Madrasta invejosa é o pior inimigo já diria Cinderela! Sou solidário ao Flávio pois sei muito bem o mal que essas criaturas podem fazer nas relações familiares com nossos pais… Asquerosa!
⚠️GRAVE: Juristas afirmam que Gilmar Mendes violou a Lei Orgânica da Magistratura ao comentar processos em andamento e criticar decisões fora dos autos durante o Roda Viva
O entregador José Anderson, de Caruaru, PE, viveu uma mudanca radical em sua vida após o motor de sua moto fundir e ficar sem dinheiro para o conserto. Para garantir o sustento de sua esposa e de sua filha de seis meses, não desistiu. Ele passou a realizar entregas de comida totalmente a pé durante as madrugadas. Caminhando por quilômetros com dores nas pernas, ele enfrentava o cansaço diário. Sua rotina exaustiva chamou a atencão de policiais militares durante uma ronda local. Comovidos com o esforço do trabalhador, os policiais gravaram e divulgaram um vídeo. A gravação rapidamente viralizou na internet e gerou uma enorme onda de empatia. Os agentes organizaram uma vaquinha virtual e consequiram arrecadar mantimentos. Com o apoio financeiro de milhares de internautas, uma nova moto foi comprada. José recebeu o veículo de presente, além de fraldas e alimentos para sua casa. A ação transformou a realidade da família e virou símbolo de solidariedade.
🚨 GRAVÍSSIMO 💣
GILMAR SE ENROLOU NA PRÓPRIA TESE
Quer dizer que Mendonça, sendo relator do caso Master, não poderia conduzir a delação, seria isso?
E quanto a Alexandre de Moraes que não só conduzia delação, mas também advertiu Mauro Cid sobre as consequências para ele e sua família caso mentisse ou omitisse informações?
Isso pode, Gilmar?
Seu discurso muda conforme o personagem?
O que vale para um ministro não vale para outro?
Ou estamos diante de mais um caso clássico de DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS?
Afinal, o que tanto incomoda no caso Master?
👉 SEGUE para mais informações como essa 🎯
O pré-candidato ao Senado por Rondônia, Bruno Scheid, criticou a atuação do ICMBio e do Ibama contra produtores rurais e agricultores de Rondônia. Segundo ele, o peso da força do Estado tem recaído sobre quem trabalha, produz e vive da terra, enquanto o crime organizado continua avançando na região.
Bruno expõe que muitos moradores de Rondônia se sentem impedidos de crescer, produzir e melhorar de vida por causa das restrições impostas ao uso da terra. Enquanto sobre estrutura militar para combater agricultor, produtor rural, falta para combater o crime organizado que impõe o medo na ausência do Estado.