#opinião
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Ótima análise da Mirian Leitão sobre a DERROTA de Jorge Messias no plenário do senado.
💬"O Senado derrotou o presidente Lula pelos piores motivos. Antecipou uma guerra política, deixou isso contaminar decisão institucional e cedeu a um presidente do Senado com interesses particularíssimos. O bolsonarismo evidentemente comemorou essa derrota, mas isso não traz qualquer indicação do resultado desta eleição. A disputa que começou oficialmente nesta quarta, 29 de abril, tem seis meses pela frente. E quem vota é o país, e não alguns senadores encastelados em seus próprios interesses e conchavos".
Se você compartilhar este vídeo, o Flávio Rachadinha vai ficar mega chateado, porque faz sua máscara cair.
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🚨 ATENÇÃO: após votar a favor de um aumento abaixo da inflação para os professores, o vereador bolsonarista Rubinho Nunes tentou censurar a oposição, arrancando um cartaz das mãos do vereador e ex-professor Toninho Vespoli!
Esse dado é enganoso. O que ocorre é que a lista de vítimas do regime contabilizada pela CNV usa as definições da Lei de Mortos e Desaparecidos Políticos, elaborada em 1995, após ter sido negociada com os militares.
Essa lei determina que somente sejam contabilizadas como vítimas da ditadura as pessoas cuja morte esteja diretamente ligada à resistência política. É uma listagem de militantes políticos assassinados.
Essa conta ignora, por exemplo, pessoas em situação de rua que foram exterminadas pelos esquadrões da morte, os camponeses assassinados pelas forças de repressão, os trabalhadores mortos por policiais em protestos, os indígenas assassinados em massacres e deslocamentos forçados, etc.
A própria CNV reconhece que mais de 8 mil indígenas morreram em decorrência de ações do regime.
28 de agosto de 1980: uma carta-bomba é enviada para a sede da Delegacia Regional da SUNAB, no Rio de Janeiro. No mesmo dia, explodem bombas no Diretório Acadêmico da Faculdade de Filosofia e na Junta de Alistamento Militar de Antônio Carlos, em Minas Gerais.
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27 de agosto de 1980: uma carta-bomba endereçada à OAB mata a secretária Lyda Monteiro. No mesmo dia, uma segunda carta endereçada ao gabinete de um vereador do PMDB deixa José Ribamar de Freitas gravemente ferido. Uma terceira carta explode na sede de um jornal do PCdoB.
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12 de agosto de 1980: uma bomba explode na cantina do Colégio Social da Bahia, em Salvador. A explosão deixou 11 estudantes feridos, incluindo a jovem Roseane Mendes, que teve de ser submetida a cirurgia.
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11 de agosto de 1980: no Rio de Janeiro, uma bomba é encontrada no bairro de Santa Teresa, em um local conhecido como "Chororó". No mesmo dia, uma bomba foi localizada no TUCA, o teatro da PUC de São Paulo, poucas horas antes de um ato que reuniria centenas de pessoas.
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27 de junho de 1980: uma bomba explode na sede do Sindicato dos Jornalistas, em Belo Horizonte. O recado era dirigido a Paulo Lott, que se destacava pela defesa obstinada dos jornalistas perseguidos pelo governo de João Batista Figueiredo.
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