Gilberto Silva tem uma frustração que carrega até hoje.
O jogo do Brasil contra a França em 2006.
"Não consegui marcar o Zidane como eu deveria. Era o meu papel."
Ele já havia enfrentado o Zidane naquele mesmo ano pela Champions.
Conhecia o jogo dele. Mas, mesmo assim, não adiantou...
"Eu, Juninho Pernambucano, todo mundo que jogou no meio — ninguém conseguiu. Parecia que tinha um espírito de Garrincha misturado ali."
"Nunca consegui assistir aquele jogo de novo. Até hoje dói."
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Vampeta não pegou leve!
"De 94 pra cá, pra mim essa é a seleção mais fraca — no coletivo e no individual."
Pra ele, o Brasil de 2002 era infinitamente superior.
E não faltam argumentos:
Naquela Copa, vários jogadores disputavam o posto de melhor do mundo ao mesmo tempo — Ronaldo, Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho, Cafu e Roberto Carlos.
E olha que, segundo Vampeta e Mauro Beting, craques como Romário, Edmundo, Jardel, Amoroso, Elber, Sonny Anderson, Djalminha, Paulo Nunes, Marcelinho Carioca, Zé Roberto, Serginho e Emerson nem foram convocados ou ficaram pelo caminho.
Muitos seriam titulares em qualquer seleção atual.
Mesmo assim, Vampeta faz questão de reconhecer a qualidade da geração de 2026:
"Não quer dizer que os caras não joguem. Jogam muito."
Mas aí soltou a frase que resumiu o pensamento do ex-atleta:
"Não é vinho."
Neymar tem 34 anos.
Casemiro está mais velho.
O núcleo da seleção não é mais o mesmo de quando esteve mais perto do topo.
Não é um pessimismo exacerbado do velho Vamp.
É a visão de quem foi campeão do mundo em 2002 e hoje observa tudo de fora.
Você concorda com ele?
🎙️ Papo de Campeão | Canal Mauro Beting e PVC — link abaixo
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Falcão perguntou a Ancelotti: existe diferença entre a pressão do torcedor italiano e a do brasileiro?
O treinador, com uma bagagem que passa por gigantes como Milan, Real Madrid, Chelsea, PSG e Bayern, não precisou de tempo para refletir.
"O amor que o povo brasileiro tem pela seleção é único. Não há nenhum país no mundo que tenha esse carinho e essa entrega."
O comandante da seleção mais amada do planeta está pronto para o maior desafio de sua carreira.
🎙️ Confira o papo completo no "Bola-Bola com Falcão" — link abaixo
Felipe Melo era um personagem inevitável.
Quando Dunga o convocou, a pergunta estava no ar antes mesmo da coletiva acabar.
O PVC foi direto, num corte que virou icônico:
"Por que a gente deve acreditar que o Felipe Melo da Copa do Mundo será diferente do Felipe Melo da Juventus desta temporada?"
Felipe Melo não gostou.
"Eu trabalho com números. Quando o Felipe Melo não jogou (seis jogos), a Juventus perdeu cinco. Então eu não concordo com você."
O Paulo Vinicius tinha os dele também:
"A Juventus fez a pior campanha em 40 anos com você jogando."
"Calma aí... Você não deve entender futebol."
"Eu acho que ele desligou."
O trailer da Copa foi exibido ainda na fase de preparação.
Num amistoso contra o Chile, Felipe Melo fez tudo em 90 minutos — um pênalti, uma agressão e um calcanhar entregando a bola pro adversário como presente.
"Chegar duro na bola é futebol para homem. Agora para expulsar?"
Na Copa, contra a Holanda, ele abriu o jogo com um passe rasgando a defesa inteira para achar o Robinho. Brasil 1 a 0.
Depois o caldo entronou.
Fez um gol contra. Virada da Holanda.
Pisou no Robben que estava caído no chão.
Expulsão.
Brasil eliminado.
"Esse filme, o trailer foi passado várias vezes."
🎙️ Por onde Andrey — link abaixo
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André Rizek sentiu na pele a fúria da blindagem que cerca o camisa 10 da Seleção Brasileira.
Conhecido por suas críticas contundentes ao comportamento de Neymar fora das quatro linhas e por ter cravado recentemente que estava “difícil imaginar o jogador na Copa”, o apresentador do SporTV foi hostilizado em coro por parte do público presente no estádio durante a transmissão ao vivo.
Quem não teve paciência nenhuma para a intolerância das arquibancadas foi o próprio jornalista, que usou o X (Twitter) para rebater a polarização cega que invadiu o futebol brasileiro:
"O que eu lamento de gente intolerante e limitada assim é a total incapacidade de conviver com quem pensa diferente deles - e que automaticamente vira 'petista'. A seleção não é de direita, nem de esquerda. É de todos os brasileiros".
Rizek concluiu focando no futebol e o buraco defensivo do esquema 4-2-4:
"Estamos todos no mesmo barco (fodido) desse país. 'Deixem as eleições pra depois'. E os três volantes pra agora. Bom dia a todos e Coragem, Ancelotti!".
A realidade é que a Seleção Brasileira viaja para o Mundial dividida entre o marketing de um "tótem" baleado e a necessidade real de arrumar o meio-campo com urgência.
Você concorda com o Rizek que a torcida perdeu a linha na espetacularização política ou o jornalista colheu o que plantou ao cornetar o craque?
📹 Assista aos bastidores da confusão e ao debate completo no link abaixo 👇 #SeleçãoBrasileira #Neymar #AndreRizek #Ancelotti #Maracanã #CopaDoMundo #Resenha