Colombia's evangelical churches all campaigned for far-right candidate Espriella, who is openly atheist.
Evangelical Chrisitianity is not a religion, it's a psychological operation (funded by US) to turn Latin Americans into slaves. Why are churches allowed foreign funding?
Ontem eu já vi um vídeo "humorístico" fazendo piada com quem paga com Pix invés de cartão de débito.
Preparem-se para conteúdos parecidos daqui pra frente.
pra mim o cara ser figura política no brasil e ficar indo pros EUA vender informação privilegiada, incitar intervenção e trocar a autonomia do país dele por capital político é papo de ir preso por traição à pátria.
Será a primeira copa do México sem nenhum jogador no particípio desde 1998
2022 - 1 (Guardado)
2018 - 1 (Guardado)
2014 - 2 (Guardado e Pulido)
2010 - 2 (Guardado e Torrado)
2006 - 2 (Guardado e Torrado)
2002 - 1 (Torrado)
Imagina achar que a torcida de um país tem que se prestar ao papel de abrir bandeirão de patrocinador no estádio. Quem teve essa ideia tinha que ser demitido.
Porra, se era bandeirão de patrocinador, pior ainda.
Vão deixar as marcas invadirem o espaço que é do torcedor? Pagar uma grana alta no ingresso pra ficar debaixo de pano com nome de empresa?
O cara foi HERÓI.
@Byanu Faculdade dos EUA / Faculdade do Brasil
Qualquer demente consegue fazer cherry picking pegando as melhores fotos de um lugar para comparar com as piores fotos de outro lugar.
@danibecouto1898 Sendo ou não do Flamengo, de foda forma... bandeirão de patrocinador é meu ovo. É propaganda em placa, camisa, parede, telão se o Militão estivesse até na testa dele. Aí vai subir bandeirão pra patrocinador? É o caralho! Ninguém ali tá recebendo pra fazer propaganda
🇧🇷🇺🇸 Os EUA possuem uma série de organizações criminosas que atuam em seu território, como os Bloods, Crips e MS-13, realizando as mesmas atividades criminosas que o PCC e CV, no entanto, essas organizações nunca foram declaradas como terroristas.
Mesmo declarando "guerra às drogas" em 1971 e desde então perseguindo essas organizações, os EUA não conseguiram acabar com nenhuma delas, seja com combate policial direto ou "asfixia financeira". Em nenhum momento, o governo dos EUA sequer cogitou declarar as gangues, cartéis e máfias que atuam em seu território como "organizações terroristas", até porque, assim como o PCC e CV, esses grupos não atuam por motivações políticas, ideológicas ou religiosas, mas apenas em busca de lucro com o tráfico de drogas, armas e demais crimes.
Essas organizações criminosas dos EUA inclusive dominam territórios inteiros, assim como as facções do Brasil. Por exemplo, o bairro de Compton em Los Angeles é famoso por ser dominado pelos Crips, inclusive com tiroteios recorrentes em guerras por controle de território de tráfico de drogas. Em Nova York, no bairro The Bronx, a situação é semelhante em algumas regiões, além de cidades como Atlanta que também possuem forte atividade de gangues e cartéis.
Além de não conseguir combater a criminalidade dentro do seu próprio território, no âmbito internacional, os EUA já realizaram intervenções contra cartéis do México e Colômbia, também sem sucesso em desmantelar essas organizações criminosas.
Portanto, a classificação do PCC e CV está muito mais relacionada com a utilização de mecanismos legais internos, como leis de sanções econômicas direcionadas e possibilidade de intervenção militar, para pressionar o governo e empresas brasileiras, dessa forma impondo os interesses dos EUA dentro do Brasil.
No momento, o caso mais emblemático é o do Pix. Em 2025, o governo Trump abriu uma investigação comercial contra o Pix, alegando que o sistema de pagamentos brasileiro está "prejudicando comercialmente" empresas dos EUA, em especial as operadoras de cartões de crédito Visa e Mastercard. Após classificar o PCC e CV como organizações terroristas, o governo dos EUA poderá usar mecanismos legais para simplesmente acusar o Pix de ser um sistema utilizado para transações financeiras de "organizações terroristas", abrindo a possibilidade de sancionar bancos que ofereçam o Pix como meio de pagamento.
O "combate ao narcoterrorismo" dos EUA age como pretexto para justificar ações de guerra híbrida ou guerra de 5ª geração contra o Brasil, um tipo de conflito que envolve a lawfare (guerra por meio de leis), psyops (desinformação), sabotagem e pressão econômica para pressionar uma nação a ceder aos interesses de outra potência. Dessa forma, os EUA poderão pressionar o Brasil a ceder sua soberania sobre setores estratégicos, como, por exemplo, limitar o uso do Pix em benefício da Visa e Mastercard, ou, até mesmo, ceder a exploração de terras raras e petróleo para empresas dos EUA usufruírem como bem entenderem.
Em lugar algum do mundo os EUA ajudaram a acabar com o crime organizado, portanto, não será no Brasil que essa situação será diferente.