@CornetaChiefs também
tem uns 5 jogadores com contratos maiores e já parece q n tem como contratar ninguém
os 2 titulos seguidos foram muito em conta de drafts bons de 5 anos atrás que não tiveram sequência
Eugenia pura e simples.
As chances são que vários defensores da prática apareçam nos comentários. A maioria argumentará uma forma ou outra que pessoas com síndrome de down não têm a mesma dignidade que qualquer outro ser humano e por isso não merecem viver.
É gente que não sacrificaria um cachorro com síndrome de down (se isso fosse possível), mas não pensariam duas vezes em sacrificar uma pessoa.
🇪🇪 Marlon sai em defesa do trabalho de Luís Castro no Grêmio e manda recado aos gremistas:
"A mensagem que eu queria deixar para o nosso torcedor é que acreditasse nesse projeto, o que está sendo feito. (...) Tem um grande treinador, mas a gente está construindo uma equipe. O Grêmio não vai fazer uma equipe em seis meses para ser campeão brasileiro, para ser campeão da Copa do Brasil e da Copa Sul-Americana"
"Estamos fazendo um projeto para consolidar um time, a gente está revelando jogadores que, posteriormente, vai ser difícil segurá-los aqui, para fazer receita, para valorizar mais o que vem sendo feito lá em Eldorado do Sul (onde fica o CT da base) também. E assim a gente vai conseguindo encorpar a equipe e aí consequentemente vem o resultado esportivo"
"Só que se, no meio do caminho, a gente, entre aspas, segue o que todo mundo faz, que é fazer trocas ou interromper alguns trabalhos, acaba não tendo esse sucesso. Eu digo isso porque temos exemplos de coisas boas e negativas no mercado. Estamos muito contentes com o trabalho do Luís. Sabemos que grande parte da responsabilidade é dos jogadores. Eu sempre costumo dizer que os atletas são quem chuta a bola, quem faz os cruzamentos, quem erra os gols. Não é o treinador"
🗣️ Lateral-esquerdo concedeu entrevista ao GE.
📸 Lucas Uebel / Grêmio FBPA
Fascinante. O cara pega um dos melhores exemplos de por que libertarianismo está certo, e usa como se fosse prova contra libertarianismo.
O Canadá é PESADAMENTE anti-construção. A crise de preços altos no Canadá é 100% fabricada pelo estado.
1) É quase ilegal construir.
Olhe os mapas. O que vocèêvê? Casas. Casas pra todo lado. E não prédios.
É ilegal construir prédios fora de zonas muito específicas, o que impede que a demanda seja atendida.
2) Imigração de welfare
O Canadá importou centenas de milhares de imigrantes todos os anos que vão viver de welfare.
Eles não estão na parte produtiva da economia. Não adicionam nada. E não querem.
Mas ocupam imóveis, aumentando demanda.
E como eles votam pra esquerda, a esquerda continua importando eles.
3) China.
É ilegal tirar dinheiro em grandes quantidades da China. Exceto para comprar imóveis.
Então chineses ricos compram imóveis no Canadá, Austrália, NZ e outros países como forma de tirar capital da ditadura.
Eles não alugam os imóveis. Só deixam parado. E isso aumenta demanda, inclusive pelo fato de que não olham preços. Se a casa é cara, melhor porque tira mais dinheiro da China.
Mais demanda.
Tanto que uma porcentagem significativa de Vancouver tem donos chineses e isso levou a discussão de proibir chineses de comprar.
4) Sim, é só construir mais. É o que Austin fez
Austin no Texas revogou vários limites e proibições para construir. Obras explodiram pra todo lado.
E o preço de imóveis e alugueis despencou. É a cidade nos EUA que mais melhorou em termos de preços e acessibilidade.
Agora olhem como o cara é algo especial:
Eu estou descrevendo a realidade DELE. Todo dia ele sai na rua e vê casinhas pra todo lado, imigrantes parasitas de welfare e chineses comprando casas...
E não se toca.
E errados somos nós propondo as soluções dos problemas.
O que ele faz? Ouve? Não, chama de dogma.
Eu só estou explicando oferta e demanda. Abram as apostas: qual vai ser a resposta dele?
A) Poxa eu nunca tinha pensado que é um problema de oferta e demanda
B) Me atacar de alguma forma, ou citar que eu não falei sobre Portugal e Europa, que possuem os MESMOS problemas
Já sabem né.
Absorvam isso pessoal:
99% dos "críticos" de Libertarianismo não fazem A MENOR IDEIA do que estão falando, e não conseguem fazer argumentos bons o suficiente para estarem errados.
Quem são os CLTs que trabalham mais de 40h semanais e provavelmente fazem 6x1?
Vamos aos números [1]:
• 96% não têm o ensino superior completo;
• 26% (aproximadamente 1 em cada 4) não têm o Ensino Médio completo;
• 65% ganham até dois salários mínimos;
• 42% recebem até 1,5 salário mínimo;
E aqui falamos apenas dos contratos formais de trabalho, o famoso "CLT". 37,5% dos trabalhadores brasileiros são autônomos (aqui vai desde o médico até o Uber) ou informais (não têm carteira assinada) — e esta é uma discussão que simplesmente não os atinge diretamente.
Os números nos mostram que a grande massa que trabalha 6x1 está concentrada em setores intensivos de mão de obra (como varejo, serviços, atendimento, vigilância, limpeza, onde a presença do funcionário e as horas de serviço são o modelo de negócio) e com pouca produtividade.
Pense assim:
- um caixa de supermercado, por mais rápido que ele seja, não passará compras três vezes mais rápido do que o seu colega;
- um vigilante não fará mais rondas no mesmo turno;
- um atendente de SAC não vai atender cinco vezes mais demandas que o seu colega.
São trabalhos em que simplesmente estar presente é quase a atividade-fim. Um supermercado que permaneça aberto até às 22h precisa de funcionários. É uma lógica diferente da maioria das profissões de colarinho branco.
Um desenvolvedor de software pode, sim, ser 10 ou até 1000x (sem hipérbole) mais produtivo do que um colega. Um time de vendas pode vender 100x mais do que outro. Um profissional de marketing pode redigir de 10 a 20 vezes mais peças do que outro profissional. Tudo depende da sua capacidade técnica.
E esta é a grande questão da maioria das vagas 6x1: elas não exigem um grande conhecimento técnico. Não é à toa que 96% dos empregados nela não têm curso superior. As pessoas acham que economia é mágica. Não é! É justamente o fato de serem trabalhos em que não há capacitação técnica, logo, não há aumento de produtividade, que os torna trabalhos em que o único jeito de eles fazerem sentido de existir é acrescentando horas trabalhadas.
É uma lógica inescapável. Você pode brigar à vontade com os números. Eles não vão mudar porque você não gosta deles. A vida não é assim.
O que eu acho que vai acontecer?
1. Lembra dos 26% que não têm ensino médio completo? Eles vão para a rua. Serão os primeiros a serem cortados.
Não apenas pelo currículo, mas também porque é provável que eles sejam, de fato, comparativamente menos produtivos do que seus colegas com ensino médio. Pense assim. Você tem 1 caixa que passa 2 compras a cada 5 minutos. E você tem outro caixa que passa por 3 compras a cada 5 minutos. Parece pouco, mas faz diferença quando se trata de volume. Em uma hora já são 12 compras de diferença. Multiplique isso não por um mês e veja a mágica.
Isso deve aumentar os salários dos que ficarem na forma de vão continuar recebendo o mesmo salário por menos horas trabalhadas;
2. Haverá ganhos de produtividade para os que permanecerem. Historicamente, reduções de mão de obra significam aquisição de máquinas.
Pense que nos EUA há apenas um zelador para prédios inteiros, com diversos andares, e ele anda naquelas máquinas limpadoras que varrem, passam pano, e enceram o chão ao mesmo tempo.
Ou em vez de vários seguranças fazendo rondas, a empresa de segurança montará uma central de monitoramento. O que, mais uma vez, exigirá capacitação técnica. Bom para quem vai tê-la. E todo o resto?
Por óbvio, quem tem menos educação formal provavelmente não conseguirá ler as instruções, se manter atualizado, dar manutenção nas suas máquinas, e assim vai, logo, não será empregado;
3. Mas isso não é possível para todos os setores. Como aumentar a produtividade de um caixa de supermercado?
Então, o que deve acontecer? Para além da automação e investimento em self-service (desde tótens até compras online), estabelecimentos físicos, que precisam permanecer abertos, não fecharão, mas migrarão o máximo que puderem das suas atividades para intermediários, isto é, iFood, Uber, 99, Mercado Livre, e afins.
Pensa assim: um caixa de supermercado precisa ser CLT; o entregador do iFood é autônomo. Para os estabelecimentos, fará muito mais sentido diminuir a dependência de contratos CLT e apostar num modelo de negócios que dependa cada vez mais de profissionais autônomos que trabalham quando quiserem.
Em São Paulo e em outras grandes cidades, há a figura do shopper. Um autônomo que vai ao mercado e faz suas compras. Em alguns casos, ele sequer vai mesmo ao mercado, mas recolhe tudo direto no estoque, embala, e manda para o entregador (que é outro autônomo). Essa turma ganha por produção.
Bom? Ruim? Bem, é o que é. Vocês pediram e vão ter.
[1] Da insuspeita CartaCapital ("Contratos 6×1: a cara do Brasil que trabalha demais e ganha de menos")
O cara acredita que empresário no brasil é o velho Havan, dono Renner ou uma multinacional.
Mas na realidade o empresário brasileiro é o cara da padaria, da mercearia, da distribuidora de bebidas, do restaurante pequeno tentando sobreviver num país que é tóxico a liberdade econômica.
Pra esse cara, 4 horas por funcionário fazem diferença sim no fim do mês e pode ser a diferença entre continuar funcionando e ir a falência.
E não porque ele é "fracassado", mas porque o custo de empreender no Brasil é absurdamente alto, é imposto, é taxa, é fiscal, é burocracia, insegurançajuridica e a maravilhosa "justiça" do trabalho.
Como sempre, a esquerdalhada olha pro topo da pirâmide e acaba ferrando justamente quem tá na base tentando sobreviver.
E o pior, os trata com desprezo.
O Brasil virou o país das PJs.
Sem escala 6x1 e com CLT mais cara, vão acabar de matar a carteira assinada.
Os Ubers e motoboys já sabem.
Você vai ser o próximo.
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Deixa eu te mostrar a matemática que ninguém te conta.
Contratar com carteira assinada no Brasil:
A empresa paga 71,4% a mais sobre o salário em encargos.
Maior percentual entre 90 países pesquisados.
Nos Estados Unidos, esse custo é 8,8%.
O Brasil cobra 8 vezes mais que os EUA pra te registrar.
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O que isso faz com o seu salário.
Um CLT custa pra empresa entre 1,7 e 2,3 vezes o que ele recebe.
Você ganha R$ 3 mil. A empresa gasta R$ 6 mil.
Os outros R$ 3 mil não vão pro seu bolso.
Vão pro governo.
Você é caro pra empresa e pobre pra você mesmo.
Ao mesmo tempo.
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Então a empresa faz a conta.
"Pra que CLT, pagar 71% de encargo, 13º, FGTS, férias, multa e risco trabalhista?"
"Contrato PJ. Pago 30 a 50% menos. Sem processo."
E é isso que está acontecendo.
1,5 milhão de brasileiros largaram a carteira assinada pra virar PJ.
Não é precarização imposta.
É fuga matemática.
Motoboy é PJ. Uber é PJ. Médico é PJ. Programador é PJ.
A elite produtiva já saiu da CLT.
Sobrou quem não tem escolha.
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E agora o Brasil torna a CLT ainda mais cara.
Fim da escala 6x1. Menos horas, mesmo custo.
Sabe o que a empresa faz quando o trabalhador encarece?
Contrata menos. Demite. Terceiriza. Pejotiza. Automatiza.
Quem encarece o trabalhador não protege o trabalhador.
Mata o emprego dele.
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Nos Estados Unidos o trabalhador não tem 13º, não tem FGTS, pode ser demitido no mesmo dia.
E ganha 5 vezes mais que o brasileiro.
Porque a empresa que não queima 71% em encargo sobra dinheiro pra pagar salário.
Lá, a proteção é o salário alto.
Aqui, a proteção é a desculpa pro salário baixo.
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O Brasil não está protegendo o trabalhador.
Está empurrando ele pra fora da carteira assinada.
E chamando isso de direito.
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Você não escolhe onde nasce.
Mas escolhe onde seu dinheiro trabalha.
E o seu dinheiro não precisa ficar preso num país que pune quem produz.
AtlasValorum .com.br
a pior parte do debate da escala 6x1 é a demagogia
os patroes nao sao contra os trabalhadores pq eles dependem da força de trabalho deles pra ganhar dinheiro
os trabalhadores nao sao contra os patroes pq é graças à empresa deles q eles ganham dinheiro
quem coloca um contra o outro é quem ta no poder
pro leviatã estatal é ótimo q o povo ta se digladiando tentando vencer uma discussao q na verdade nao tem fundamento algum
obvio q ninguem quer ficar trampando 6 dias da semana e "descansar" apenas 1, só q a fome do leviatã é grande, ele nao vai abrir mao dos 27% de tudo q o trabalhador ganha e muito menos de 20% de tudo q a empresa fatura, e esse deveria ser o real debate
pq o leviatã precisa tirar tanto de quem produz? e pior ainda: depois de arrecadar tanto, onde estao os benefícios dessa arrecadaçao?
a escala de trabalho é insalubre pq o trabalhador e o empregador pagam muito ao leviatã, é basicamente uma escravidão velada
mas é uma batalha perdida pra nós do baixo escalão, viveremos constantemente em guerra uns contra os outros enquanto os agentes do leviatã estarao unidos em festinhas secretas abusаndo de criаnças, usando droga e rindo da nossa desgraça
que Deus tenha misericórdia dessa nação