Vá em paz, Silvio Matos. Que Deus conforte seus amigos, fãs e familiares.
Deixo aqui uma reflexão que Silvio, com toda a sua sensibilidade, nos deixou (gravada em 11 de outubro de 2022).
Esfaqueado, traído, difamado, mas nunca corrompido. Deus é testemunha da sua luta, presidente. O senhor é o exemplo que arrasta, a voz que guia e a força que liberta. Da sua coragem nasce a vontade e a disposição de jamais desistir. Seu sonho de Brasil é o nosso sonho de nação. Não adianta tentar apagar o passado e ignorá-lo na esperança de dominar o presente e reescrever o futuro; estamos firmes na memória do despertar que o senhor nos proporcionou. Pode haver choro e ranger de dentes. As entidades podem se contorcer, pois o senhor trouxe luz à escuridão. Hoje o coração está apertado por sabermos o que o senhor está passando. O senhor subiu sozinho e arrastou consigo todos aqueles que, durante décadas, sempre sonharam com um Brasil digno e honesto, que nunca se dobraram ao politicamente correto. Estamos aqui, presentes e prontos para defender o seu legado.
LIBERTEM BOLSONARO @jairbolsonaro@bolsonaro__jr@BolsonaroSP@CarlosBolsonaro@FlavioBolsonaro
As condenações dos presos do 8 de janeiro são desproporcionais e motivadas politicamente, com penas que ultrapassam as aplicadas a crimes violentos, como estupro. Mães foram sentenciadas a 17 anos de prisão, separadas de seus filhos e submetidas a condições degradantes, beirando a tortura. O Judiciário não pode ser instrumento de vingança política!
A anistia não é impunidade, mas um resgate da justiça e da proporcionalidade, como já ocorreu na história brasileira. Defendemos a pacificação nacional e a correção desse erro, para garantir que a justiça não seja seletiva nem usada para perseguir cidadãos.
Dia 16 de março, nas ruas! Pela anistia aos presos do 8 de janeiro!
Amélia foi anistiada pela Lei da Anistia.
Acusada de assaltos a agências bancárias com revólver 38 na mão.
Não devolveu o dinheiro e nem foi presa.
Agora resolve dizer NÃO à anistia dos Patriotas que estavam com a Bíblia nas mãos.
Amélia trabalha na Globo...
Três em cada quatro brasileiros (74%) avaliam que o Supremo Tribunal Federal incentiva a corrupção ao anular punições da Lava Jato. O dado é da pesquisa Genial/Quaest, que ouviu 2.000 pessoas entre 25 e 27 de fevereiro deste ano. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.
Decisões recentes de ministros do STF suspenderam multas bilionárias de acordos de leniência, anularam condenações e arquivaram inquéritos. Nos últimos meses, por exemplo, o ministro Dias Toffoli derrubou as multas por corrupção da antiga Odebrecht e da J&F.
A impunidade é o combustível da corrupção. No ritmo em que estamos, daqui a pouco o cidadão terá que devolver dinheiro a quem roubou. O brasileiro não aguenta mais. Chegou a hora de dar um basta ao abuso de autoridade dos ministros do STF.
🖊️Além da passada de pano, o comentário do jornalista tem erros factuais básicos que desmentem o que ele tenta provar. Vamos lá:
- Moro era juiz concursado, com 22 anos de magistratura, sem qualquer relação política, pessoal ou profissional com Bolsonaro;
- Ao contrário de Moro, Lewandowski foi uma indicação política direta de Lula ao STF em 2006, justamente em razão das boas relações pessoais entre eles. Isso depõe contra Lewandowski e a favor de Moro, ao contrário do que quer dar a entender o jornalista;
- A primeira condenação de Lula foi confirmada pelo TRF4, que aumentou a pena, e também depois pelo STJ. Juridicamente, depois que o caso sobe para a 2ª instância, o juízo da condenação passa a ser o TRF4 e o caso sai da alçada de Moro;
- Lula só foi preso porque a maioria do STF, que o jornalista convenientemente omite de sua análise, negou um habeas corpus preventivo solicitado pela defesa de Lula. Posteriormente, o TRF4 deu a ordem de prisão, que foi encaminhada a Moro apenas para execução;
- O argumento de que Moro era parcial por ter aceitado o convite de Bolsonaro para o MJ foi, sim, um dos principais para a suspeição, embora os ministros tenham citado outros elementos;
- O jornalista erra factualmente ao dizer que "Moro divulgou o áudio que impediu o Lula de virar chefe de gabinete de Dilma" - na verdade, a intenção de Dilma era que Lula se tornasse ministro-chefe da Casa Civil;
- Moro não divulgou áudio: foi baixado o sigilo de processo em que solicitadas medidas cautelares porque as medidas já haviam sido executadas. Como o processo é público, qualquer um, inclusive a imprensa, pôde consultar o processo e verificar as gravações captadas pela interceptação telefônica;
- O jornalista dá a entender que Moro impediu Lula de se tornar ministro de Dilma, mas omite de sua análise que foi o ministro Gilmar Mendes, do STF, que deu uma decisão proibindo a posse de Lula como ministro-chefe da Casa Civil;
Por fim, o jornalista diz que o Moro anexou a delação do Palocci dias antes do primeiro turno e que ele tomou a decisão que impediu Lula de se candidatar, dando a entender que isso teria beneficiado Bolsonaro ou sido feito em benefício de Bolsonaro.
O jornalista, novamente, omite vários fatos de sua análise:
- omite que Moro deu a primeira sentença que condenou Lula em março de 2017, 15 meses antes do início do processo eleitoral presidencial de 2018. Bolsonaro sequer era um candidato viável ou cogitado com seriedade pela imprensa e sociedade naquele momento;
- omite que no primeiro turno das eleições de 2018 havia 13 candidatos oficiais, de modo que se for verdade a sua tese, as decisões de Moro não beneficiaram apenas Bolsonaro, mas todos os demais candidatos. Isso elimina a relação de causa e efeito que o jornalista tenta provar entre as decisões de Moro e a eleição de Bolsonaro, a qual desconsidera todos os demais fatores complexos de uma campanha eleitoral;
- novamente, diz que a decisão que impediu Lula de se candidatar foi de Moro, mas já vimos que o juízo da condenação era o TRF4 e quem autorizou a prisão de Lula foi o STF, ao negar habeas corpus preventivo pedido pela defesa de Lula.
Conclusão: a comparação entre as situações de Moro e Lewandowski é mais do que adequada.
O caso de Lewandowski, na verdade, é ainda pior, já que nos 17 anos em que esteve no STF, Lewandowski deu sucessivas decisões que beneficiaram Lula e o PT, desde o Mensalão até à Lava Jato, possibilitando a anulação das condenações de Lula e das provas contra ele, reabilitando seus direitos políticos e abrindo o caminho para sua nova candidatura.
Negar isso apenas expõe a hipocrisia de quem atacou e criticou a Lava Jato por anos não por seus erros, mas por seus acertos, e hoje trata com normalidade, sem senso crítico e constrangimentos situações que, em qualquer outro governo que não o de Lula, seriam vistas como absurdas e escandalosas.
NATAL MAGIA
O Papai Noel já arrumou as malas e está se mudando para Macaé para comandar nossa comemoração natalina. Teremos o maior Natal que a região já viu, pois MACAÉ além de Capital da Energia será também a Capital do Natal Magia.