Povo do Vilarejo!
Orgulhosamente apresentamos mais uma tradução gratuita: Misticismo na Corte Russa, de Joanny Bricaud.
Atenção! Nós iremos retornar às entregas particulares nas DM'S. Para ter acesso a sua edição, deve ser nosso seguidor, curtir a publicação, compartilhar (Dar RT) e comentar solicitando.
ATENÇÃO PARA MAIS UMA PUBLICAÇÃO GRATUITA!
Com muita satisfação o projeto Altare Christi divulga para todos, gratuitamente, o livro "Tratado dos Mistérios" de Santo Hilário de Poitiers. Um verdadeiro tesouro da mística e da simbologia hermética católica.
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O Projeto Altare Christi orgulhosamente apresenta gratuitamente a obra "Maçonismo e Catolicismo" do Padre Félix Sardà y Savany. A obra trata-se de um dos ataques intelectuais mais fortes feito por um padre da igreja católica romana contra a maçonaria.
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Nas religiões pagãs, os deuses atendem apenas o seu respectivo povo (Odin é exclusivo para o povo nórdico e etc) pq somente no cristianismo Deus/Jesus é para todas as pessoas sem distinção? — Ora, primeiro que não é só no cristianismo e também não é só no abraamismo. Os deuses pertencem às agregaras de determinadas comunidades, e podem se multiplicar em uma infinitude, como no caso do hinduísmo. Não existia nada de contraditório em dois povos terem dois deuses da guerra ao mesmo tempo, pois cada um refletia a vontade de cada um de seus povos. Porém em todas essas tradições existia apenas um conceito de Uno, um Deus oculto, o Deus escondido, o Deus dos deuses. É esse quem Jesus Cristo é. Enquanto no paganismo você segue deuses menores, o Cristianismo, como a religião alquímica por excelência, te leva diretamente em contato com o Logos, o Rei dos reis e o Deus dos deuses. Em Cristo a virtude de todos os demais deuses estão presentes. Cristo não é só perdão e humildade como os neopagãos afirmam. Cristo é vitória, virtude, riqueza, virilidade, coragem, bravura, conhecimento e o mais importante, salvação. Não atoa era o Deus das antigas ordens de cavalaria que fundaram nossa civilização.
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Zumbi dos Palmares era um criminoso e terrorista!
"A palavra quilombo quer dizer na língua africana mbunda, de Angola, caso no mato onde se acoitavam negros fugidos."
Os Quilombos era o local onde os quilombolas, escravos fugidos de seus donos de refugiavam. Porém as atividades dos quilombolas era em sua grande parte criminosas.
"Esses escravos algumas vezes praticavam correrias pelas regiões circunvizinhas, roubando plantações ou gados, levando consigo outros negros das fazendas. [...] Suas expedições precatórias constituíam sério perigo para os fazendeiros do sertão."
Diz um documento da época que "Domingos Jorge Velho, à frente de oitenta brancos e 1.300 arcos do seu gentio, índios auxiliares ou mamelucos paulistas, desceu em estado de guerra contra os negros fugidos e rebeldes dos Palmares, que insultavam, invadiam, roubavam, violaram e assasinavam os brancos em todas as capitanias de Pernambuco."
Após isso Zumbi dos Palmares acabou degolado pelos seus crimes contra os colonizadores.
Diferente do que a esquerda hoje promove, os quilombos não eram um símbolo anti-escravista. Zumbi de Palmares próprio possuia escravos. Seu quilombo era comparável às ditaduras de senhores de guerra que encontramos hoje na África. O capitão João Blaer, que lutou contra o quilombo de palmares em 1645 afirma que:
Todos os quilombos eram "obedientes a um que se chama de Ganga Zumba, que quer dizer Senhor Grande; a este têm por seu rei e senhor todos os mais, assim naturais do Palmares como vindos de fora; tem palácio, casas de sua família, é assistido de guardas e oficiais que costumam ter as casas reais. É tratado com todos os respeitos de rei e com todas as honras de senhor. Os que chegam à sua presença põem os joelhos no chão e batem palmas das mãos em sinal de reconhecimento e protestação de sua excelência; falavam-lhe "majestade", obedecem-lhe por admiração."
Muitos dos negros sequestrados dos saques não eram libertos, mas continuavam escravos, servindo ao Grande Senhor do quilombo. Diversos negros escravos tentavam fugir dos quilombos e eram impedidos por outros negros. Os quilombos estavam longe de serem estes paraísos negros de liberdade e prosperidade.
Fontes:
- Segredos e Revelações da História do Brasil, Gustavo Barroso.
- Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, Leandro Narloch
Projeto Altare Christi apresenta GRATUITAMENTE: A Gnose Esotérica dos Santos, de Jorg Lanz Von Liebenfels. O livro contém o famoso catálogo de santos ariosóficos e seus respectivos arquétipos, bem como a ideia da maneira correta de culto e compreensão.
Além de tudo, esse texto é um verdadeiro guia para o entendimento das representações dos santos da igreja católica e ortodoxa.
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Essa aqui é rara e é por tempo limitado!
Mais uma obra disponibilizada gratuitamente pelo nosso querido projeto. Trata-se de um texto acadêmico de 1709. Para compreender a obra é necessário levar em consideração os aspectos do seu tempo.
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A FAMÍLIA LINGUÍSTICA ARIANA
É amplamente reconhecido que os dialetos teutônicos mantêm uma relação intrínseca com as línguas latina, grega, eslava e céltica, e essa conexão se estende até mesmo além das fronteiras da Europa, alcançando as línguas da Armênia, Irã e Índia. Os livros sagrados atribuídos a Zoroastro, equiparados aos textos bíblicos para os sacerdotes de Ciro e Dario, assim como os hinos do Rigveda, considerados como a palavra revelada de Deus para os habitantes das margens do rio Ganges, são escritos em uma língua que indica uma origem comum com a nossa. Apesar das transformações que essas línguas parentes possam ter sofrido ao longo de milhares de anos, elas permanecem como um grupo claramente definido de irmãs mais velhas e mais novas, em comparação com todos os outros grupos linguísticos do mundo. Mesmo as línguas semíticas estão separadas delas por um abismo tão amplo e profundo que dificilmente pode ser superado.
Essa nossa família linguística foi denominada de diversas maneiras ao longo do tempo. Já foi chamada de indo-germânica, indo-europeia e família linguística ariana. Optei pela última designação. Os armênios, iranianos e hindus são designados como arianos asiáticos; enquanto todos os outros são considerados arianos europeus.
É inquestionável que essas línguas irmãs compartilham uma ancestralidade comum, a antiga língua ariana, que teve um centro geográfico a partir do qual se irradiou. Entretanto, quando nos referimos a essa língua ariana antiga, não estamos nos referindo a uma língua rigidamente estabelecida em todas as suas inflexões, como as línguas literárias de épocas posteriores, mas sim à unidade dos dialetos falados pelos clãs que habitavam ao redor desse centro de irradiação. Por meio da comparação da estrutura gramatical de todas as descendentes dessa língua-mãe, e com o auxílio das leis descobertas até então em relação à transição de sons de uma língua para outra, têm-se feito tentativas para reconstituir essa língua original que há milhares de anos deixou de ser falada. Tais tentativas, é claro, não podem, de forma alguma, pretender reproduzir uma imagem correspondente à língua original perdida no que diz respeito à sintaxe e às inflexões. Tal empreendimento seria tão impossível quanto reconstruir o dialeto utilizado no Lácio com base em todas as línguas derivadas do latim atualmente faladas. O objetivo é simplesmente apresentar uma ideia tão fiel quanto possível da antiga língua, dadas as limitações dos recursos disponíveis.
Nos primórdios da história, os povos de língua ariana eram encontrados apenas na Ásia e na Europa. Portanto, ao buscarmos pelo centro e pelas primeiras expansões dessa antiga língua, podemos nos restringir aos limites desses dois continentes. Na Ásia, podemos deixar de lado toda a porção leste e a maior parte da porção sul, uma vez que essas extensas regiões têm sido habitadas desde tempos pré-históricos por tribos mongóis e grupos étnicos relacionados, e podem, por enquanto, ser consideradas como o berço dessas raças. É importante ressaltar que a questão da origem original da antiga língua ariana não deve ser confundida com a questão do berço da raça caucasiana. A raça branca pode ter existido e se espalhado por uma parte considerável do mundo antigo antes mesmo que uma língua com as características distintivas do arianismo tenha surgido; além disso, é um fato conhecido que porções do sul da Europa, como as penínsulas grega e italiana, eram habitadas por povos brancos antes de serem conquistadas pelos arianos.
Esse texto foi retirado do livro "Mitologia teutônica" de Vyktor Rydberg, publicado em 1906.
Diretamente do laboratório!
Nova publicação gratuita! Nesse livro do Prof. Bugge, você irá conhecer um pouco mais sobre as navegações e descobrimento viking!
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É com enorme prazer que a Altare Christi laça a potência intelectual de JORG LANZ VON LIEBENFELS pela primeira vez no Brasil totalmente gratuita!!!
Esta é a primeira de sua obra completa que, com esforço viril, traremos para os senhores!
Nós somos fortes e nunca iremos parar!
Atenção: para receber seu exemplar deve ser nosso seguidor, curtir, compartilhar (Dar RT) e comentar solicitando. Não aceitamos perfis fakes, perfis que compartilham degeneração e contas para farmar os livros. Dito, isto, aos verdadeiros: aproveitem.