The New Yorker, is now interested to study the Brazilian working class. They look at André Janones and "Lula’s Army" and call it a "tech-savvy" miracle that reversed the far-right surge.
But they are missing the profound civilizational shift that just took place.
Let us look at the material reality of those three weeks between the first and second rounds.
For years, the empire and the domestic oligarchs treated the internet as their private property. They used Silicon Valley algorithms, dark money, and decentralized right-wing troll farms to isolate, exhaust, and manipulate the public.
When Flávio Bolsonaro took the lead in the first round, the left didn't just buy better ads. André Janones digitized the physical solidarity of the streets. He organized millions of ordinary Brazilians into "Lula’s Army," synchronizing their messaging to manually overpower the algorithm.
The strategy was so devastatingly effective that the Global North is now begging the Global South for the blueprint. Spain’s Prime Minister Pedro Sánchez has requested Janones’s help, and in France, activists are studying "Janonisme" to fight the far-right.
Why is the institutional media in New York and Paris suddenly looking to a Brazilian politician to learn how to survive the digital age?
Because for a decade, the empire believed the working class was too atomized and too exhausted to fight back online. They thought the digital realm was permanently locked behind algorithms controlled by right-wing billionaires.
But Brazil proved a beautiful, undeniable truth: when ordinary people—the nurses, the bus drivers, the students—synchronize their dignity, no algorithm can contain them. The left didn't just "hack" a social media platform; they broke the empire's digital enclosure.
The Global North spent billions building a digital cage for the world.
But the Brazilian working class just figured out how to pick the lock, and now the rest of the world is asking them for the key.
O Nikolas Ferreira incentivou o boicote a um projeto social que alimenta os pobres só pq o responsável votou no Lula, mas a população fez o inverso e abraçou o projeto. No fim, o cozinheiro mandou um recadinho pra ele.
A extrema direita viva, com uma maioria esmagadora no congresso , e nosso campo tá aqui discutindo quem foi mais importante pra vitória do Lula, quem foi mais decisivo e etc! Pqp! A vaidade é uma merda mesmo! Tem gente que parece não ter a MÍNIMA noção do que tá em jogo no país! Não atoa a gente viu o maior líder da história desse país e um dos maiores da política MUNDIAL, ter que contar votos pra ganhar de um desqualificado como aquele!
The Bolsonaro family must not use the US as a safe haven from Brazilian justice. Jair was convicted for attempting a coup. Those facing Brazilian arrest warrants or legal proceedings should face lawful extradition or deportation. No one is above the law. #DeportTheBolsonaros
Com vocês, o cara mais legal da história da Barra da Tijuca, eu queria muito ser vizinho dele. Direto de sua cobertura, com caixa de som nas alturas, ecoando verdades sobre a familicia. 😂😂
Flávio Bolsonaro esperava que, até a noite de domingo, as pessoas já o estivessem chamando de próximo presidente do Brasil.
Em vez disso, a decisão do político de extrema-direita de fugir para os EUA após perder a eleição e – por 58 minutos – se autoproclamar “o verdadeiro presidente eleito do Brasil” o transformou em motivo de chacota, com jornais e comentaristas brasileiros despejando uma enxurrada de adjetivos depreciativos sobre o candidato derrotado.
“Se é que serviu para alguma coisa, a insensatez de Flávio libertou a direita democrática de uma família de golpistas que, por muito tempo, a manteve refém de sua imprudência e desprezo irremediável pelo Brasil”, bradou na sexta-feira o jornal conservador Estado de São Paulo.
Bolsonaro fugiu para Miami na noite de terça-feira, 48 horas depois de ser derrotado por seu adversário de esquerda, o presidente em exercício Luiz Inácio Lula da Silva, por 4,4 milhões de votos. A vitória de Lula foi reconhecida por líderes de direita de todo o mundo, incluindo Nayib Bukele, de El Salvador, e Giorgia Meloni, da Itália, além do próprio partido de Bolsonaro e de muitos aliados importantes.
Mas na quarta-feira, após desembarcar nos EUA, Bolsonaro publicou uma carta extravagante – supostamente produzida com a ajuda do ChatGPT – na qual se declarou “o verdadeiro presidente eleito do Brasil” e fez alegações falsas sobre fraude eleitoral.
Talvez o mais bizarro seja que ele afirmou que continuaria a liderar a oposição brasileira do exterior, comparando-se a Charles de Gaulle, que na década de 1940 liderou um governo francês no exílio contra os nazistas a partir de Londres, e ao herói da independência cubana do século XIX, José Martí, que desafiou o império espanhol a partir de Nova York.
“Todos eles foram tratados como criminosos pelos regimes que enfrentaram. A história os chamou de outra coisa”, disse Bolsonaro, comparando-se também à ganhadora do Prêmio Nobel da Venezuela, María Corina Machado, e a Rui Barbosa, político brasileiro que se exilou em Londres no final do século XIX após desafiar um presidente autoritário conhecido como “o Marechal de Ferro”.
Pouco menos de uma hora após a primeira publicação da proclamação de Bolsonaro nas redes sociais, uma versão corrigida foi divulgada, alterando seu status declarado para “líder do Brasil” – supostamente após ele ter sido repreendido por funcionários do governo Trump, que buscavam evitar um rompimento diplomático total com os líderes reais do Brasil.
A carta retificada também atualizou o brasão brasileiro desatualizado, que havia sido usado erroneamente no cabeçalho da primeira versão, referindo-se aos “Estados Unidos do Brasil” – nome que o país sul-americano não usa desde 1967.
A fuga de Bolsonaro – e sua breve, porém falsa, alegação de ser “presidente eleito” de uma das maiores democracias do mundo – provocou uma onda de reprovação e ridículo.
“[Esta carta] parece ter sido escrita por um imbecil, um lunático”, disse Flávia Oliveira, uma proeminente comentarista política, à rede GloboNews.
Os editorialistas do Estado de São Paulo disseram: “A carta de Flávio não merece a tinta deste jornal, mas não há como ignorar o constrangimento”, antes de criticarem duramente um homem que chamaram de “um vigarista da pior espécie”. (The Guardian)
🚨🇺🇸 Mais uma norte-americana se posicionando contra o Flávio Bolsonaro, e ela tem simplesmente MAIS DE 1 MILHÃO DE SEGUIDORES na outra rede! Prestem atenção no que ela comunica para o seu público de lá. Uma reviravolta tá próxima de acontecer…
🎥 @blackbeltbae
#DeportTheBolsonaros
#DeportFlavioBolsonaro