Perfeito. Eis aí, desenhado com a nitidez de um manifesto, todo o projeto nikolaíta. Com uma confissão tão desavergonhada, não restam mais dúvidas, se é que alguma um dia existiu. Os nikolaítas matam o pai e erguem o totem. Parabéns, @TAbreu24 . Em poucas linhas, deixaste o esquema exposto como uma natureza-morta: votarão em Lula, sim, para salvar o projeto “luto”. A liturgia do parricídio está completa; só falta o incenso.
Como marcar um território político próprio em tempos de bolsonarismo e lulopetismo? Não será, evidentemente, com o amarelinho da Seleção, nem com o vermelho de opereta comunista. Resta, então, o preto. Nikolas Ferreira surge com a pretensão, nada modesta, de encarnar a única e derradeira terceira via: um messias político desprovido de pedigree, nascido de um milagre que ele próprio julga não dever a ninguém, ancorado num futuro que dispensa o peso do passado. Atrás dele, uma legião de jovens que repele tanto o ouro gáudio quanto o carmesim ideológico e adota, em seu lugar, a cor da negação: o preto.
O preto, que nas artes plásticas e na física da luz se define pela ausência radical de reflexo, tipo: “não refletirei outras cores” ou “não contem comigo para refletir o que eu não sou”, é, coincidentemente, trazido à ribalta, para, na cabeça de muitos, representar o novo. Quase uma confissão involuntária, dirão alguns. Mas, como não recordar, diante dessa escolha, as Camicie Nere da Itália? Os Camisas Negras, milícia paramilitar do Partido Nacional Fascista de Benito Mussolini, tropa de choque que garantia, a porrete e a pistola, a ascensão e a permanência do regime. Eles marchavam de negro, cor da noite, da morte e da supressão de toda nuance. É claro que a garotada de Nikolas não guarda relação orgânica com aqueles squadristi. São épocas distintas, contextos incomensuráveis. Mas as coincidências históricas, quando se repetem com tamanha precisão estética, deixam o observador levemente perplexo, como se o inconsciente coletivo da política brasileira, sempre atrasado, teimasse em reencenar velhas óperas sob novos libretos. Além do mais, o negro carrega, por razões dolorosas demais para serem ignoradas, um lastro simbólico pesado: escravidão, luto, treva. Adotá-lo como cor partidária já seria, por si, de mau gosto. Mas há ainda um segundo motivo, mais sutil e talvez mais revelador: segundo a teoria clássica das cores, o preto é neutro.
Neutro, precisamente neutro. Nem vibra, nem reflete, nem se compromete. Apenas absorve tudo e devolve o vazio. Coincidência? Ou sintoma perfeito de uma pretensa “terceira via” que, no fundo, apenas veste de elegância sombria a mesma velha indigência ideológica carmesim?
Mande esse vídeo pro seu amigo Petista que insiste em brigar com a realidade‼️
Aproveite e mande pro amigo isentão que voltou com o nojinho estético do Bolsonaro e jura de pé junto que o Zema e Caiado ainda tem chances de angariar votos até a eleição‼️
O que está acontecendo no país?
“Existe uma cena que o brasileiro do interior precisa ver — porque é o futuro de todo empresário neste país.
São João do Manteninha, Vale do Mucuri, Minas Gerais. A produtora rural Edvone e o marido Reginaldo viram 500 quilos de queijo artesanal — o sustento da família — sendo descartados pela Vigilância Sanitária na frente deles. O motivo oficial: o queijo não tinha o Selo de Inspeção Municipal (SIM).
O motivo REAL: a cidade de São João do Manteninha NUNCA implantou o SIM. Não existe estrutura municipal para fiscalizar e emitir o selo. O Estado exige um documento que ele próprio nunca disponibilizou.
Leia de novo. A LEI exige um carimbo. A PREFEITURA não emite o carimbo. O PRODUTOR é punido pela falta do carimbo. Esse é o desenho perfeito da captura regulatória brasileira: o Estado cria a exigência, falha na execução, e transfere o ônus pro mais fraco da cadeia. O queijo é destruído. A família chora. A burocracia segue intacta.
Bastiat (1850) explicou: “O Estado é a grande ficção pela qual todos tentam viver às custas de todos os demais.” No Brasil, ele virou a ficção pela qual TODOS pagam o custo da incompetência de ALGUNS.
E aqui está o detalhe mais grotesco da história: o Queijo Artesanal Minas é PATRIMÔNIO CULTURAL IMATERIAL BRASILEIRO, tombado pelo IPHAN em 2008. Mais de 200 anos de tradição. O Estado tomba culturalmente o que destrói operacionalmente.
Em qualquer país sério, a Vigilância chegaria, identificaria a falha estrutural (cidade sem SIM), notificaria a Prefeitura, e DARIA PRAZO ao produtor pra regularizar via consórcio intermunicipal. No Brasil, ela chega, destrói tudo, vai embora — e a Prefeitura continua na omissão.
Quem ganha com isso? Indústria de laticínios formal, com lobby suficiente pra criar a regra que asfixia o concorrente artesanal. Você ainda acha que regulação sanitária é sobre proteger sua saúde — ou já entendeu que ela serve, principalmente, para eliminar quem ameaça quem está no poder? — Se você leu até aqui e sentiu o soco, é porque já desconfiou que o pequeno produtor brasileiro não compete contra mercado. Compete contra Estado.”
Tudo é tratado como normal quando cidadãos inocentes são assassinados por criminosos e terroristas.
Mas quando os EUA eliminam esses criminosos para proteger uma população que está sendo massacrada, a imprensa entra em estado de choque.
A pergunta é simples: de que lado eles estão?
Nikolas tem um negócio que pode render muito pro umbigo dele, é o cursinho pro 'concurso público' do empregão que paga 46k/mês, dá muito poder e mordomias. O embusteiro tá preparando a turminha pra eleição. Gente que nunca trabalhou na vida, não sabe o que é patrão e compromisso com produtividade, quer o voto dos bolsonaristas sem Flávio Bolsonaro - eleitotários disponíveis a bancar a bancadinha do Nikolas. Porque pra ele, tanto faz se o Lula vencer.
Parece que não, né?
Mas, há tantas camadas de canalhice num vídeo como esse, que fica difícil de comentar sem praticamente escrever um livro a respeito.
Mas se você quer uma boa - e sucinta - explanação sobre ele, veja também o vídeo de hoje do @kimpaim. Será suficiente pra você ter uma ideia básica à respeito.
Aaaaaah! Obrigada, @FlavioBolsonaro , meu futuro Presidente! É um carinho no meu coração saber que as lives estão de volta! Obrigada, @CarlosBolsonaro ! Se Deus quiser, em breve, nosso eterno líder @jairbolsonaro também estará aí com vcs!
Rogério Marinho ocupa quase uma página do @JornalOGlobo e isso me traz três questões.
Por que o Fábio Portela teima em esconder o Flavio Bolsonaro e trazer protagonismo para aqueles que não sao candidatos e que nao precisam de votos?
Alem da FSB para quem ele trabalha afinal?
Ao @rogeriosmarinho o PL e o Bolsonarismo não é "liberal na economia", conheço muita gente com perfil conservador na economia, tá ok?