Alexandre de Moraes proibiu Flávio Bolsonaro de visitar o pai por causa de uma carta de Jair.
Pensem nisso por um segundo.
Metade da obra de Antonio Gramsci — o santo padroeiro da esquerda brasileira — são Cartas do Cárcere, escritas na prisão fascista. A outra metade são os famosos Cadernos do Cárcere, 2.848 páginas de reflexões e anotações que ele só conseguiu produzir porque Mussolini permitiu que ele lesse, estudasse e escrevesse na cadeia.
Essa obra só existe graças ao apoio da família, especialmente da cunhada Tatiana Schucht. Foi ela quem escreveu mais de 600 cartas para Gramsci, serviu como principal elo com o mundo exterior, visitou-o na prisão e organizou os cadernos depois. A maioria das cartas era endereçada a ela.
Nem Mussolini, no auge do fascismo, impediu Gramsci de receber visitas da família nem de produzir sua obra, ou escrever cartas a familiares e amigos com instruções pessoais e políticas. Se existisse um juiz como Alexandre de Moraes na Itália fascista, a esquerda não teria hoje os Cadernos do Cárcere nem grande parte das Cartas: a principal contribuição teórica do comunismo moderno e da revolução cultural simplesmente não existiria.
É isso que está acontecendo agora no Brasil. Uma carta vira motivo para proibir visita familiar. Nem o fascismo italiano chegou a esse nível de crueldade contra um dirigente comunista.
A ditadura da toga não persegue só um ex-presidente. Ela persegue a possibilidade de dissidência e de pensamento contrário. E a esquerda celebra, por que no final das contas, para os revolucionários pouco importa coerência, princípios ou direitos. O que vale é a moral trotskista clássica: a moral deles e a nossa. O que ajuda a revolução é bom; o que atrapalha, deve ser esmagado.
De todos os filhos de Bolsonaro, considero este o mais perigoso.
Na minha percepção, ele é cínico, rasteiro e costuma atribuir aos outros exatamente as práticas que lhe são imputadas. A dinâmica, muitas vezes, é a seguinte: mentir, perseguir, difamar e caluniar alguém até provocar uma reação. Quando essa reação finalmente ocorre, ela é apresentada como "prova" da narrativa previamente construída: "Viu? Eu não disse? É traidor do Jair Bolsonaro. Não aceita o Flávio Bolsonaro."
Esse tipo de estratégia pode passar despercebido por quem não está familiarizado com esse padrão rasteiro de atuação. É uma tática que considero rasteira, porque parte da provocação deliberada para, depois, explorar a resposta como se fosse a causa do conflito.
Isso lembra muito traços de personalidade da chamada "Tríade Sombria" que é composta por maquiavelismo (manipulação estratégica), narcisismo (necessidade de admiração e senso grandioso de importância) e psicopatia subclínica (baixa empatia e impulsividade).
Penso eu que o Flávio Bolsonaro enfrenta dificuldades políticas não apenas por fatores externos, mas também porque parte de sua própria base é desgastada por esse comportamento. Ou seja, quem mais contribui para implodir o capital político de Flávio é justamente alguém de dentro da própria família, movido pela incapacidade de conviver com qualquer protagonismo que não seja o seu.
Na verdade, isso mais parece um déjà-vu. É exatamente a mesma dinâmica que, na minha avaliação, ocorreu nas eleições de 2022, quando a própria base de apoio de Jair Bolsonaro acabou sendo implodida por conflitos internos liderados pelos irmãos Eduardo e Carlos Bolsonaro.
🚨 PRESIDENT TRUP JUST POSTED THIS 💎 OF SECRETARY RUBIO BODY SLAMMING A SENATOR IN REAL TIME
Senator: “I regret voting for you for Secretary of State.”
Rubio: “Your regret confirms I’m doing a damn good job.”
Then he went full savage:
• Zero regrets cutting $10M for male circumcisions in Mozambique.
• No more $227K for “Big Cat’s YouTube channel.”
• No more $14M for “social cohesion in Mali” (whatever the hell that is).
America First means America’s money stays home or actually helps Americans, not this globalist grift.
He torched the El Salvador gang member drama: “We deported gang members…
including the one you had a margarita with.”
And on the campus chaos? Rubio made it crystal clear:
Student visas are a privilege, not a right. If you’re here to riot, burn buildings, take over libraries, or disrupt American students paying real tuition, your visa is getting revoked. More coming. Good.
He also dropped a masterclass on separation of powers: No judge tells the Secretary of State or President how to conduct foreign policy or who to talk to.
Diplomacy dies if every conversation gets leaked to courts and the media.
This is the energy we voted for. No more weak State Department. No more funding nonsense overseas while America gets lectured. No more letting foreign agitators turn our campuses into war zones.
Rubio ain’t playing. Trump’s team is delivering.
@jflorencio_rj@MarcelfariasPG J
@jflorencio_rj , eu acompanhava o Kim, la no começo, mas quando percebi que ele e um vigarista, manipulador , mentiroso e ardiloso , deixei de segui-lo. Tomara que um dia você consiga enxergar.
@MarcelfariasPG@jflorencio_rj Desiste Marcel, este Kim ja fez a lavagem cerebral, o cara ja assinou mais de 2000 mil vídeos, não perca seu tempo e energia.
@Rheamund_ Bem vindo, amigo! Sou brasileira e sei o que esta sentindo, imagine nós que somos do Pais do futebol. Mas na proxima copa do mundo voce vai esta la de novo, o futebol na copa do mundo e mágico, faz a gente esquecer as humilhações de 4 em 4 anos.
Enquanto o governo Lula decide emitir dívida em moeda chinesa justamente em meio às negociações das tarifas com os EUA, Flávio Bolsonaro foi aos Estados Unidos pessoalmente defender os interesses do Brasil.
No fim, quem diz que defende o Brasil e a soberania nacional ficou de fora da mesa de negociação.
Todos os clubes por onde Neymar passou, a FIFA, emissoras do mundo inteiro, jogadores e ex-jogadores destacaram sua qualidade. A nova geração de atletas da França, Espanha e Alemanha o tem como ídolo. Ainda assim, a CBF não foi capaz de prestar uma homenagem ao maior artilheiro da história da Seleção Brasileira e ao único craque que, desde 2010, muitas vezes carregou a equipe praticamente sozinho.
No Brasil, porém, parte dos jornalistas e comentaristas prefere tratá-lo com desprezo. Enquanto isso, vi comentaristas argentinos agradecendo ao Neymar, e milhões de crianças brasileiras só voltaram a se empolgar com esta Copa por causa da sua convocação, não por jogadores que chegaram a dizer que defender a Seleção atrapalhava suas férias.
O mesmo aconteceu em Portugal com Cristiano Ronaldo: parte da imprensa e até integrantes da seleção o criticaram, apesar de ele ser um ídolo mundial. Brasil e Portugal parecem repetir o mesmo erro com seus maiores jogadores.
O povo, porém, e não a militância, sabe reconhecer o talento de Neymar e entende que ele merece ser lembrado e homenageado. Já bastou o que parte da imprensa fez com Pelé; agora repete a mesma postura porque Neymar não apoia os políticos de sua preferência.
Quando vemos até o presidente da República ironizar Neymar, chamando-o de jogador de “home office”, fica evidente como a política pode contaminar o espírito das pessoas. A pequenez ideológica destrói a capacidade de reconhecer méritos. Desprezar o sectarismo de jornalistas e políticos é, muitas vezes, uma forma de resistência em defesa da dignidade e do reconhecimento de quem fez história no esporte
Meu caro @Maxcardoso, o que é incrível é como o professor estava adiantado pelo menos dez anos. O mais incrível é que uma porrada de alunos dele se bandearam para esses projetos, literalmente os dois que ele descreve.
Sabe o que é pior? Eles adoram pegar prints do professor Olavo fora de contexto para validar suas ideias.
Esse bolchevismo de direita que o professor fala está claramente ativo no debate público da direita desde 2021 no Brasil: defendem pautas “nacionalistas”, desenvolvimentismo, flertam abertamente com o Getulismo, dialogam com partidos que defendem o comunismo trabalhista (como o PCO), viajam para a Rússia para ouvir o Dugin e fariam o mesmo até pelo Putin se tivessem a chance. Literalmente, são os socialistas de direita. Essa vertente conseguiu se infiltrar também em alguns meios católicos tradicionalistas com muita força.
Do outro lado, essa vertente que envolve o globalismo, citada pelo professor, está ativa e ganhou muito espaço na direita americana. Expoentes como Steve Bannon, Tucker Carlson, Candace Owens, Nick Fuentes e outros. Homens poderosos entraram na estrutura de influência do Partido Republicano e até mesmo na campanha de Trump, um dos grandes nomes é o de Peter Thiel e Curtis Yarvin, cujas ideias nada mais são que o outro lado da mesma moeda do dugnismo. Essa vertente está sendo utilizada como base ideológica do partido Missão e igualmente enganando muitos jovens. Venho inclusive dizendo em minhas análises que o globalismo hoje está infiltrado na direita e direcionando inclusive a política externa.
Mais uma previsão certeira do professor Olavo se concretiza: o anti-semitismo que une ambas as frentes. Aqui nos EUA, está ocorrendo uma depuração no Partido Republicano. Por conta disso, os antissemitas estão sendo expostos publicamente e combatidos ideologicamente.
Também está iniciando um movimento público de Republicanos para tentar resgatar o Partido Democrata deste buraco da ala coordenada pela família Soros, o partido das sombras (tema do livro do qual sou coautor “Os EUA e o Partido das Sombras”). Por este motivo, estamos vendo expoentes da direita americana falar tanto contra o comunismo, até mesmo o presidente Trump. Essa vertente da direita entende que os democratas em algum momento voltaram ao poder, e também sabem que uma coisa são os democratas padrão, outra são os democratas anti-americanos.
Na Europa, a vertente que mais cresce é o Bolchevismo e estão em partidos como a AfD da Alemanha, Fidesz na Hungria de Viktor Orbán, Marine Le Pen, entre outros.
Um ponto que dificulta ainda mais o debate é que, quando se fala de globalismo no Brasil, as pessoas estão presas nos acontecimentos pré-pandemia, culpam os europeus por tudo e acreditam de verdade que estão combatendo os globalistas, quando na verdade estão, mesmo que sem intenção, propagando o discurso de Dugin e escondendo os “aliados” ideológicos como Yarvin e Thiel.
O cenário é complexo, confuso e preocupante.
🗣️ Thierry Henry emocionou ao falar sobre Neymar após a aposentadoria do camisa 10 da Seleção Brasileira:
“Olhem para esse jogador. Eu pagaria para vê-lo jogar. É simples assim. Podemos falar sobre tática, sobre 4-4-2, sobre chuva, altitude ou qualquer outra condição… esse homem era capaz de jogar em qualquer lugar, a qualquer momento e em qualquer estilo.”
“Ele fez o mundo inteiro se apaixonar pelo futebol. Pelo jogo bonito. Pelo seu estilo, pelos gols, pelo sorriso, pela maneira de jogar e pela magia que levava ao campo. Toda criança queria ser o Neymar. Você queria ser o Neymar. Eu queria ser o Neymar.”
“Ele mudou o futebol com a forma como jogava. Por isso, não quero falar sobre Copa do Mundo ou sobre como a carreira dele terminou. Quero falar sobre tudo o que ele entregou ao esporte.”
“Neymar foi e sempre será um jogador extraordinário. Obrigado por tudo o que você deu ao futebol. Foi um privilégio assistir você jogar.” ❤️🇧🇷