Somos o Jamesons, uma página nerd de esquerda.
Todo dia trazemos conteúdos como: notícias, debates, e combate às fake news.
E sim, falamos de política, quando necessário, porque ela também vive na cultura nerd. Se curtiu o fio e ele te representou, segue a gente.
Até mais :)
Eu sei que esse posicionamento quase certamente me fará perder seguidores. Mas não estou preocupado com números. Se estivesse, seria muito mais fácil ficar quieto.
Meu compromisso é em defender aquilo que eu acredito. Aprendi isso com os heróis que tanto adoro.
E por favor, se poupe. Se discorda do nosso posicionamento, não precisa me xingar nos comentários.
Se você leu esses quadrinhos ou assistiu a essas obras e só prestou atenção nas lutinhas, ignorando a mensagem, paciência. Você fez o que pôde. Pena que pôde pouco.
Nestas eleições, vamos apoiar quem defenda o povo trabalhador, a soberania nacional, a democracia, a tolerância/respeito e o papel do Estado.
Foi isso que aprendemos com Homem-Aranha, X-Men, Superman, Star Wars, One Piece e tantas outras obras da cultura.
Nós acreditamos em um Estado forte, comprometido com a defesa do Estado de Bem-Estar Social. O mais forte deve proteger e amparar os mais frágeis.
Para enfrentar a desigualdade social, defendemos que o Governo tem papel essencial para garantir a dignidade e acabar com a fome.
Nós, do Jamesons, acreditamos em um mundo com menos ódio. Defendemos um governo cujos líderes não promovam, incentivem ou neguem a existência do racismo, do machismo, da homofobia e de todas as demais formas de intolerância.
E que criem Políticas Públicas para lidar com isso.
E quando essa retórica da liberdade de expressão ultrapassa os limites e começa a flertar com o autoritarismo e com a incitação a um golpe de Estado, não estamos mais falando de democracia, estamos falando de sua destruição.
O mais triste é que o Jefferson não é um caso isolado. Ele é apenas um entre tantos na estatística. Muitos não sobrevivem. Outros ficam com sequelas e traumas.
Quando se legitima o preconceito com liberdade de expressão, são os mais vulneráveis que pagam alto essa conta.
Em 2018, o Jefferson Anderson Feijó da Cruz foi espancado e abusado em uma festa. Ficou em coma, cheio de sequelas.
Ele estava comemorando a aprovação no vestibular. E sua vida foi arruinada por um crime de ódio.
A mesma homofobia que é usada de palanque pela Família Bolsonaro.
Usar essa liberdade para promover crimes de ódio, para atacar minorias, para legitimar preconceitos, isso não é opinião. É ameaça.
É risco real para milhares de pessoas que já vivem à margem, lutando diariamente por respeito, dignidade e sobrevivência.
"Ah, mas é a liberdade de expressão..."
Liberdade de expressão não é escudo para o ódio. Não é desculpa para transformar violência em discurso político. A liberdade de um indivíduo termina no exato momento em que começa a ferir a dignidade, a segurança e a vida do outro.
De que adianta se emocionar com os X-Men, se não reagimos quando um político afirma preferir um filho morto a um filho gay?
Isso não pode ser normalizado! O comentário já seria absurdo vindo de qualquer cidadão, mas de um Presidente tem peso para influenciar a sociedade.
De que adianta venerar os Rebeldes de Star Wars que sacrificaram suas vidas para deter o autoritário Império de Palpatine... se ficamos calados diante de uma tentativa real de Golpe de Estado no Brasil?
Existia um plano para matar o Presidente eleito do Brasil...
De que adianta assistir One Piece e adorar o Trafalgar Law, mas não se posicionar quando o Governo é negligente durante uma Pandemia?
Não se esforçaram pra ter vacina, desmereceram a Covid-19... a Família Bolsonaro carrega nas costas mais de 700 mil mortes por negligência.
Crescemos assistindo a tudo isso. Mas de que adianta, se no mundo real, diante de políticos que cometem atrocidades, escolhemos o silêncio?
Se, ao vermos líderes promovendo ódio e preconceito, permanecemos calados, o que realmente aprendemos com essas obras?
A política também está no Chaves. Lembram do episódio em que os mais abastados da vila se fartam de biscoitos enquanto lamentam a miséria do Chavinho?
E, ainda assim, ninguém lhe oferece uma única bolacha. A metáfora é do poder que fala e se indigna, mas não age.
Está no novo filme do Superman, um imigrante que escolhe a paz em meio ao caos, enfrentando interesses bilionários e inspirando outros a fazerem o mesmo. Um símbolo de coragem, justiça e esperança.