Engenheiro Civil e Economista formado pela UFF. Pós-graduação Eng de Prod./Finanças, UFF. Executivo do Mercado Financeiro desde 1992. Torcedor do Vascão!!! 🇧🇷
Há uma forçação de barra nessa narrativa do conflito de interesses - e chama atenção a insistência de parte da mídia em criar uma cortina de fumaça sobre algo que não é particularmente difícil de explicar.
Vamos aos fatos.
1. O Palmeiras não é uma SAF. Não pertence à família Lamacchia. Leila Pereira não é dona do Palmeiras. É presidente eleita e conselheira do clube.
2. No @VascodaGama, a situação é completamente diferente: Marcos Lamacchia pretende adquirir 90% da Vasco SAF. Se a operação for concluída, aí sim haverá um proprietário privado da SAF.
Portanto, não haverá “uma família dona de dois clubes”, nem “dois clubes com os mesmos donos”. Isso simplesmente não corresponde aos fatos.
E esse é o ponto mais absurdo (para não dizer outra coisa) que mais me incomoda: se a imprensa dispõe de jornalistas especializados, informação e todos os recursos necessários para explicar corretamente uma operação como essa, por que tanta insistência em embaralhar conceitos tão diferentes e vender ao público a ideia de propriedade comum????
Isso não significa ignorar que existe uma questão a ser examinada em razão da tão falada relação familiar existente. É uma discussão legítima, que deve ser tratada com rigor pelos órgãos competentes.
E não vejo por que antecipar conclusões. O Vasco e o potencial adquirente da SAF são os maiores interessados em que essa questão seja definitivamente esclarecida e em cumprir todos os ritos, exigências e salvaguardas que venham a ser estabelecidos para que a operação seja realizada com transparência e segurança jurídica.
Há ainda uma outra questão, distinta dessa discussão: Vasco/Vasco SAF estão em Recuperação Judicial. Isso traz seu próprio conjunto de controles e decisões submetidos ao acompanhamento da Justiça. A própria nova venda da participação na SAF e os financiamentos que vêm sendo discutidos estão sujeitos a esse escrutínio.
E tudo isso acontece num momento particularmente delicado para o Vasco.
Não bastassem as questões administrativas, financeiras, jurídicas e societárias, existe uma realidade muito mais imediata: o campo. O Vasco permanece na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro e precisa reagir para evitar mais um rebaixamento.
Ao mesmo tempo, convivemos com a definição da Nova SAF, a Recuperação Judicial, dificuldades financeiras e uma política interna novamente dividida - algo que infelizmente não é novidade na história recente do Vasco.
Ou seja, o Vasco enfrenta hoje desafios por praticamente todos os lados, dentro e fora de campo. E ruído, de dentro e de fora, com interesses ou sem interesses, é o que não falta.
É justamente nesse ambiente que considero ainda mais importante a responsabilidade de quem informa. Uma coisa é questionar a operação, investigar e cobrar explicações. Isso é absolutamente legítimo e necessário. Outra é alimentar no público a ideia de que Vasco e Palmeiras terão os mesmos donos quando isso simplesmente não é verdade.
Depois do dano causado pela experiência anterior da SAF, como vascaíno, sou o primeiro a querer que cada aspecto dessa operação seja analisado com todo o rigor. Não precisamos de atalhos. Muito pelo contrário: quanto maior o escrutínio, melhor.
Mas rigor significa analisar os fatos como eles são.
Pode-se discutir a operação, suas condições, governança e todas as salvaguardas necessárias. Deve-se.
O que não se deveria fazer é partir de uma premissa falsa - “a mesma família será dona de dois clubes” - e, a partir dela, construir toda uma narrativa.
Adicionalmente, vale a leitura do FAQ publicado pelo GE neste fim de semana. A matéria aborda com maior detalhe e propriedade vários dos aspectos envolvidos no processo da Nova SAF do Vasco - negociação, processo competitivo, Recuperação Judicial, mecanismos de fiscalização e financiamentos.
Não responde a todas as questões, mas é um bom complemento para entender um processo muito mais complexo do que algumas das simplificações que vêm sendo repetidas.
SDV
https://t.co/iLwEsKdZvj
Há uma forçação de barra evidente nessa narrativa - e começa a chamar atenção a insistência de parte da mídia em criar uma cortina de fumaça sobre algo que não é particularmente difícil de explicar.
Vamos aos fatos.
1. O Palmeiras não é uma SAF. Não pertence à família Lamacchia. Leila Pereira não é dona do Palmeiras. É presidente eleita e conselheira do clube.
2. No @VascodaGama, a situação é completamente diferente: Marcos Lamacchia pretende adquirir 90% da Vasco SAF. Se a operação for concluída, aí sim haverá um proprietário privado da SAF.
Portanto, não haverá “uma família dona de dois clubes”, nem “dois clubes com os mesmos donos”. Isso simplesmente não corresponde aos fatos.
E esse é o ponto mais absurdo (para não dizer outra coisa) que mais me incomoda: se a imprensa dispõe de jornalistas especializados, informação e todos os recursos necessários para explicar corretamente uma operação como essa, por que tanta insistência em embaralhar conceitos tão diferentes e vender ao público a ideia de propriedade comum?????
Isso não significa ignorar que existe uma questão a ser examinada em razão da tão falada relação familiar existente. É uma discussão legítima, que deve ser tratada com rigor pelos órgãos competentes.
E não vejo por que antecipar conclusões. O Vasco e o potencial adquirente da SAF são os maiores interessados em que essa questão seja definitivamente esclarecida e em cumprir todos os ritos, exigências e salvaguardas que venham a ser estabelecidos para que a operação seja realizada com transparência e segurança jurídica.
Há ainda uma outra questão, distinta dessa discussão: Vasco/Vasco SAF estão em Recuperação Judicial. Isso traz seu próprio conjunto de controles e decisões submetidos ao acompanhamento da Justiça. A própria nova venda da participação na SAF e os financiamentos que vêm sendo discutidos estão sujeitos a esse escrutínio.
E tudo isso acontece num momento particularmente delicado para o Vasco.
Não bastassem as questões administrativas, financeiras, jurídicas e societárias, existe uma realidade muito mais imediata: o campo. O Vasco permanece na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro e precisa reagir para evitar mais um rebaixamento.
Ao mesmo tempo, convivemos com a definição da Nova SAF, a Recuperação Judicial, dificuldades financeiras e uma política interna novamente dividida - algo que infelizmente não é novidade na história recente do Vasco.
Ou seja, o Vasco enfrenta hoje desafios por praticamente todos os lados, dentro e fora de campo. E ruído, de dentro e de fora, com interesses ou sem interesses, é o que não falta.
É justamente nesse ambiente que considero ainda mais importante a responsabilidade de quem informa. Uma coisa é questionar a operação, investigar e cobrar explicações. Isso é absolutamente legítimo e necessário. Outra é alimentar no público a ideia de que Vasco e Palmeiras terão os mesmos donos quando isso simplesmente não é verdade.
Depois do dano causado pela experiência anterior da SAF, como vascaíno, sou o primeiro a querer que cada aspecto dessa operação seja analisado com todo o rigor. Não precisamos de atalhos. Muito pelo contrário: quanto maior o escrutínio, melhor.
Mas rigor significa analisar os fatos como eles são.
Pode-se discutir a operação, suas condições, governança e todas as salvaguardas necessárias. Deve-se.
O que não se deveria fazer é partir de uma premissa falsa - “a mesma família será dona de dois clubes” - e, a partir dela, construir toda uma narrativa.
Adicionalmente, vale a leitura do FAQ publicado pelo GE neste fim de semana. A matéria aborda com maior detalhe e propriedade vários dos aspectos envolvidos no processo da Nova SAF do Vasco - negociação, processo competitivo, Recuperação Judicial, mecanismos de fiscalização e financiamentos.
Não responde a todas as questões, mas é um bom complemento para entender um processo muito mais complexo do que algumas das simplificações que vêm sendo repetidas.
SDV
https://t.co/iLwEsKdZvj
Excelente análise do Guilherme Costa. Como sempre, muito bem fundamentada.
Concordo com praticamente todo o diagnóstico. Na minha visão, porém, este ciclo olímpico já está comprometido.
1. Por um lado, não há mais tempo para uma reconstrução profunda. Esse tipo de renovação acontece no início de um ciclo olímpico, não a dois anos dos Jogos. Agora é tentar extrair o máximo desse grupo, buscar a classificação para @LA28 Los Angeles e chegar às Olimpíadas na melhor condição possível.
A partir desse diagnóstico apresentado, fica uma reflexão minha:
Como chegamos a esse ponto? Onde foi parar o trabalho das seleções de base da @volei , que durante tantos anos foi referência mundial, acumulando títulos, excelentes campanhas e formando gerações que abasteciam continuamente a seleção principal?
Com toda a estrutura e o investimento que o voleibol recebe no Brasil, essa talvez seja hoje a pergunta mais importante para quem pensa no futuro da seleção masculina.
2. Por outro lado, também não adianta criar uma expectativa que dificilmente será correspondida. A classificação para Los Angeles, se vier, não mudará esse cenário de uma hora para outra. A irregularidade sempre existirá no esporte, principalmente com o equilíbrio atual do voleibol mundial. Mas há um limite para o que pode ser considerado normal. Uma seleção do porte do Brasil pode até ser surpreendida por equipes algumas posições abaixo no ranking. Faz parte. O que não pode acontecer é essa amplitude de oscilações se tornar tão grande a ponto de resultados incompatíveis com o nível técnico esperado para uma equipe que historicamente pertence à elite mundial. Para uma modalidade que recebe tanto investimento e construiu uma história tão vencedora, esse desempenho é inadmissível.
Apesar de tudo, continuo confiando muito no trabalho do Bernardinho. Se há alguém capaz de devolver competitividade e recolocar a seleção masculina em um caminho compatível com a sua história, esse alguém é ele.
A forçação de barra é muito grande… absurdo e cansativo demais isso!!!!!! 🤦♂️
Isso não deveria ser conduzido assim, pois simplesmente não é a realidade. E querer empurrar um contexto que não encontra eco entre os torcedores não ajuda em nada.
Quase ninguém está falando da Copa do Mundo Feminina de 2027. Muito sem noção…..
Assim como acontece nos Jogos Olímpicos, a maioria de nós vai acompanhar e torcer se o Brasil avançar às fases finais. E isso ocorre muito mais porque queremos ver o Brasil campeão ou conquistando medalhas do que por um interesse contínuo pela modalidade.
Vale todo o empenho para divulgar, incentivar e fazer crescer o interesse “real” pelo futebol feminino. Mas ninguém embarca nesse tipo de narrativa que tenta antecipar uma realidade que ainda não existe.
Tratar o tema com naturalidade é muito mais eficaz e muito mais crível.
Postei anteriormente e vou incluir aqui também …………………………………………………………………………
Acho que vou discordar da maioria aqui… rs.
Achei a entrevista bem “mala”, bastante arrogante e pretensiosa, com um tom de quem parecia ter encontrado a explicação definitiva para o futebol brasileiro.
Minha pergunta é simples: se esse diagnóstico era tão claro e tão definitivo, por que o canal não adotou essa abordagem desde o primeiro dia da Copa? Já que não transmitia os jogos, poderia ter dedicado sua cobertura a documentários, reportagens e debates sobre os problemas estruturais do futebol brasileiro. Poderia ter trazido especialistas, dirigentes, ex-jogadores e até a própria entrevistada para aprofundar esse tema desde o início do torneio.
É evidente que o futebol brasileiro tem problemas estruturais. Isso ninguém sério discute. Mas esses problemas existiriam da mesma forma se o Brasil tivesse eliminado a Noruega ou até conquistado a Copa. Ou seja, o diagnóstico não nasceu com a derrota.
Foi justamente por isso que a entrevista me soou oportunista. A crítica faz parte do jornalismo esportivo. O que me incomoda é quando a derrota parece servir como a confirmação perfeita de uma narrativa que já estava pronta.
E, por fim, uma observação sobre a comparação com 1994. Ouvi que “ninguém ganha uma Copa sozinho”. Claro que futebol é coletivo. Mas há exceções em que um jogador representa uma parcela enorme da conquista.
Na minha opinião, 1994 foi uma delas. Romário foi, sozinho, cerca de 80% daquela Copa. Com ele em campo, o Brasil era campeão. Sem ele, dificilmente seria. Qualquer outro jogador daquela Seleção @CBF_Futebol - talvez com a exceção do Bebeto - poderia estar ou não estar ali que o destino da equipe praticamente não mudaria. O diferencial absoluto daquela Copa tinha nome: Romário.
É desse tipo de jogador que estou falando: o extraclasse que muda o patamar de uma seleção. O Brasil teve Pelé, Garrincha, Romário, Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho. A Argentina teve Messi. A França tem Mbappé. A Espanha teve Iniesta e hoje vê surgir Yamal.
Esses jogadores não são apenas craques. São aqueles cuja presença muda o destino de uma seleção. Em 1994, esse jogador era Romário.
Postei anteriormente e vou incluir aqui também …………………………………………………………………………………
Acho que vou discordar da maioria aqui… rs.
Achei a entrevista bem “mala”, bastante arrogante e pretensiosa, com um tom de quem parecia ter encontrado a explicação definitiva para o futebol brasileiro.
Minha pergunta é simples: se esse diagnóstico era tão claro e tão definitivo, por que o canal não adotou essa abordagem desde o primeiro dia da Copa? Já que não transmitia os jogos, poderia ter dedicado sua cobertura a documentários, reportagens e debates sobre os problemas estruturais do futebol brasileiro. Poderia ter trazido especialistas, dirigentes, ex-jogadores e até a própria entrevistada para aprofundar esse tema desde o início do torneio.
É evidente que o futebol brasileiro tem problemas estruturais. Isso ninguém sério discute. Mas esses problemas existiriam da mesma forma se o Brasil tivesse eliminado a Noruega ou até conquistado a Copa. Ou seja, o diagnóstico não nasceu com a derrota.
Foi justamente por isso que a entrevista me soou oportunista. A crítica faz parte do jornalismo esportivo. O que me incomoda é quando a derrota parece servir como a confirmação perfeita de uma narrativa que já estava pronta.
E, por fim, uma observação sobre a comparação com 1994. Ouvi que “ninguém ganha uma Copa sozinho”. Claro que futebol é coletivo. Mas há exceções em que um jogador representa uma parcela enorme da conquista.
Na minha opinião, 1994 foi uma delas. Romário foi, sozinho, cerca de 80% daquela Copa. Com ele em campo, o Brasil era campeão. Sem ele, dificilmente seria. Qualquer outro jogador daquela Seleção @CBF_Futebol - talvez com a exceção do Bebeto - poderia estar ou não estar ali que o destino da equipe praticamente não mudaria. O diferencial absoluto daquela Copa tinha nome: Romário.
É desse tipo de jogador que estou falando: o extraclasse que muda o patamar de uma seleção. O Brasil teve Pelé, Garrincha, Romário, Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho. A Argentina teve Messi. A França tem Mbappé. A Espanha teve Iniesta e hoje vê surgir Yamal.
Esses jogadores não são apenas craques. São aqueles cuja presença muda o destino de uma seleção. Em 1994, esse jogador era Romário.
Acho que vou discordar da maioria aqui… rs.
Achei a entrevista bem “mala”, bastante arrogante e pretensiosa, com um tom de quem parecia ter encontrado a explicação definitiva para o futebol brasileiro.
Minha pergunta é simples: se esse diagnóstico era tão claro e tão definitivo, por que o canal não adotou essa abordagem desde o primeiro dia da Copa?
Já que não transmitia os jogos, poderia ter dedicado sua cobertura a documentários, reportagens e debates sobre os problemas estruturais do futebol brasileiro. Poderia ter trazido especialistas, dirigentes, ex-jogadores e até a própria entrevistada para aprofundar esse tema desde o início do torneio.
É evidente que o futebol brasileiro tem problemas estruturais. Isso ninguém sério discute. Mas esses problemas existiriam da mesma forma se o Brasil tivesse eliminado a Noruega ou até conquistado a Copa. Ou seja, o diagnóstico não nasceu com a derrota.
Foi justamente por isso que a entrevista me soou oportunista. A crítica faz parte do jornalismo esportivo. O que me incomoda é quando a derrota parece servir como a confirmação perfeita de uma narrativa que já estava pronta.
E, por fim, uma observação sobre a comparação com 1994. Ouvi que “ninguém ganha uma Copa sozinho”. Claro que futebol é coletivo. Mas há exceções em que um jogador representa uma parcela enorme da conquista.
Na minha opinião, 1994 foi uma delas. Romário foi, sozinho, cerca de 80% daquela Copa. Com ele em campo, o Brasil era campeão. Sem ele, dificilmente seria. Qualquer outro jogador daquela Seleção — talvez com a exceção do Bebeto — poderia estar ou não estar ali que o destino da equipe praticamente não mudaria. O diferencial absoluto daquela Copa tinha nome: Romário.
É desse tipo de jogador que estou falando: o extraclasse que muda o patamar de uma seleção. O Brasil teve Pelé, Garrincha, Romário, Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho. A Argentina teve Messi. A França tem Mbappé. A Espanha teve Iniesta e hoje vê surgir Yamal.
Esses jogadores não são apenas craques. São aqueles cuja presença muda o destino de uma seleção. Em 1994, esse jogador era Romário.
Using the difference of squares identity, we factor the first equation:
x^2. - y^2 = (x + y). (x - y)
Thus:
(x + y).(x - y) = 16
2. Since (x + y) = 8, we substitute this value into the factored equation above:
8.(x - y) = 16
3. Dividing both sides of the equation by 8, we obtain:
(x - y) = 2
4. Therefore, the original system is equivalent to the following system of equations:
(i) x + y = 8
(ii) x - y = 2
5. Adding the two equations (i) and (ii), member by member (simply, adding the equations), we obtain:
• 2x = 10 …. So, x = 5
• Finally, substituting x = 5 into either equation, we find: y = 3
Tenho essa mesma visão e comentava muito isso quando referia-me ao Botafogo de 2024 como uma aposta para ganhar os títulos que acabou ganhando.
Pelo estilo de jogo e principalmente o biotipo dos jogadores, comentava na época uma correlação (obviamente simplificada) que via com as seleções:
• BOTAFOGO 2024 = seria um padrão FRANÇA principalmente pelo biotipo; jogo de força vertical;
• FLA = seria o BRASIL, nessa lógica de buscar jogar bem e não apenas ganhar;
• PALMEIRAS = seria a ALEMANHA; pragmatismo tático com bons jogadores;
Substituindo o post que enviei e corrigindo aqui: O Vasco provavelmente será mesmo o terceiro.
Caso os mandantes dos jogos da Libertadores (Palmeiras e Cerro; Cruzeiro e Boca, nos respectivos grupos) e da Sulamericana (América de Cali e Tigre no Grupo A) vencerem amanhã (considerando 1 x 0), provavelmente os confrontos nos playoffs seriam:
Grêmio x Bolívar
Bragantino x Sporting Cristal
Vasco x Independiente Medellín
O’Higgins x Nacional
Tigre x Santa Fe
Caracas x Lanús
Cienciano x Universidad de Chile
Santos x Universidad Católica
Substituindo o post que enviei e corrigindo aqui: O Vasco provavelmente será o terceiro.
Caso os mandantes dos jogos da Libertadores (Palmeiras e Cerro; Cruzeiro e Boca, nos respectivos grupos) e da Sulamericana (América de Cali e Tigre no Grupo A) vencerem amanhã (considerando 1 x 0), provavelmente os confrontos nos playoffs seriam:
Grêmio x Bolívar
Bragantino x Sporting Cristal
Vasco x Independiente Medellín
O’Higgins x Nacional
Tigre x Santa Fe
Caracas x Lanús
Cienciano x Universidad de Chile
Santos x Universidad Católica
@MinDefResenha Marcão carrega qualquer programa 😂
Tinha que ter um quadro fixo na TV, nessas mesas-redondas.
Os programas hoje estão muito engessados… precisam sair da caixinha.
Falta gente com história como ele e que saiba contar.
E nisso, Marcão é top demais. Kkkkkk