@RafaelFontana@flaviogordon Tenho assistido a esta insanidade do ICmBio. É a esquerda jogando sujo para reverter as perdas de quem ainda acreditava neste partido.
Não tem como torcer contra o Brasil, mas sejamos francos, seria só mais um pão e circo para o brasileiro esquecer o pesadelo que esse desgoverno vem entregando ao povo. Vamos focar no que interessa. Agora é hora de eleger Flávio Bolsonaro e tirar lula e o PT do poder.
Lula diz aos quatro cantos que a economia está voando. Mas, 82% das famílias brasileiras estão endividadas.
Faz tempo que Lula não pisa numa feira ou num supermercado. O filé servido para ele e para Janja nos palácios é pago por nós. Lula sabe quanto custa o quilo da batata? Janja sabe quanto está um litro de leite?
@FlavioBolsonaro O povo crédulo das inverdades que Lula prega merece muito estar nas condições restritivas deste governo inescrupuloso. Precisam acordar e enxergar que a esquerda nada tem de bom para eles.
O PT passou 17 anos no poder e só agora, em ano eleitoral, quer empurrar a redução de jornada por canetada. Não há debate sério, apenas um projeto de perpetuação no poder. Lula entrega um Brasil em que o trabalhador vende almoço para comprar o jantar e deixa a dívida para o povo.
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Será que o desempenho da seleção na Copa afeta a avaliação do governo? Fui atrás do que a ciência política tem sobre isso e o resultado é curioso.
O estudo mais famoso é de Healy, Malhotra e Mo, publicado na PNAS em 2010. Eles analisaram eleições americanas de 1964 a 2008 cruzadas com resultados de futebol universitário, um evento que o governo obviamente não controla. Uma vitória do time local nos 10 dias antes da eleição aumentou o voto no incumbente em 1,6 ponto percentual, chegando a 2,4 pontos nas regiões de torcida mais fanática. E o desenho é sofisticado: usaram as casas de apostas para isolar o componente surpresa do resultado. É justamente a vitória inesperada que move o eleitor.
O achado incomoda porque revela algo sobre nós: o eleitor não julga o governo por uma planilha, julga pelo próprio estado de ânimo. Ele recompensa e pune o incumbente por variações no seu bem-estar que não têm nada a ver com governo. É um instinto empírico primário: estou me sentindo bem, logo as coisas vão bem, logo quem está no comando merece ficar.
E não é achado isolado. Um estudo no Journal of Finance analisou 39 países e mostrou que a eliminação da seleção nacional em Copa derruba a bolsa local no dia seguinte, e a derrota pesa mais do que a vitória alivia. Na Espanha, pesquisadores descobriram que nas províncias premiadas pela loteria de Natal o incumbente ganha mais votos na eleição seguinte, mérito zero do governo, humor puro. E nos Estados Unidos, derrotas inesperadas de times da NFL aumentam os registros de violência doméstica nas horas após o jogo. O estado de ânimo coletivo transborda para a economia, para o voto e até para dentro de casa.
Mas há dois limites importantes. Primeiro, o efeito é curtíssimo, dias, não meses. Segundo, e mais interessante: quando os pesquisadores lembravam a pessoa da origem do seu humor ("seu time ganhou ontem, não é?"), o efeito desaparecia. Consciência dissolve o viés.
E no Brasil? Os dados não confirmam o mito. Levantamento do UBS comparou a aprovação do governo antes e depois de cada Copa: em 2002, ano de penta, caiu 2%. Em 1998, derrota na final, subiu 7%. FHC se reelegeu em primeiro turno semanas depois do 3x0 para a França. Lula se reelegeu em 2006, ano de eliminação.
Agora, uma provocação para reflexão, sem conclusão pronta. O movimento conservador brasileiro de hoje é essencialmente um movimento de revolta contra o sistema, animado pela ideia de devolver ao Brasil uma grandeza que ele sente ter perdido. Algo como "Make Brazil Great Again". E qual era o símbolo máximo do Brasil grande? O futebol. O país do penta. Pois repare: desde que o PT chegou ao poder, o Brasil nunca mais ganhou uma Copa. São mais de duas décadas em que o símbolo da nossa excelência definhou junto com tantas outras coisas.
Correlação não é causa, e os dados acima recomendam que ninguém na direita se anime achando que frustração de arquibancada vira voto sempre. Os números não mostram isso necessariamente. Mas talvez a pergunta certa não seja se a Copa muda a eleição, e sim o que significa um país que se acostumou a perder em tudo, até naquilo que era a sua maior certeza. Se eu fosse o marqueteiro do @FlavioBolsonaro, este seria o meu foco.
Visitamos Filipe Martins, um dos condenados a penas exorbitantes no 8/1. Se a Lei da Dosimetria estivesse sendo aplicada como deveria, ele já teria sido beneficiado com progressão de regime e estaria em casa. Incompreensível que uma lei aprovada com ampla maioria pelas duas casas do Congresso, com veto presidencial derrubado, com parecer de constitucionalidade pelo PGR e sem qualquer decisão do STF contrária a ela, seja simplesmente mantida em um limbo. Outras centenas de pessoas encontram-se na mesma situação de Filipe Martins, sendo mantidas presas por mais tempo do que a lei permite.
A Lei da Dosimetria é de aplicação urgente, ela pelo menos diminui o sofrimento causado por condenações injustas.
A gente não pode se acostumar com a indignidade.
Por isso, em São Bernardo do Campo, transformamos a realidade de inúmeras famílias que estão deixando para trás o antigo galpão onde moravam em condições precárias, para moradias de verdade.
De um cenário de guerra, marcado por fiação exposta, esgoto a céu aberto e risco constante, para um lar de verdade: seguro, digno e preparado para um novo capítulo de suas vidas.
É assim que a gente troca abandono por esperança, e São Paulo segue na direção certa.
🚨URGENTE: PGR e STF podem estar tramando anular a delação do Mauro Cid. Poucos se atentaram a isso.
Caso a delação de Cid seja anulada, revisões criminais requerendo a anulação dos processos e, consequentemente, a liberdade dos condenados poderão ser ajuizadas, por exemplo, pelo presidente Bolsonaro, Filipe Martins e tantos outros.
O contrato assinado entre Viviane Barci e Daniel Vorcaro prova que o dono do falido Banco Master não contratou a mulher de Alexandre de Moraes - contratou a proteção do próprio ministro
Bem lembrado, Eduardo.
Todo juiz envolvido com corrupção no Brasil é aposentado compulsoriamente. A única que perdeu os seus proventos foi a @ludmilagrilo11, por não se vender para o sistema.
Bolsonaro é o maior fenômeno político da história recente - talvez maior que Getúlio.
Inelegível e preso - acusado de golpe virtual - ele escolheu Flávio como sucessor.
Como o governo do PT derrete, o Consórcio criou um adversário na própria direita.
É hora de acordar.