Dia 309.
Todos os dias eu posto um vídeo de Jair Bolsonaro FALANDO, desde que bloquearam suas redes sociais. Querem silênciar o maior líder político da história do Brasil, não vamos permitir, nós seremos sua voz!
FALA, PRESIDENTE BOLSONARO! 📢
A notícia de que a banda podre articula para afastar Mendonça da relatoria do Master é devastadora.
Toffoli foi afastado por estar envolvido. Agora querem afastar Mendonça por punir envolvidos?
O STF não tem mais nenhuma vergonha mesmo
Vocês entendem agora por que tanta revolta da esquerda com algo que deveria ser consensual? Entendem contra o que estamos lutando? Não se trata de gostar ou não do @FlavioBolsonaro. Faça apenas a reflexão mais óbvia possível e verá que não tem como não ter lado nesta história.
O jornalista português Sérgio Tavares, comentarista da Auri Verde Europa, faz um balanço do 14º Fórum de Lisboa, evento apelidado por críticos de "Gilmarpalooza" por ser promovido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, e reunir ministros, magistrados, políticos, empresários e autoridades de diversos setores. Durante sua análise, Tavares comenta os principais debates do encontro, os temas discutidos, os bastidores do evento e suas repercussões políticas no Brasil e no exterior.
📸 Reprodução / Auri Verde Brasil
O Brasil planeja emitir títulos da sua dívida soberana na moeda chinesa.
Traduzindo: Lulla pretende pegar dinheiro emprestado com a China em uma clara provocação aos EUA.
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@lordivan22
Grave👇🏻
Em 2019, logo no primeiro ano do governo Bolsonaro, o senador Eduardo Girão (eleito na onda bolsonarista de 2018 com os votos da direita e dos conservadores) se uniu à esquerda, a Simone Tebet, a Randolfe Rodrigues e ao resto da oposição para derrubar o decreto do presidente Jair Bolsonaro que flexibilizava o porte de armas.
Girão votou na CCJ e no Plenário do Senado a favor do PDL que sustava o decreto de Bolsonaro, ajudando a aprovar a derrubada por 47 a 28. Ele trabalhou lado a lado com a esquerda para manter o Estatuto do Desarmamento — aquela lei maldita da era Lula e Dilma — e impedir que o cidadão de bem tivesse mais facilidade para se defender.
Eleito com os votos da direita, Girão traiu a expectativa daqueles que o colocaram no Senado e se tornou um dos principais obstáculos à agenda de segurança pública do governo Bolsonaro. Em vez de apoiar a liberdade de autodefesa, ele deu uma vitória importante para o desarmamento e para a esquerda logo no início do mandato.
Não foi só Girão, claro. Outros como Esperidião Amin (PP-SC) também votaram contra o decreto de Bolsonaro. Mas o fato é que Girão, que se elegeu surfando na onda da direita, entregou exatamente o que a esquerda queria: a manutenção do desarmamento do povo brasileiro.
Hoje ele tenta se passar por conservador e de direita, mas sua trajetória mostra o contrário: quando a direita precisou dele para entregar uma vitória concreta, Girão escolheu o lado do controle de armas, o lado da esquerda, ele escolheu o lado contrário a liberdade.
Bolsonaro denunciou o caso na época, mas as autoridades fizeram vista grossa e tentaram atribuir a responsabilidade a ele.
O inquérito investiga a compra frustrada de 300 respiradores pulmonares durante a pandemia de Covid-19. Os equipamentos foram pagos antecipadamente, porém nunca foram entregues.
Segundo a PGR, há indícios de que atos de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio relacionados ao caso tenham se estendido ao período em que Rui Costa ocupava o cargo de ministro da Casa Civil.