Grande vitória da ciência e do Brasil, viabilizada pelo presidente @LulaOficial. Em 2023 eram mais de 360 mil pessoas sem vacina; 2024 cerca de 240 mil, e agora, em 2025 conseguimos derrubar para menos de 50 mil pessoas sem cobertura vacinal! Viva a ciência! Vida a vida! Viva Lula!
Gianni Infantino só é presidente da FIFA porque Blatter ousou fazer uma copa na Rússia em 2018 e a do Catar em 2022 (que os ingleses achavam que era deles). E assim nasceu o escândalo FIFA.
Nem os golpistas de 1964 entregaram aos EUA o que o “Zero Um” promete. E começa pela honra. É ideologia? Não! Quanto tal entrega renderia?
SUJEIÇÃO
Flávio Bolsonaro pede a Trump que imponha ou não tarifas ao Brasil a depender do resultado das eleições. Se Lula ganhar, ok. Que venham! Sendo ele, Flávio, o vitorioso, então não. Em síntese: espere-se o pleito porque a imposição agora das sobretaxas poderia ser explorada pelo petista como um ativo político. Logo, Flávio considera a tarifa oportuna ou inoportuna, positiva ou negativa, a depender do poder de turno. Como ele é a alternativa a Lula, o povo brasileiro que se dane, desde que ele próprio se dê bem. Leia na minha página no @Metropoles
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O senador @jaqueswagner tem direito à ampla defesa e à presunção de inocência. Politicamente, no entanto, deveria pegar o chapéu e ir embora, para não prejudicar o presidente Lula. Quanto à solidariedade, não merece sequer uma lágrima: não passa de vassalo do regime sionista.
A Justiça da Itália repete o mantra que a extrema direita e alguns de seus advogados andaram alegando por aqui, evocando os Artigos 252 (impedimento) e 253 (suspeição) do Código de Processo Penal. Moraes seria, a uma só tempo, juiz e parte da causa, já que a falsa ordem de prisão plantada no CNJ o tinha como alvo.
Ocorre que esse mesmo CPP dispõe do Artigo 256, que transcrevo:
“A suspeição não poderá ser declarada nem reconhecida, quando a parte injuriar o juiz ou de propósito der motivo para criá-la.”. Leia na minha coluna no @Metropoles .
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A bomba do sábado: PF pede à PGR para investigar formalmente Flávio Bolsonaro. O motivo: o dinheiro enviado a seu pedido por Vorcaro aos Estados Unidos.
A agressão do governo Trump ao general Raul Castro é ridículo e inaceitável e fere todos os direitos internacionais. Só demonstra a prepotência deles. E são sinais de sua fraqueza.
Compartilho artigo que tive a honra de publicar no @globaltimesnews sobre o histórico encontro entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping em que argumento que EUA e China devem ser parceiros, e não rivais https://t.co/OESptoAPWm
O @Estadao vem com outro editorial que não cabe na realidade do Brasil, só na do mercado. Diz que "Ser anti-Lula não basta", e emenda: "Uma verdadeira candidatura de oposição precisa ter coragem de defender um duro ajuste fiscal, sem o qual nenhum governo será capaz de tirar o País da mediocridade”. Defende com clareza forte arrocho sobre os mais pobres e as famílias. Eles não são apenas contra Lula, são contra os pobres e aqueles que precisam de um governo.
A linha do editorial é desdobrada na manchete do jornal, que investe contra o programa que busca aliviar as dívidas das famílias e prega que aliviar as dívidas pode levar a outras dívidas. Tudo isso em um jornal que está literalmente penhorado com vários bancos.
É por isso que desde FHC nunca mais ganharam uma eleição.
É, no mínimo, irônico ver quem já geriu o Estado de Minas Gerais atacar o STF e seus membros após ter, durante sua gestão, solicitado ao Tribunal medidas que permitiram ao governo estadual adiar, por meses, o pagamento de parcelas de sua dívida com a União.
A Nota Técnica SEI nº 1.488/2026, do Ministério da Fazenda, confirma o que os fatos já demonstravam: o mesmo agente que hoje agride o Tribunal recorreu a ele inúmeras vezes para obter decisões que suspenderam obrigações bilionárias com a União. Sem o socorro institucional do STF, o então governador teria enfrentado um cenário de grave desorganização fiscal, com riscos concretos à continuidade de serviços públicos essenciais.
A contradição é latente: quando o STF profere decisões que garantem o fluxo de caixa ou suprem omissões do Legislativo local, a Corte é acessada como agente necessário ao funcionamento da máquina estatal. Afinal, ninguém recorreria sucessivamente a um Tribunal cuja legitimidade não reconhecesse. Contudo, basta que a Corte contrarie interesses políticos desse grupo para que o pragmatismo jurídico dê lugar a chavões vazios de “ativismo judicial” e a ataques à honra dos ministros. É a política do utilitarismo: o STF serve como escudo fiscal e contábil, mas é tratado como vilão quando decide conforme a Constituição — e não conforme a conveniência de ocasião.
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