O que esta acontecendo com o Flamengo? Nossa base promissora esta sendo entregue a preço de banana para clubes de portugal( Ta estranho ein Boto). Melhor emprestar para clubes pequeno de primeira divisão! @ghdandochoque@JulioMiguelNeto@PapaRubroNegro@simpraisa@geglobo
É verdade que isso foi feito para ABAFAR os crimes de Moraes. Entretanto, não era um “AMIGO”, mas um então ASSESSOR dele. Zema saiu comendo banana quando falaram do Dark Horse e Nikolas promoveu o BolsoZema, ficou calado no caso do Eduardo e Flávio. Cocô Instantâneo zombou e fez campanha contra Flávio. Toda a direita limpinha saíra para defender o Nikolas ESQUECENDO que não fizeram isso pelo Flávio, sendo que o caso é O MESMO. E aqui está o problema, Lucas.
Lideres do @STF_oficial@MPF_PGR@SenadoFederal ainda tem duvidas de corrupção da parte de um ministro, coso do ditador Alexandre de Moraes? Brasil esta de olho em vocês Edson Fachin, Gonet e Alcolumbre e amando André Mendonça homem valente e corajoso. @MinAMendonca#Justiça
Qual é do BAP e BOTO Compram jogadores jovens por 5 a 10 milhões de times da america do sul, e jogadores da base, mesma idade até melhores, o caso do menino que foi para Benfica de graça que vai arrebentar la, e agora o guilherme por merreca @Flamengo@PapaRubroNegro@flazoeiro_
Quem é Alexandre de Moraes?
O PCC. Os contratos. As investigações arquivadas. Uma linha do tempo que os grandes veículos não juntaram num só lugar.
1 - Alexandre de Moraes passou mais de uma década dentro do sistema prisional paulista — primeiro como gestor público, depois como advogado de empresas investigadas. O PCC cresceu em paralelo, nos mesmos espaços, nos mesmos contratos.
Em 2002, Moraes deixou o Ministério Público para assumir a Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania do governo Alckmin em São Paulo. Em agosto de 2004, acumulou a presidência da FEBEM — o sistema de internação de menores infratores, considerado o coração da estrutura onde o PCC recrutava.
O PCC havia sido fundado em 1993 dentro do sistema prisional paulista e, ao longo das décadas de 1990 e 2000, se espraiou pelas cadeias, penitenciárias e unidades de internação de menores. A FEBEM fazia parte dessa estrutura, e Moraes a presidia.
Em fevereiro de 2005, sob pressão por denúncias de tortura e uma onda de rebeliões, Moraes demitiu de uma só vez 1.751 monitores da FEBEM — a maior demissão em massa da história da instituição. Alckmin chamou de “plano radical para afastar a banda podre”. A Justiça considerou a demissão arbitrária e ilegal. Todos os funcionários foram reintegrados e o rombo chegou a R$ 38 milhões em ações trabalhistas. O caso foi até o STF, que deu ganho de causa aos trabalhadores. Moraes deixou a FEBEM em maio de 2005.
Em maio de 2006, o PCC executou o maior ataque coordenado da história de São Paulo: 293 ações em 6 dias, 152 mortos entre policiais, agentes penitenciários e civis. A facção que havia crescido dentro do sistema onde Moraes atuou paralisou o estado inteiro.
Quem governava São Paulo naquele momento era Cláudio Lembo, vice de Alckmin. Sem controle da situação, o governo negociou diretamente com Marcos Camacho, o Marcola, líder máximo do PCC preso no Presídio de Presidente Bernardes. A negociação foi conduzida pela advogada Iracema Vasciaveo e há registro do processo (1352/06). O governo nunca admitiu formalmente o acordo.
Moraes não estava no governo em 2006 (havia saído em 2005). Em 2007, entrou na gestão Kassab como secretário de Transportes, acumulando a presidência da SPTrans e da CET, com orçamento de R$ 5 bilhões sob seu comando.
Kassab era o prefeito sob cuja gestão o Consórcio Leste 4 — formado por empresas investigadas por lavar dinheiro do PCC — foi contratado pela SPTrans em 2007. Moraes presidia a SPTrans no período em que os contratos foram assinados.
Em 2010, Moraes saiu do governo e abriu escritório de advocacia. Foi nesse período que dois casos o colocaram ao lado de investigações sobre crime organizado e corrupção.
O primeiro: o GAECO investigava empresas de ônibus e cooperativas suspeitas de lavar dinheiro do PCC, entre elas a Transcooper, da qual Alexandre de Moraes era advogado. Em março de 2014, a Polícia Civil flagrou o deputado Luiz Moura (PT) reunido na sede da Transcooper com pelo menos 13 suspeitos de integrar o PCC. O Consórcio Leste 4, contratado pela SPTrans entre 2007 e 2010 (período em que Moraes presidia o órgão), era formado por empresas cujos sócios eram investigados por lavagem de dinheiro da facção.
O segundo caso veio em 2016. A Operação Acrônimo da PF apreendeu documentos com o nome de Moraes numa planilha na mesa de um executivo da construtora JHSF. Na mesma planilha havia valores e as siglas PT e PSDB. O proprietário da JHSF confirmou em depoimento que se tratava do ministro da Justiça, com pelo menos R$ 4 milhões pagos ao escritório de Moraes entre 2010 e 2014.
Continua...
Esse vídeo nunca esteve tão atual! Bolsonaro avisou.
Bolsonaro expressou publicamente sua indignação frente à conduta imoral de Moraes, reconhecimento que apenas agora chega ao mainstream jornalístico.
“Minha esposa não tem escritório de advocacia.”🎯
Essa escala 5x2 esta expulsando as empresas do Brasil para o Paraguai, fora as noticias das empresas ancoras fechando as portas indo para on line porque contratar não vale mais a pena grças essa escala!
Parabéns Lula o senhor esta fudend0 o Brasil!
Tem gente que joga contra os interesses dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil, mas o nosso governo está mobilizado para a aprovação do fim da escala 6x1, sem redução do salário. O povo trabalhador que movimenta este país merece ter mais tempo para o lazer, para cuidar da saúde e para acompanhar o crescimento dos filhos.
É sobre tempo para a família.