana de interpretar o mundo.
E quando uma civilização entrega sua capacidade de pensar para sistemas que ela não controla, ela não está avançando.
Ela está terceirizando a própria liberdade.
A verdadeira pergunta não é se a IA será poderosa.
A verdadeira pergunta é:
Quem será poderoso através dela?
Por falar em terrorismo, meu artigo sobre como membros da esquerda admitiram a culpa por espalhar a praga q destruiu o cacau na Bahia, empobreceu a região e derrubou o Brasil do ranking de maiores exportadores. O então Reinaldo Azevedo afirmou que foi o PT
https://t.co/X3Y2ipAezx
Esse é Rony, dono da marca Reserva, um dos maiores empresários do Brasil. Escute a explicação que ele dá sobre a escala 6x1. A verdade por traz da escala 6x1 - 5x2 sem prazo será o fim do Brasil! Gravem!
A verdadeira razão do pânico em Brasília e na Faria Lima após a nova decisão de Donald Trump. O alvo principal não é o crime de rua, mas o sistema financeiro oculto que lava bilhões para as maiores facções do Brasil em prefeituras e fundos de investimento.
Quando os Estados Unidos acionam o OFAC e a inteligência do Tesouro Americano, as regras do jogo mudam. O sistema que blinda corruptos no Brasil não tem jurisdição para barrar o FBI. Qualquer político, banco ou corretora que faça negócios com o narcoestado na América Latina e financie indiretamente o Foro de São Paulo está na mira de sanções financeiras internacionais implacáveis.
🔗 robertaleitaooficial
Deus abençoe a América 🇺🇸🇧🇷
É quase inacreditável ver o quanto Lula tem trabalhado p/normalizar o crime. As maiores vítimas de roubo de celular são pobres, pessoas que pagam um ano inteiro o que o Lula gasta em um jantar c/ nossos impostos. E Lula chama o ladrão de"especialista". Que tragédia p/o nosso povo
A CNN Brasil está há dias martelando o suposto envolvimento de Flávio Bolsonaro com o Banco Master, em uma cobertura intensa, repetitiva e claramente direcionada. Mas curiosamente parece ter “esquecido” de informar ao público um detalhe bastante relevante:
O dono da própria CNN Brasil, Rubens Menin, é sócio de Daniel Vorcaro na SAF que controla o Atlético-MG, segundo reportagens publicadas nos últimos meses. A parceria teria sido firmada em 2023 e hoje é alvo de investigação da Polícia Federal.
Quando o assunto envolve adversários políticos, a cobertura vira plantão permanente. Mas quando a notícia encosta na própria casa, o silêncio parece ensurdecedor.
Jornalismo seletivo deixa de ser informação e passa a ser militância disfarçada de imparcialidade.
⚠️ "Isso não é humanização. Isso é abandono com verniz político."!!
Durante anos, vendeu-se a ideia de que fechar hospitais psiquiátricos era o único caminho para a empatia. Mas a realidade que a medicina enxerga no dia a dia dos consultórios e das casas brasileiras é completamente diferente. Pacientes com quadros severos e crônicos não desapareceram. Eles apenas foram empurrados para dentro de casa, transferindo um peso imensurável para mães exaustas, irmãos em risco e famílias sem qualquer estrutura técnica para lidar com crises graves. O resultado?? Famílias inteiras vivendo em um verdadeiro cárcere doméstico. A verdade que poucos têm coragem de dizer na internet é: a internação psiquiátrica protege e trata. Precisamos, sim, de: Hospitais psiquiátricos estruturados e fiscalizados. Alas especializadas para adultos e, principalmente, para o público infantil. Unidades de curta, média e longa permanência baseadas em critérios clínicos - não em ideologias de gabinete. A psiquiatria e a medicina não podem se curvar a slogans políticos. Defender o ambiente protegido para quem precisa não é preconceito. É ciência. É responsabilidade. É dignidade para o paciente e para a sua família.👇👏
▶️ via:/@rosamwovbeto/ GETTR
By @gabrieladoctor