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"NO EXISTE Cambio Climático, NO EXISTE Emergencia Climática"
El Dr. Clause Agregó: "La narrativa del Cambio Climático es una PELIGROSA CORRUPCIÓN QUE AMENAZA LA ECONÓMIA A NIVEL GLOBAL" ⚔️🔥
Existe uma frase em inglês que merece uma tradução urgente para o português.
Lulled into complacency.
Significa “ser embalado até a complacência”. Ser conduzido a um estado de falsa tranquilidade. Baixar a guarda. Parar de prestar atenção porque alguém convenceu você de que está tudo sob controle.
A vantagem do português é sua incrível capacidade de absorver conceitos complexos e transformá-los em uma única palavra:
Lular.
Lular (verbo): induzir alguém a acreditar que os problemas estão resolvidos enquanto eles continuam crescendo nos bastidores.
Vamos adotar?
@bellanna O q impressiona e revolta é a desfaçatez da parceria e coordenação das ações dessa grande Orcrim. O mal provocado por esses criminosos é milhõe$ de vezes maior e + abrangente q qualquer estelionatário fajuto desses de golpes cibernéticos. Estão subtraindo cidadania do nosso povo
GILMAR MENDES, IDP, MANDIC E A REDE SILENCIOSA DA ELITE TECNOCRÁTICA BRASILEIRA
O Brasil criou um modelo de poder muito mais sofisticado do que a velha política dos coronéis, dos currais eleitorais e dos caciques partidários. O novo poder brasileiro não precisa mais controlar apenas partidos. Ele controla formação. Controla certificação. Controla acesso. Controla prestígio institucional. Controla influência intelectual. Controla redes de relacionamento. E, acima de tudo, controla a fabricação das futuras elites nacionais.
É exatamente nesse ponto que o caso de Gilmar Mendes, do IDP, da família Schertel Mendes, da expansão de polos educacionais privados e da conexão histórica entre direito, saúde, tecnologia e formação institucional começa a revelar algo muito maior do que aparenta na superfície.
O Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa, o IDP, fundado em 1998 por Gilmar Mendes, Paulo Gonet e Inocêncio Mártires Coelho, jamais pode ser analisado como uma simples faculdade de direito. O IDP se tornou uma máquina de produção de influência institucional no coração do sistema jurídico brasileiro.
Enquanto a população discutia eleições, escândalos políticos e disputas ideológicas na televisão, uma outra engrenagem crescia silenciosamente em Brasília: a formação da elite togada da República.
Magistrados.
Promotores.
Delegados.
Advogados públicos.
Assessores parlamentares.
Membros do Ministério Público.
Consultores legislativos.
Ministros.
Pesquisadores.
Especialistas em direito constitucional.
Todos circulando em um mesmo ecossistema intelectual.
E o detalhe mais importante talvez seja justamente esse: o IDP não apenas ensina direito. O IDP ajuda a moldar como a elite jurídica brasileira pensa o próprio Estado.
Essa é a verdadeira dimensão do problema.
Porque o Brasil criou um fenômeno raro:
um ministro do Supremo Tribunal Federal que, simultaneamente, participa do centro decisório máximo da República enquanto mantém influência histórica sobre uma das maiores plataformas privadas de formação jurídica do país.
Gilmar Mendes não é apenas um ministro.
Ele é um eixo institucional.
Nomeado ao STF em 2002, atravessou governos de Fernando Henrique, Lula, Dilma, Temer, Bolsonaro e novamente Lula sem jamais perder centralidade. Sobreviveu a mudanças políticas radicais. Assistiu presidentes caírem, operações nascerem e morrerem, partidos implodirem e serem reciclados, e permaneceu como um dos homens mais influentes do país.
Isso cria um tipo de poder diferente do poder político tradicional.
O presidente depende da eleição.
O deputado depende do partido.
O senador depende do estado.
O ministro do STF depende da interpretação constitucional.
E quem interpreta a Constituição interpreta os limites do próprio poder político.
É aí que o IDP ganha outra dimensão.
O instituto se tornou uma espécie de centro gravitacional da elite jurídica brasileira. Congressos, pós-graduações, seminários, cursos, publicações, livros acadêmicos e relações institucionais passaram a orbitar essa estrutura.
O famoso “Curso de Direito Constitucional”, associado à produção doutrinária de Gilmar Mendes, se transformou em leitura obrigatória em inúmeras faculdades e concursos. Isso significa algo gigantesco:
o mesmo homem que participa da interpretação constitucional ajuda também a influenciar a formação intelectual daqueles que futuramente irão aplicar, estudar ou reproduzir essa interpretação.
Não se trata apenas de ensino.
Trata-se de produção de cultura jurídica.
E cultura jurídica é poder.
Porque juízes não nascem juízes.
Eles são formados.
Promotores não nascem promotores.
Eles são treinados.
Ministros não surgem do vazio.
Eles emergem de redes de influência acadêmica, institucional e política.
O Brasil gosta de fingir que tudo funciona apenas por mérito individual. Mas os centros de formação da elite sempre tiveram papel decisivo na construção do poder real.
E o IDP ocupa exatamente esse espaço.
Mas talvez o ponto mais revelador esteja na sucessão familiar dessa estrutura.
Francisco Schertel Mendes surge não apenas como filho de Gilmar Mendes, mas como continuidade institucional da rede construída ao longo de décadas.
Seu currículo mostra algo muito característico da nova elite tecnocrática brasileira:
formação jurídica de alto nível, atuação legislativa, presença em órgãos técnicos do Estado, trânsito acadêmico internacional e expansão empresarial.
Francisco Schertel Mendes foi consultor legislativo no Senado Federal, especialista ligado ao CADE, doutor em Direito pela UnB e pela Humboldt-Universität zu Berlin, além de assumir papel central na administração do próprio IDP como Reitor e Diretor-Geral.
Mas o mais interessante é observar como sua atuação ultrapassa completamente o universo acadêmico.
Ele também aparece ligado:
a empresas,
holdings,
escritórios de advocacia,
gestão institucional,
e até ao futebol brasileiro.
E esse ponto é fundamental.
O futebol, no Brasil, nunca foi apenas esporte.
O futebol é uma máquina de influência política, econômica e cultural. Federações, tribunais esportivos, direitos de transmissão, contratos, governança, compliance e certificações movimentam bilhões e atravessam relações de poder extremamente profundas.
Francisco Schertel Mendes tornou-se vice-presidente da Federação Mato-Grossense de Futebol e membro da Comissão Disciplinar da FIFA. Paralelamente, o próprio IDP passou a gerenciar a CBF Academy.
Isso muda completamente o alcance da instituição.
O IDP deixa de ser apenas um polo jurídico e passa a penetrar também no universo da formação esportiva, governança institucional e administração de uma das estruturas mais influentes do país: o futebol brasileiro.
Esse padrão revela algo maior:
as elites brasileiras descobriram que o controle mais eficiente não é apenas político.
É formacional.
Quem forma os futuros quadros controla o futuro.
Quem certifica especialistas controla legitimidade.
Quem domina a linguagem técnica controla o debate.
Enquanto isso, em outro eixo do país, Campinas se consolidava silenciosamente como um dos maiores polos tecnocientíficos brasileiros.
E aqui a história começa a ganhar uma camada ainda mais profunda.
A Faculdade São Leopoldo Mandic, oficialmente fundada em 2003, mas originada de um núcleo informal de m��dicos e dentistas desde 1972, surge exatamente dentro desse corredor estratégico de tecnologia, medicina, pesquisa e formação profissional.
O grupo foi estruturado sob comando da família Junqueira.
José Luiz Cintra Junqueira.
José Luiz Cintra Junqueira Filho, o “Zeca”.
Uma estrutura 100% familiar.
E novamente o padrão aparece.
Educação privada.
Formação de elite.
Saúde.
Hospitais.
Expansão territorial.
Especializações de alto valor.
Internacionalização.
Controle familiar.
A São Leopoldo Mandic deixou de ser apenas uma faculdade.
Transformou-se em um conglomerado de saúde e educação.
Hospitais.
Laboratórios.
Odontologia.
Medicina.
Pesquisa.
Mandic Digital.
Expansão nacional.
Presença em Portugal.
E o detalhe geográfico é extremamente relevante.
Campinas não é apenas uma cidade universitária comum.
Campinas é um dos principais centros tecnocráticos do Brasil.
UNICAMP.
Centros biomédicos.
Empresas de tecnologia.
Telecomunicações.
Pesquisa científica.
Indústria farmacêutica.
Biotecnologia.
Infraestrutura médica.
Corredores de inovação.
É um ambiente onde saúde, tecnologia, educação e capital privado passaram décadas se fundindo.
E então surge um nome curioso nessa narrativa:
Aleksandar Mandić.
Aqui é preciso ter responsabilidade intelectual:
não há prova pública de relação direta entre Aleksandar Mandić e a São Leopoldo Mandic.
Mas o simbolismo histórico do sobrenome e do contexto tecnológico chama atenção porque Aleksandar Mandić foi um dos pioneiros absolutos da internet brasileira.
Nascido em 1954, filho de imigrantes do leste europeu, começou sua trajetória técnica ainda nos anos 70 na Siemens, trabalhando justamente na área de automação industrial.
Esse detalhe é enorme.
Porque automação industrial, telecomunicações e computação eram setores extremamente estratégicos muito antes da internet virar fenômeno de massa.
Aleksandar Mandić entrou cedo demais em áreas que depois se tornariam a espinha dorsal da economia digital.
Em 1990, criou a MANDIC BBS.
Depois, com a chegada da internet comercial ao Brasil em 1996 e a associação com o GP Investimentos, nasce a Mandic Internet S.A., uma das pioneiras da internet brasileira.
Isso significa que Aleksandar Mandić participou diretamente da construção da infraestrutura digital nacional em um momento em que quase ninguém compreendia o impacto futuro da internet.
E isso conecta perfeitamente os mundos que estamos observando:
Direito.
Educação.
Saúde.
Tecnologia.
Infraestrutura digital.
Governança.
Formação institucional.
O Brasil do século XXI começou a ser construído muito antes das redes sociais e das guerras culturais.
Ele começou a ser desenhado quando certos grupos passaram a ocupar simultaneamente:
universidades,
centros jurídicos,
infraestrutura tecnológica,
hospitais,
setor educacional,
federações,
tribunais,
e plataformas de formação profissional.
O povo ainda acredita que o poder brasileiro está concentrado apenas no Congresso Nacional.
Mas o verdadeiro poder moderno está nas estruturas que fabricam legitimidade.
Faculdades.
Centros de pesquisa.
Instituições privadas de formação.
Conglomerados educacionais.
Plataformas de certificação.
Redes acadêmicas.
Infraestrutura tecnológica.
Produção doutrinária.
É isso que conecta o IDP, Gilmar Mendes, Francisco Schertel Mendes, a expansão da CBF Academy, a São Leopoldo Mandic, Campinas como polo tecnocientífico e a trajetória pioneira de Aleksandar Mandić.
Não necessariamente uma conspiração única.
Mas algo talvez mais poderoso:
uma arquitetura estrutural de continuidade de influência.
Porque as novas elites brasileiras entenderam algo que a velha política ainda não compreendeu totalmente:
quem controla apenas partidos controla governos temporários.
Mas quem controla educação, formação, tecnologia, certificação e legitimidade institucional controla gerações inteiras.
E talvez seja exatamente isso que esteja acontecendo silenciosamente no Brasil há décadas.
Enquanto o povo discute eleição.
As elites constroem ecossistemas permanentes de poder.
FONTES DE PESQUISA UTILIZADAS
IDP / Gilmar Mendes / Paulo Gonet / Inocêncio Coelho
https://t.co/p6aMTt85U1
https://t.co/okbDKJU4Kc
https://t.co/YpJ3CgoOKC
https://t.co/I5fc20tIUe
https://t.co/m1XhyyRUaH
https://t.co/t0yfI9BqBw
https://t.co/AD5m3c9LXt
https://t.co/2xFDPjESAP
https://t.co/LnxoBKZmEs
https://t.co/uRgafwBgWp
https://t.co/ItxfCQfDeb
Francisco Schertel Mendes / CBF / Futebol
https://t.co/aEXxh8L9uT
https://t.co/9fpFwtm6QW
https://t.co/VWQYgnJxqR
https://t.co/zeZqBgslea
https://t.co/1HFmZBNq7b
São Leopoldo Mandic / Campinas / Saúde / Educação
https://t.co/m3yX42n11y
https://t.co/ItyOOlorei
https://t.co/UtKtnP1Enk
https://t.co/6ZSRXgqjXu
https://t.co/H4g0ZtI9mQ
https://t.co/JSBZYrdDqU
Aleksandar Mandić / Internet Brasileira / Tecnologia
https://t.co/bMPi7wuqtU
https://t.co/pUqRbmWioc