“Eles se formam em academia de primeiro nível na Europa. Nós viemos da terra colorada, jogando descalços nessa terra, com o sacrifício dos pais para levar as crianças para treinar”
— Gustavo Alfaro, técnico do Paraguai, após eliminar a Alemanha e passar às oitavas
No início de junho, mais de 50 mil médicos e pesquisadores se reuniram no maior congresso de oncologia do mundo, realizado em Chicago, nos Estados Unidos. Juntos, eles aplaudiram de pé – até emocionados e com lágrimas nos olhos – o resultado de um estudo clínico. A cena, que é incomum em eventos científicos como esse, foi uma celebração do resultado da daraxonrasib, uma pílula que dobrou a sobrevida de pacientes com câncer de pâncreas, considerado o tipo de câncer mais letal pelos médicos.
Na última semana, a boa notícia veio de Ribeirão Preto: pesquisadores da USP anunciaram que a terapia CAR-T Cell, que modifica as células do sistema imunológico, apresentou quase 90% de eficácia em pacientes com linfoma, um tipo de câncer no sangue. A tecnologia foi totalmente desenvolvida no Brasil, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que pretende incorporar o tratamento ao SUS.
Neste episódio, @NatuzaNery entrevista dois médicos. Primeiro, ela conversa com o oncologista Fernando Maluf, que explica o funcionamento da daraxonrasib e conta o que há de mais moderno no tratamento contra o câncer. Depois, quem participa é Diego Villa Clé, coordenador da pesquisa que desenvolveu a terapia CAR-T Cell na USP-Ribeirão Preto. Também neste episódio, Paulo Pelegrino, um dos pacientes deste tratamento experimental, relata parte do processo de remissão de seu câncer. OUÇA ==> https://t.co/Afzj972NCc #g1 #oassunto
@toninhodocall Eu o conheci está semana, após um react de um canal brasileiro sobre o show do Tiny Desk que ele fez.
Simplesmente não consigo tirar as músicas Cuestiones e Recordé da cabeça. Ele é um cara que respeita suas raízes e nosso povo sulamericano.
https://t.co/fHe4jo449I
Flavio não pediu a inclusão das milícias como terroristas, porque pela lei americana cooperar com milícias passaria a ser punido lá, e não caberia bem se Trump descobrisse que Flavio já condecorou miliciano na Alerj e empregou família de miliciano em seu gabinete.