Outro jovem se mato no Shopping Bourbon aqui em Caxias Do Sul..
Desde que abriu, sempre tive medo daquele shopping..
As escadas rolantes tem um corrimão extremamente baixo..
É impressionante que já aconteceu isso antes e ninguém teve a capacidade de colocar rede de proteção.
Me espanta como descendente de italiano, tenho muito mais haver no que aprendi desde pequeno com os argentinos, que compartilham 90% das mesmas tradições e etc do que com o resto do Brasil..
O que o "alemão da Alemanha" acha da identidade de "alemães do Brasil" não tem importância nenhuma. O fato de ter nascido na Alemanha não lhe dá a prerrogativa de ser juiz da identidade alemã.
Os teuto-brasileiros são um tipo de brasileiro, mas também um tipo de alemão, assim como os bávaros são outro tipo de alemão e os alemães do Volga, que são uma comunidade alemão que vive há gerações na Rússia, são outro tipo de alemão, que também é russo ao mesmo tempo.
Esse alemão é apenas burro e não sabe diferenciar identidade étnica de nacionalidade. Também não entende as nuances das nações do Novo Mundo, onde as pessoas têm identidades múltiplas originadas no processo de colonização. É possível inclusive que o gaúcho esteja falando um dialeto Hunsrückisch ou Pomerano e esse "alemão da Alemanha", que certamente não devia ser o melhor da sua turma, simplesmente desconheça a riqueza dialetal histórica da própria língua e diz que "não é alemão" por não conseguir entender uma variação.
Ocorre que esse gringo descobriu que do outro lado do oceano tem um país coalhado de ignorantes onde sua burrice e falta de cultura, ao invés de ser defeito, pode mesmo é ser virtude, ainda mais em meio a um povo que não pode ver um estrangeiro que já se derrama em elogios.
A catarinense do bebê, esse ruivo, os habitantes de Pomerode, todos são, sim, brasileiros, mas também são alemães, e essa condição independe do que pensa disso "o alemão da Alemanha". A "alemanidade" pode ser gaúcha ou catarinense, assim como a alemanidade dos alemães do Volga era um pouco russa ou a britishness de muitos australianos ainda é uma condição de ser-britânico construída do outro lado do mundo.
Identidade étnica é um fenômeno muito complexo. Esse alemão é apenas burro e os brasileiros que o aplaudem são não só vira-latas desses que fazem o estrelato de qualquer gringo que escolha o Brasil como assunto, mas também ressentidos sabe-se lá com o que (prosperidade? comunidade? senso de identidade?) diante dos brasileiros que também são alemães, polacos, italianos, japoneses e outros no país multiétnico e rico em identidades que nossos antepassados construíram.
É sério, @FlavioBolsonaro o que você vai fazer naquela merda de cidade chamada Porto Alegre? Uma desgraça, um antro de comunistas.. Vem aqui pra Serra Gaúcha, ver onde o Rio Grande Do Sul realmente prospera.
Chineses, russos e agora japonêses..
Essas eleições a esquerda não tá apanhando só para o Bolsonaro, tá apanhando internacionalmente e para países que eles veneram..
Ver os esquerdistas brasileiros descobrindo que seriam fuzilados em 99% dos países comunistas da história está sendo quase tão divertido quanto a choradeira deles depois do primeiro turno! kkkkkkkkkkkkkkkkk
QUEM garante que esses "pen drive" são OS MESMOS que saíram das urnas?
Não era um sistema seguro? Tão seguro que temos que acreditar na honestidade de pessoas? 🤔
O brasileiro vai dormir e acorda no outro dia tendo que ir trabalhar, vendo uma bomba dessas.. E é sempre os mesmos nomes.. Nunca vão presos, polícia nem se quer inicia a investigação..
EXCLUSIVO | VEJA teve acesso a relatos feitos pelo banqueiro Daniel Vorcaro nos quais ele afirma ter negociado com o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto pagamentos para conseguir acessar os cofres de fundos de pensão de servidores federais controlados pelo petismo. Vorcaro relata pagamento de R$ 30 milhões em dinheiro vivo ao Instituto Lula, gerenciado por Paulo Okamoto, para financiar a produção de um documentário sobre Lula no exterior, além de outro valor não revelado pago diretamente à instituição.
Vorcaro levou detalhes do relato à Procuradoria-Geral da República (PGR), que não deu prosseguimento ao caso sob a justificativa de falta de provas, já que os pagamentos teriam sido feitos em dinheiro vivo. A defesa do banqueiro, porém, afirmou que haveria mensagens de WhatsApp, registros das pessoas que retiraram o dinheiro e informações sobre os locais e rotas utilizadas nas entregas.
Para saber mais, acesse o site de VEJA e confira a edição nº 3016, já disponível nas bancas de todo o país. Link na bio.
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