Igor 3K fez um vídeo esclarecendo toda a situação com o Monark, pois, segundo ele, muitas pessoas na internet estão espalhando narrativas distorcidas. Ele também falou sobre o Sérgio Sacani:
Igor também contesta a ideia de que foi "escolhido" pelo Monark ou que o Flow nasceu exclusivamente por iniciativa dele, dizendo que ambos entraram como parceiros desde o início. Antes de o Flow existir, Monark estava em um estado mental difícil. Igor conta que ia à casa dele e se deparava com diversos buracos de soco na porta. Monark estava sem renda fixa e longe da relevância que teve nos tempos de auge do YouTube. Igor conta que procurou o Monark em 2018 para criar um novo projeto, e o Monark sugeriu fazer um podcast.
Sobre a história do Flow, Igor deixa claro que a construção foi um trabalho conjunto entre ele, Monark e Jean, mas que a destruição aconteceu por responsabilidade exclusiva do Monark em 2022. O podcast, no auge da relevância, perdeu praticamente tudo: patrocinadores, contratos, monetização e, principalmente, reputação. Em vez de abandonar o projeto ou recorrer à Justiça, Igor diz que assumiu sozinho todas as dívidas, os funcionários e a missão de reconstruir a empresa, permanecendo no prejuízo por muito tempo até conseguir recuperar parte da credibilidade do Flow.
Igor também nega ter dado calote no Monark. Ele afirma que existe um contrato prevendo os pagamentos pela participação do ex-sócio, diz que vem pagando regularmente o valor acordado e sustenta que quem não cumpriu integralmente o contrato foi o próprio Monark, por não transferir oficialmente a marca Flow, como estava previsto. Monark, reagiu ao vídeo, e basicamente concordou com a maioria dos pontos do Igor, só falou que a parte do pagamento e algumas partes do contrato é mentira, e alegou que não respondem ele pra resolver. Além disso, Monark discorda completamente sobre a morte de reputação do Flow, e diz que, na opinião dele, a polêmica causado pelo "Monark Day" aumentou a reputação do Flow (???).
Sobre a difícil comunicação que Monark alegou, Igor esclarece que o ex-sócio enviou apenas uma mensagem, com um número novo, sem se identificar e apenas informando um número de conta bancária, e outra para um ex-funcionário que já não trabalhava mais no Flow. E isso ainda foi na época em que o número do Igor estava vazado e recebendo mensagens de todo o Brasil. Igor afirma que Monark tinha o contato de várias outras pessoas da empresa, como Jean e sua esposa, Mariana, mas não tentou procurá-las. Além disso, lembra que o estúdio do Flow continua no mesmo endereço de sempre e que Monark poderia ter ido pessoalmente ao local.
Por fim, Igor também respondeu às declarações de Sérgio Sacani, ex-apresentador do Podcast Ciência Sem Fim, que estava no guarda-chuva do grupo Flow. Ele afirma que Sacani nunca trabalhou sem receber e que, em diversas ocasiões, recebeu sem trabalhar. Igor conta que o apresentador faltava com frequência, desmarcava gravações em cima da hora e descumpria compromissos previstos em contrato, inclusive faltando a programa com convidado que veio exclusivamente de outro país. Esse comportamento obrigou a equipe a criar outros conteúdos para manter o canal ativo. Igor afirma que foi a falta de comprometimento de Sacani que inviabilizou a continuidade do projeto, e não uma suposta falta de apoio por parte do Flow.
Core lançou um vídeo contando mais sobre o caso judicial que ele venceu e agradecendo a todos que estiveram ao seu lado.
Pra quem não sabe, uma série documental sobre o Massacre de Realengo, produzida para a HBO Max, vinculou o Core de forma completamente injusta ao tema, alegando que o tipo de conteúdo que ele produz poderia transformar crianças nesses criminosos doentes. Foi uma acusação gravíssima e sem sentido, baseada em informações falsas e distorcidas, numa tentativa gratuita de destruir a carreira do Core, gerando um estresse imensurável que, infelizmente, culminou na morte de seu pai após um ataque cardíaco.
Felizmente, toda a comunidade, figuras da internet e da política, de diversos espectros e posicionamentos, se uniram em defesa do Core. Ele venceu o processo, e os responsáveis pela tentativa de difamá-lo foram condenados. Quem o conhece sabe que o Core sempre foi inocente nessa história. Ficamos felizes por sua vitória, por mais que seja meio amarga, e esperamos que ele consiga continuar divertindo sua comunidade mesmo nos piores momentos.
These are concentration camps.
These are concentration camps.
These are concentration camps.
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These are concentration camps.
These are concentration camps.
These are concentration camps.
In God of War (2018), you spend the entire game mourning a woman who never says a word. She's just a body you carry up a mountain. The next game makes her the hero. And in the old stories, she once fought Thor to a standstill.
Her name is Faye. She dies in the opening, and everything after is Kratos, the bald, furious warrior you play as, and his young son Atreus carrying her ashes to the highest peak in the world. You never hear her speak. You only ever see her wrapped in cloth, then burning on a funeral fire.
What the games slowly reveal is who she was. To the giants she was Laufey the Just, a warrior who led uprisings against Odin and his gods and shielded the weak from them, even breaking their prisoners loose. She fought Thor once and neither of them won. He was drunk at the time, fine, but Thor is the hardest hitter the gods have, so holding him off at all says plenty.
That famous axe Kratos throws and magically calls back to his hand was hers first. The dwarf blacksmiths Brok and Sindri forged it for her, built to match Thor's hammer, and she handed it down to Kratos before she died.
She also quietly set the whole story in motion. She could see the future, so she marked the trees around their home, arranged her own funeral, and aimed Kratos and Atreus straight at the journey that eventually topples Odin. The person steering all of it spent the entire time as a corpse.
Sony revealed God of War: Laufey at their June State of Play, with twenty minutes of gameplay. Everyone figured a prequel, since she's dead. Nope. Creative director Cory Barlog says it's "a continuation of the timeline," starting the moment after that funeral. Instead of resting in peace, Faye wakes up somewhere called the Everywhen, the afterlife of the gods. Dead gods from all kinds of myths claw over the last scraps of power there, and the plans she made to protect her family are already coming apart.
The fighting is built around her, not her husband. Kratos is slow and heavy and hits like a truck. Faye is quick and airborne, leaping and juggling enemies in the air with a magic sword. She can hit an enemy hard enough to knock its soul clean out of its body, then start wailing on the soul itself. Deborah Ann Woll, Karen from Daredevil, plays her again, and the character is modeled on her face. Her first sidekick is a talking jelly cube named Phranque, voiced by Jack Quaid from The Boys.
There's no release date yet, and it's PS5 only. The woman whose death powered two of the best action games ever made finally gets to fight her own war.
I AM FRANKELDA, Mexico's first stop-motion feature, premieres June 12. From directors Arturo and Roy Ambriz, protégés of Academy Award winner Guillermo del Toro.
In 19th-century Mexico, a gifted writer journeys into her subconscious to face the monsters she’s created.
The War of the Ninepenny Kings? So they called it, though I never saw a king, nor earned a penny. It was a war, though. That it was.
Brynden Tully cmm by the amazing @ anmenmai !
Arte do querido mais paranoico que temos pro #ArquivosSecretos!! Adorei introduzir um pouco de 3d no meu processo, ainda sou muito lerdo com blender mas só de fazer o simples já ajudou bastante #OrdemParanormal