Club Kid (2026), comédia dramática da A24 escrita, dirigida e estrelada por Jordan Firstman. Na trama, um festeiro e decadente promotor da noite queer de Nova York vê sua rotina virar de cabeça para baixo ao descobrir e ter que cuidar de um filho de 10 anos.
Em 1952 William S. Burroughs. Escrevou a obra prima Queer. Por ser abertamente Gay demorou 3 decadas para ser publicado. Em 2024 foi feita um adaptação incrível para o cinema. Atualmente disponível no mubi.
O romance real entre o imperador Axayacatl (ilustração)e o poeta Quecholcohuatl (1479) foi registrado pelo cronista indígena Chimalpahin. Nascido da dominação asteca sobre Chalco, o vínculo íntimo virou diplomacia: o artista garantiu o alívio de tributos para seu povo conquistado
A imagem mostra "Quecholcoatl e Axayacatl 2", obra de Chicome Itzcuintli Amatlapalli. A pintura contemporânea resgata o amor homossexual no Império Asteca através do governante Axayacatl e do poeta Quecholcoatl, celebrando a ancestralidade e o orgulho LGBTQ+ indígena.
Peter Hujar (1934–1987) foi um pilar da fotografia underground de Nova York. Sua obra homoerótica capturou o desejo, a intimidade e a vulnerabilidade masculina sem fetiches. Humanizou a comunidade LGBTQ+ nas décadas de 70/80, deixando um legado eterno de orgulho e resistência.
Foto no Privado, de Simon Chevrier (vencedor do Goncourt), narra a jornada de um jovem na pandemia que recorre ao trabalho sexual. A trama ganha força quando ele fica obcecado por um retrato de Daniel Schock, obra real do lendário fotógrafo americano Peter Hujar.
It’s kind of crazy that I’m doing a nude portrait of myself. This just the first layer. The piece is entitled, ‘Body Dysmorphia’. I got 2 more layers to do until it’s finished…
Esta aquarela homoerótica é uma obra de 2026 do artista filipino MBelleza (MBelleza Arts). Baseado nas Filipinas, o pintor é amplamente conhecido na arte contemporânea por suas vibrantes ilustrações e pinturas em aquarela que celebram o nu e a anatomia masculina.
Salò ou os 120 Dias de Sodoma (1975), obra-prima existencial e provocativa de Pier Paolo Pasolini. Pasolini era abertamente gay em uma Itália conservadora e usava o cinema para criticar o fascismo e a opressão burguesa dos corpos.
A escultura Demian Undressing, do britânico Ian Rank-Broadley, explora o realismo anatômico e a força do nu masculino. Embora heterossexual, o autor foca no corpo dos homens pelo seu impacto visual e visceral, tornando-se referência na arte homoerótica contemporânea.
Nirosta Steel (Steven Hall) é ícone queer do underground de NY e parceiro de Arthur Russell. Seu incrível álbum My Skyscraper resgata 40 anos de joias inéditas da disco e pós-punk, celebrando com orgulho, lirismo e naturalidade o amor, a intimidade e o desejo gay.
Esta releitura do martírio de São Sebastião é do artista espanhol Roig de Diego. A pintura é um marco da arte homoerótica, destacando a beleza e a anatomia dos dois corpos masculinos nus em uma composição que resgata a tradicional iconografia queer ligada ao santo.
Mike in the Shower" (1963), de Will McBride, integra a série "Salem Suite". O registro documental de estudantes nus em um internato tornou-se um marco da fotografia homoerótica e queer por retratar a intimidade, a juventude e a beleza masculina com naturalidade.
Estudo expressionista em nanquim e cor de Edwin Clement Carris (2016). A obra une força e vulnerabilidade ao focar no nu masculino. Insere-se no contexto homoerótico pela valorização estética dos glúteos e do corpo, celebrando o desejo e a intimidade queer.
Lançado em 2026, o polêmico drama indie Blue Film, dirigido por Elliot Tuttle, desafia limites ao narrar o reencontro tenso entre um camboy (Kieron Moore) e um cliente mascarado de seu passado (Reed Birney). Um suspense psicológico sombrio, ousado e provocativo.
Tavam com saudades dos "Poemetos travessos"? Pois eles estão de volta, com uma seção especial: os "gozosos contos". O desbunde de sempre, mas agora cada vez mais carregado no bajubá.
A editora é a babadeira O Sexo da Palavra e o lançamento é hoje, na @LivrariaSimples, às 15h30!
La Cucaracha de Pieter Hugo.
Com La Cucaracha, o fotógrafo sul-africano Pieter Hugo mergulha no coração do #México para explorar suas contradições, entre festa, mortalidade e resiliência.
Realizada entre 2018 e 2019.
Kerron John é um artista de Trindade e Tobago que brilha na pintura a óleo figurativa. Suas obras celebram a identidade negra e a cultura queer com forte teor homoerótico, retratando corpos masculinos com intensa vulnerabilidade, sensualidade, afeto e orgulho político.