Quem quiser governar Minas Gerais, precisa entender o tamanho dos desafios mineiros. E, mais que isso, convidar o povo, com franqueza e transparência, a fazer parte dos esforços para por em prática as soluções.
A propaganda tenta vender avanços, mas os dados mostram retrocessos. O governo lançou o slogan “Minas é pra frente” e, quase ao mesmo tempo, enviou à Assembleia uma previsão de déficit de 7,67 bilhões para 2027.
O slogan "Minas é pra frente" promete avanços. A planilha do próprio governo diz outra coisa: déficit previsto de R$ 7,67 bilhões para 2027. No artigo desta sexta-feira, 29 de maio, em @otempo, mostro por que quem não cuida das contas não cuida das pessoas. Leia ➡️ https://t.co/5FH22EcZ1l
Nos tempos de mídias sociais que vivemos, postar esse vídeo é quase um absurdo. Nele, admito que uma ação que pretendo implementar não será percebida de pronto. Trata-se de proposta de longo prazo numa era em que muita gente quer tudo no clique. Lamento dizer: no governo não é assim. O tempo da política pública duradoura é diferente do tempo da compartilhada.
Os homicídios ocultos cresceram 240% em Minas Gerais. Esse é o dado mais alarmante do Atlas da Violência, divulgado ontem. Esses homicídios são mortes violentas que não aparecem corretamente na conta oficial porque o Estado não conseguiu classificar como deveria.Enquanto a propaganda tenta vender que está tudo bem, os dados mostram outra realidade: os homicídios estimados em Minas Gerais subiram 25%, o maior aumento entre os estados brasileiros.
Nos primeiros 100 dias de governo, Minas Gerais vai conhecer quem recebeu tantos bilhões em benefícios fiscais ao longo desses oito anos. Tudo será revisto.
O governo estadual criou a publicidade “Minas é pra frente” e os números nos levam pra trás… Esse governo não acabou de chegar. Está no oitavo ano de uma gestão iniciada em 2019. Depois de quase uma década culpando o passado, ainda fala em desequilíbrio estrutural herdado. Quanto tempo mais será necessário?
Minas Gerais precisa começar agora uma conversa séria sobre como financiar a cultura quando o ICMS deixar de existir. Cultura não é gasto eventual. É desenvolvimento, emprego, identidade, renda e território. Nós temos uma base cultural viva e espalhada pelo Estado. Isso é patrimônio simbólico, mas também potência econômica, social e urbana. A pergunta é: o que Minas Gerais vai colocar no lugar? Eu prefiro construir essa resposta agora.
O ICMS vai acabar. O financiamento da cultura mineira, do jeito que existe hoje, também. No artigo desta sexta-feira, 22 de maio, em @otempo, escrevo sobre o desafio de construir um novo modelo cultural para Minas Gerais antes que o improviso vire colapso. Leia ➡️ https://t.co/Igk5Q2Ve0F
Muito me emocionou o depoimento da Edna Almeida Silva, que viveu em Ubá uma tristeza que ninguém deveria enfrentar. Uma história de amor, força, superação, encontrada também nas pequenas coisas.
Minas Gerais precisa aprender com essa dor. Enchentes não podem ser tratadas como fatalidade: precisamos de alertas rápidos, Defesa Civil preparada, drenagem, mapeamento de áreas de risco, prevenção, recuperação de córregos e rios.
E esse planejamento precisa acontecer o ano inteiro. Não dá para esperar o período de chuvas começar para agir. Cuidar das águas exige continuidade e presença com responsabilidade.
Gestão das águas é cuidado com gente. Como a própria Edna disse: quem ama, cuida.
Política, aliás, é a expressão surgida em Atenas que significa: cuidar das pessoas da cidade, pólis à época.
E é com amor, escuta, responsabilidade que se constroem ideias para uma Minas Gerais mais humana, mais preparada e mais segura.
Edna me emocionou. Muito.
🎥: Reprodução/Globo
Eu quero ser o governador das ferrovias. É difícil. Eu sei. Não existe solução mágica para mudar um estado que, durante décadas, foi empurrado para a dependência quase absoluta das rodovias. Só que alguém precisa fazer Minas Gerais voltar a sonhar com engenharia, planejamento e longo prazo. Há dinheiro. Falta vontade política.
Esse é um recado para você que faz parte da direita, é inteligente e honesto: você não precisa fazer parte de uma seita e você não precisa ter político de estimação.
Eu nunca pavimentei uma estrada com asfalto. Por isso, fui conversar com quem entende. O asfalto tem vida útil. Quando o Estado faz a manutenção no momento correto, o custo gira em torno de R$ 500 mil por quilômetro. Quando não faz, a água infiltra, destrói a base da pista e o custo explode. Veja como podemos mudar isso.
Infraestrutura não é gasto. É patrimônio. No artigo desta sexta-feira, 15 de maio, em @otempo, escrevo sobre estradas, manutenção, planejamento e por que Minas Gerais precisa parar de destruir valor para o futuro. Leia ➡️
https://t.co/Kt9bEzMahq
Hoje, entrevistei o Senador Carlos Viana, do PSD. A CPMI do Banco Master é urgente. Precisamos cobrar nossos senadores. Cleitinho e Rodrigo Pacheco precisam assinar. Cada unidade da Federação, além do Distrito Federal, possui três senadores que devem ser cobrados.
Você que não gosta de político corrupto, atenção: é sua chance… fique livre de uma seita que de honesta não tem nada. E, para deixar claro, quem disser que esse não é dinheiro público não sabe ligar os pontos… o Banco Master lucrou em cima de fundos públicos, dando o maior rombo da história no nosso Fundo Garantidor de Crédito. Eu sou um político que nunca encontrou Daniel Vorcaro e nunca contou com um centavo dele. E espero que todo político, de qualquer partido, que se lambuzou nesse escândalo encontre a justiça e a lei.
Eu não preciso nem do Palácio da Liberdade nem do Palácio das Mangabeiras para morar. Caso eu seja eleito governador, não se preocupem, prezados pagadores de impostos de Minas Gerais: eu já possuo residência na Capital. Com vista para a Praça Sete de Setembro, aliás. Um charme.