❤️ WOW! President Trump just brought up outgoing press secretary KAROLINE LEAVITT on stage to give her a shoutout at the rally
The crowd went CRAZY for her:
"It has been the honor of my life to serve as your press secretary, sir." 🇺🇸
"I just want to say — President Trump, you are the most consequential and historic president in the HISTORY of our great country."
"I just want to let everyone know how HARD this man works for YOU — you call him at 3AM, 6AM, he picks up the phone, he's looking out for YOU!"
"He needs YOUR help with a Republican Congress for the next 2 years so he can make our country greater, stronger and wealthier than ever before. So GET OUT AND VOTE!" @karolineleavitt
In 2011 lady gaga dedicated ‘hair’ to jamey rodemeyer, a fellow little monster who took his own life at 14 due to school bullying.
to this day, each time I listen to this song It reminds me of jamey…we remember you and hope you’re in a better place. paws up forever!
"I found a way back to myself again
With different tones, and metals I could bend
I hope that you will love me in this way
For who I am—not then—but for today"
- Lady Gaga at the start of the MAYHEM era
🌹 100 anos depois, ninguém mais sabe exatamente quem foi Lady Gaga.
O nome sobreviveu, mas deformado pelo tempo, como uma lenda repetida tantas vezes que já não se distingue verdade de invenção.
Alguns dizem que ela foi uma cantora. Outros, uma profeta pop. Outros juram que nunca existiu de fato, que era apenas um personagem coletivo criado por uma geração obcecada por espetáculo, excesso e sobrevivência emocional.
O que restou dela foi a ruína.
A antiga Opera Haus da MAYHEM Ball aparece agora como um monumento devastado, enterrado sob poeira, ferrugem e décadas de abandono. O palco que um dia foi grandioso virou escombro arqueológico.
E é nesse cenário pós-apocalíptico que começa o “MAYHEM Requiem”.
Não como um show.
Mas como uma sessão espírita.
Um Little Monster do futuro, alguém que nunca viveu a era MAYHEM, nunca viu Gaga em carne e osso, nunca experimentou o mundo antes da ruína, encontra aquele lugar esquecido e tenta estabelecer contato. Como quem gira uma estação de rádio morta tentando captar uma voz impossível.
E então a voz vem.
Distorcida. Fragmentada. Quase corroída pelo tempo.
As músicas soam quebradas porque foram engolidas por um século de decadência. Não chegam limpas: chegam como memórias sobreviventes. Como fitas magnéticas deterioradas. Como arquivos recuperados de um servidor destruído.
Há ruído, interferência, falhas, mas justamente por isso tudo parece mais humano. Mais visceral. O espetáculo inteiro funciona como se o passado estivesse lutando para continuar existindo.
E aí surge a frase:
“Stranger, remember me.”
Não é apenas uma abertura impactante. É um pedido desesperado atravessando 100 anos. Gaga já morreu naquele universo. Sua época acabou. Seus contemporâneos desapareceram. Tudo o que ela significava foi soterrado pelo tempo. E mesmo assim, de algum lugar distante, ela ainda tenta alcançar alguém.
Um estranho.
Alguém que não a conheceu.
Alguém que talvez nem compreenda completamente quem ela foi.
Mas que, diante daqueles restos, escolhe sentir.
Existe algo profundamente bonito nisso: a ideia de que a arte continua procurando companhia mesmo depois do fim. Que uma artista pode desaparecer fisicamente, virar mito, ruído, folclore… e ainda assim encontrar uma pessoa, um século depois, disposta a ouvir o coração pulsando dentro dos destroços.
“MAYHEM Requiem” transforma a nostalgia em arqueologia emocional. Não é sobre reviver uma era; é sobre escavar seus fantasmas. O palco destruído deixa de ser apenas cenário e vira símbolo: a beleza inevitavelmente entra em colapso, os impérios culturais acabam, os ícones desaparecem, mas o impacto emocional permanece escondido em algum lugar, esperando alguém para reencontrá-lo.
E talvez seja isso que torne tudo tão melancólico e poderoso.
Porque no fundo, “Stranger, remember me” é o medo mais humano possível: o medo de ser apagado pelo tempo.
Mas também é esperança.
A esperança de que, mesmo depois de cem anos, alguém encontre os fragmentos daquilo que fomos… e escute.
"MAYHEM Requiem" já está disponível na Apple Music e na Apple TV.
@artpoplanet I think she’s just putting a proper outro of the song… bc you know what the original marry the night sounds like and it may not fit for the piano version