Vendo a seleção da África do Sul chegando ao estádio, da saudades de quando a nossa seleção brasileira chagava tocando pagode e cantando. Hoje eles chegam todos com fone de ouvido e em silêncio.
#worldcup2026#copa2026
@narsipereira Não tem justificativa para o Milan ser reserva do Freytes. Só pode ser panela do Zubeldia, e o pior que o @FluminenseFC não tem um diretor de futebol ou supervisor pra cobrar ele. O presidente ? Esse está mais preocupado com o PSG do que com o Flu.
@FREDSIINCERO Não tem justificativa para o Milan ser reserva do Freytes. Só pode ser panela do Zubeldia, e o pior que o @FluminenseFC não tem um diretor de futebol ou supervisor pra cobrar ele. O presidente ? Esse está mais preocupado com o PSG do que com o Flu.
@flurumoaopenta Não tem justificativa para o Milan ser reserva do Freytes. Só pode ser panela do Zubeldia, e o pior que o @FluminenseFC não tem um diretor de futebol ou supervisor pra cobrar ele. O presidente ? Esse está mais preocupado com o PSG do que com o Flu.
Wesley, Bremerton, Leo Pereira e Alexsandro estão para a copa do mundo assim como Guga, Freytes, Ignácio e Renê estão pra Libertadores.
Duas zagas horrorosas para o nível da competição que disputam.
#selecaobrasileira#brasilcopa2026#fluminense
Aumentam a dívida, falam que está incontrolável e prestes a falir, espalham que estão brigados com o Mario, e que se ele ficar seria apenas para a fase de transição…tudo isso para facilitar o processo da SAF e venderem o futebol a preço de banana.
O golpe tá aí, cai quem quer.
🚨 | Investidor da SAF vê Fluminense em estágio pré-falimentar e avisa: "SE NÃO VENDER, FECHA!"
Milionário NÃO QUER MÁRIO BITTENCOURT como CEO e abre o jogo sobre o momento do clube
Sem papas na língua. Um dos diversos milionários a investir na SAF do Fluminense aceitou soltar o verbo. Preferindo não se identificar num primeiro momento, ele fez fortes críticas ao diretor-geral, Mário Bittencourt, alertou sobre o momento financeiro perigoso vivido pelo Fluminense e fez uma previsão catastrófica se a SAF não passar.
A proposta da SAF do Fluminense segue cercada de tensão política, desconfiança interna e um cenário financeiro considerado alarmante por pessoas ligadas ao projeto. O modelo inicial prevê a venda de 65% do futebol do clube, aporte de R$ 500 milhões divididos em duas parcelas de R$ 250 milhões nos dois primeiros anos, além da assunção de dívidas. No planejamento apresentado, o total de investimentos pode chegar a R$ 6,9 bilhões ao longo de dez anos, porém com R$ 6,4 milhões desse montante vindo de dinheiro que já circularia no clube.
Segundo um dos investidores envolvidos nas conversas, a percepção interna é de que o Fluminense vive um momento decisivo para sua sobrevivência financeira. A avaliação é de que o clube perdeu capacidade de gestão ao longo dos últimos anos e hoje opera em situação extremamente delicada, mesmo após arrecadações históricas com premiações recentes.
- Muito ruim o momento do Fluminense. Falaram em redução de dívida e apresentaram aumento de R$ 150 milhões mesmo com recorde de receitas. Estamos comprando uma coisa pré-falimentar - destacou.
A Lazuli, grupo responsável pela estruturação da SAF, buscou diferentes especialistas para chegar ao valuation apresentado ao clube. Até a divulgação mais recente do balanço, existia internamente a expectativa de reavaliar números e até estudar uma possível reformulação da proposta.
Nos bastidores, um dos principais temas debatidos é o futuro do diretor-geral Mário Bittencourt. Apesar das especulações envolvendo permanência no comando do futebol, o investidor negou que exista consenso para transformá-lo em CEO da SAF.
- Acho que, se a SAF sair, o Mário deve ficar numa fase inicial de transição. Toda compra de empresa exige transição. Mas ele não teria meu voto para seguir depois disso - disse.
A ideia defendida pelos investidores é a criação de um conselho responsável por escolher o CEO e monitorar metas de desempenho. Caso os resultados não sejam satisfatórios, a troca aconteceria sem o modelo de concentração de poder existente atualmente no clube.
- Hoje ele (Mário) é um imperador. Faz o que quer e como quer. Na SAF, o CEO teria que prestar contas ao conselho e executar o que fosse definido pelos investidores - lembrou.
O investidor disse ainda que o grupo também entende que decisões recentes do clube reforçaram argumentos favoráveis à profissionalização da gestão. O adiamento do Fla-Flu foi citado como exemplo de fragilidade institucional.
- Numa SAF, não existe possibilidade de acontecer o que aconteceu no adiamento do Fla-Flu. E a comunicação depois da decisão foi ainda pior - detonou.
Apesar das críticas, o investidor afirma que boa parte das pessoas envolvidas historicamente na administração do Fluminense agiu de boa-fé, mas sem capacidade técnica suficiente para gerir um clube do tamanho do Tricolor.
- O Fluminense foi administrado, na maioria das vezes, por pessoas do bem. Mas ser do bem não basta para gerir um clube desse tamanho.
Internamente, existe a convicção de que o Fluminense inevitavelmente acabará se tornando SAF, seja agora ou em um cenário ainda mais deteriorado financeiramente nos próximos anos.
- O Fluminense tem sorte porque apareceu gente que torce desesperadamente pelo clube e quer ajudar. Tem empresário bilionário no grupo. Não é gente querendo comprar para revender depois - comentou.
Entre os nomes ligados aos investidores aparecem empresários e executivos associados a grandes grupos econômicos como SulAmérica, Ambev, BNDES, além de integrantes do mercado financeiro ligados ao BTG Pactual.
Segundo o relato, a intenção futura seria abrir capital da SAF gradualmente, após reorganização financeira e crescimento estrutural do futebol. A lógica apresentada é de investimento de longo prazo, sem retirada imediata de recursos.
- Não é algo para recuperar dinheiro de uma hora para outra. Primeiro vem o crescimento. Depois, aos poucos, cada um tenta recuperar o que colocou - informou.
Nos bastidores, porém, a percepção é de que existe conflito entre a visão defendida por Mário Bittencourt e o modelo considerado necessário para o futuro do clube.
- O Mattheus (Montenegro) quer entregar um clube saneado. Já o Mário, hoje, trabalha contra a SAF. O grupo percebe isso claramente.
O alerta final é tratado quase como consenso entre integrantes da proposta.
- Se os investidores colocarem mesmo tudo que está previsto e a SAF não passar, o Fluminense fecha. Aí é sentar e chorar - concluiu.
📸 | Roberta Agum/FFC
@BlogdoNoblat Quando o governo federal faz uma PEC de segurança pública para atacar o crime organizado, os governadores de direita todos foram contras dizendo que isso afetaria a autonomia dos estados, mas por outro lado eles apoiam que outro país venha aqui interferir na soberania nacional ?
@GugaNoblat Quando o governo federal faz uma PEC de segurança pública para atacar o crime organizado, os governadores de direita todos foram contras dizendo que isso afetaria a autonomia dos estados, mas por outro lado eles apoiam que outro país venha aqui interferir na soberania nacional ?
@OrestesBrasil Quando o governo federal faz uma PEC de segurança pública para atacar o crime organizado, os governadores de direita todos foram contras dizendo que isso afetaria a autonomia dos estados, mas por outro lado eles apoiam que outro país venha aqui interferir na soberania nacional ?
@lindberghfarias Quando o governo federal faz uma PEC de segurança pública para atacar o crime organizado, os governadores de direita todos foram contras dizendo que isso afetaria a autonomia dos estados, mas por outro lado eles apoiam que outro país venha aqui interferir na soberania nacional ?
Quando o governo federal faz uma PEC de segurança pública para atacar o crime organizado, os governadores de direita todos foram contras dizendo que isso afetaria a autonomia dos estados, mas por outro lado eles apoiam que outro país venha aqui interferir na soberania nacional ?
Infelizmente o problema do Fluminense não é só o mal momento em campo.
Nesse momento, NADA funciona no clube.
- A começar pela gestão, onde o presidente criou um cargo superfaturado pra manter seu mentor por perto, e mantém um diretor de futebol de quase 80 anos, totalmente obsoleto e que está a frente do futebol do clube há quase uma década.
E mesmo com essas 3 cabeças, não defendem os interesses do clube (o importante é ser bacaninha com os outros), mantém jogadores em fim de carreira com contrato, contratam jogadores que não tem nenhuma condição de usar nossa camisa, e ainda pagam caro (tanto pra contratar como de salário), causando aumento na dívida do clube.
- Outro problema é a comunicação do clube, vivendo seu pior momento dos últimos anos. Redes sociais passando vergonha, enquanto veículos independentes são destratados e tem seu trabalho dificultado.
- Base do clube. Aquela que já foi motivo de orgulho, e que por muito tempo foi a tábua de salvação do Fluminense, hoje está sucateada.
Além de perdermos profissionais para outros clubes, dirigentes usam Xerém como cabide de emprego para amigos e cabos eleitorais. Hoje o nível de atletas e equipes de base despencou no clube.
- Nossa comissão técnica se mostra absolutamente limitada, e com o trabalho no teto.
Não conseguem motivar o elenco, não conseguem solucionar problemas crônicos obvios, nem ter criatividade para variação tática.
- Elenco absolutamente desequilibrado, com setores altamente defasados e posições mal abastecidas.
E o pior de tudo, grupo fraco mentalmente, sem gana, sem vibração. Perderam a autoconfiança e claramente não conseguem recuperar, parecem estar entrengues.
- Torcidas organizadas. Não é de hoje que existe rivalidade entre elas, mas hoje parecem incapazes de deixar isso de lado em prol do clube.
Além de parte delas terem se vendido a gestão.
Olhando de longe pode não parecer, mas é um momento absolutamente conturbado que estamos vivendo.
Angioni é apenas figura decorativa. Quem manda é o pavão imperador do @FluminenseFC que acha que sabe tudo de futebol, mas não sabe nada. Esse sim é o culpado.
@ExploTricolor FORA BURRELDIA SABOTADOR DA BASE❗️ REFÉM DE EX-JOGADORES E SUAS PANELAS❗️ O CARA TROUXE UM BAGRE ALISSON ESSE BAGRE JOGA❗️FORA❗️ RUA❗️@zubeldia
Que palhaçada uma confusão porque um jogador pediu silêncio para torcida depois de fazer um gol. Tá ridículo futebol. Não vi ofensa nenhuma para a instituição, e nem pra torcida.