@ProfessorBellei Mais uma serpente revelada... Oremos pra que Flavio quando eleito aprenda com os erros do pai e deixe de dar ouvidos ao feminismo infiltrado na direita como Eduardo já alertou inclusive.
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Há algum tempo, venho percebendo a tentativa de transformar a direita em um movimento feminista radical. Não posso aceitar calado que sequestrem o movimento conservador bolsonarista para uma agenda ideológica que considero antinatural e agressivamente antimasculina. A atual tentativa de aprovar a chamada “Lei da Misoginia”, por agentes públicos eleitos sob a batuta do bolsonarismo, deve ser completamente repudiada. A inserção de conceitos e da linguagem do movimento feminista radical na pauta política da direita não pode ser aceita ou normalizada, pois há quem almeje usar o escudo de proteção do bolsonarismo para impor uma agenda que consideram prejudicial à população.
Nunca antes na história humana homens e mulheres se viram como concorrentes em guerra. Pela primeira vez, homens e mulheres foram colocados em uma disputa artificial, e as consequências dessa guerra planejada têm sido desastrosas, principalmente para as mulheres. A ferocidade do discurso feminista, segundo essa visão, atingiu tal nível que a própria estrutura burocrática do Estado estaria sendo moldada para perseguir e subjugar homens. Décadas de hostilidade na mídia, na academia e em organizações institucionais teriam afastado do tecido social a percepção de fraternidade e complementaridade que sempre regeram as relações entre os sexos. O lar passou a ser retratado como um lugar de martírio e sofrimento; o matrimônio, como uma forma de escravidão; e a família foi colocada de lado como um estorvo, um inconveniente que supostamente atrapalha a mulher moderna.
A agenda de valores da direita, sob essa perspectiva, visa resgatar a fraternidade entre os sexos, e não ampliar conflitos por meio de leis consideradas persecutórias e draconianas. Defende-se que parlamentares que apoiem propostas alinhadas ao feminismo sejam cobrados, sejam deputados ou senadores. Também se sustenta que o bolsonarismo não deveria ser utilizado como justificativa para pautas vistas como anticristãs e antifamília. Argumenta-se que a misoginia a ser combatida seria aquela atribuída ao próprio movimento feminista, entendido como responsável por distorcer o papel da mulher. Essa visão conclui com um chamado à mobilização política e à defesa do que considera valores tradicionais.
Juntos somos mais fortes. Que Deus una e abençoe a comunhão fraterna advinda da singularidade de cada um dos sexos.
@FlavioBolsonaro Senador não cometa os mesmos erros do seu pai, o Brasil precisa ir pra um caminho conservador de verdade o povo não aguenta mais a lacração...
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@BolsonaroSP Graças a Deus pelo seu despertar! Antes tarde do que nunca... Espero que seu irmão tenha a mesma percepção do problema que é o feminismo e trabalhe para resgatar os verdadeiros valores cristãos. 🙏🇧🇷👨👩👧🗽
Depois da 2a Guerra Mundial os EUA poderiam ter transformado a Europa em uma colônia. Ao invés disso criaram o Plano Marshall. Japão e Alemanha, derrotados, foram reconstruídos como democracias, protegidas até hoje pelo escudo nuclear da OTAN. Foi a influência americana que impediu o ditador Vargas de aliar o Brasil ao Eixo fascista. Antiamericanismo é uma doença infantil, um sintoma de deficiência cognitiva, intelectual e moral.