Filipe Martins, inocente, cristão exemplar, continua sendo torturado até hoje pelos defensores de um regime que defende narcoterroristas e tiranias.
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Felipe Martins não pode cair no esquecimento.
E talvez essa seja uma das batalhas mais importantes deste momento: impedir que o tempo seja usado para apagar pessoas, histórias e injustiças.
Enquanto muitos fingem que nada aconteceu, o professor e amigo de Felipe, Rafael Nogueira, segue mantendo viva a memória de alguém que se tornou símbolo de um período sombrio da política brasileira. Isso importa. E importa muito.
Porque quando um país começa a normalizar silêncio forçado, censura, isolamento e perseguição política, o esquecimento vira ferramenta de poder.
Felipe Martins deixou de ser apenas um nome do debate político. Hoje, para muita gente, ele representa o alerta de que garantias fundamentais podem desaparecer quando convém ao sistema.
É justamente por isso que não podemos permitir que sua história seja enterrada pela conveniência, pelo medo ou pela narrativa dominante.
A memória incomoda. A lembrança impede versões fabricadas. E pessoas como o professor Rafael Nogueira @r_nog entendem perfeitamente isso.
Manter Felipe Martins vivo no debate público é também defender o direito de um país olhar para os próprios excessos e não aceitar que injustiças sejam tratadas como algo normal.