Quem compara Messi ao Pelé em Copas do mundo, é burro ou mau caráter.
Pelé precisou jogar apenas 4 copas do Mundo para ser campeão de 3 COPAS DO MUNDO.
É o único jogador da história a ter 3 títulos de Copa do Mundo.
Nunca precisou se aposentar da seleção por contas de fracassos.
O Messi? Precisou jogar 5 COPAS para ter 1 título. Precisou jogar 6 COPAS para ultrapassar Pelé em gols. Já se aposentou da seleção por causa de um vice de Copa América.
Vamos deixar de ser viralatas. Deixar de reescrever a história para rebaixar os nossos. Messi é grandioso, gênio, lendário, mas perto de Pelé, principalmente em Copas do Mundo, ele não chega perto.
O Flávio Bolsonaro parece acreditar que o Brasil é propriedade da sua família. Tanto que agora chega ao ponto de chamar a camisa da Seleção Brasileira de "camisa do Bolsonaro", como se símbolos nacionais pertencessem a família dele.
Mas o mais engraçado é vê-lo encerrar seu discurso dizendo que ama a nossa pátria, enquanto, dias atrás, defendia tarifas contra o Brasil e tentava justificar a medida afirmando que elas seriam contra Lula, e não contra o país. Essa é uma piada sem graça mesmo.
O Brasil pertence aos brasileiros. Não pertence a Flávio Bolsonaro, não pertence a Jair Bolsonaro e não pertence a qualquer família política que imagine ter direitos hereditários sobre os símbolos nacionais ou sobre o futuro da nação.
Um dos maiores problemas da política brasileira é justamente a confusão entre projeto de país e projeto familiar. Quando líderes políticos passam a tratar a bandeira, a camisa da Seleção e até o patriotismo como patrimônio privado, deixam de representar a população e passam a agir como donos de algo que nunca lhes pertenceu.
Patriotismo não é transformar o Brasil em extensão de um sobrenome. Patriotismo é defender os interesses nacionais acima de interesses pessoais, eleitorais ou familiares. Quem realmente ama o Brasil não tenta dividir os brasileiros entre "donos" e "inimigos" da pátria, muito menos age como se o país fosse uma herança de família a ser administrada conforme suas conveniências políticas.
A camisa da Seleção é do povo. A bandeira é do povo. E o Brasil é dos brasileiros. Quanto antes a família Bolsonaro entender isso, melhor será...assim eles param de tentar DOAR o Brasil para o Trump.
A Direita Verdadeira não deveria aceitar a ideia de que um único sobrenome tenha exclusividade sobre o sentimento patriótico de milhões de cidadãos.
Basta de BOZONAROS!
Precisamos de alguém que de fato represente a DIREITA no Brasil!
Falar pra vocês legal. As favelas do Brasil são uma potência reprimida. Na tv só tiroteio, desgraça. Mas na prática? Música, dança, arte, arquiterura, projetos sociais, moda, jornalismo, culinária, esporte, turismo... O favelado dita o ritmo desse país com pouco ou nada!
O Brasil precisa urgentemente se desfazer da geração do 2014 até 2022.
Os caras fedem a fracasso com soberba, quando você tá na seleção, FODA-SE o que você fez ou faz pelo seu clube.
Eu vi o Felipão deixar o Romário, Alex, Juninho Pernambucano e Djalminha fora e colocar o Kleberson numa final e o Brasil ser campeão.
Ninguém aguenta mais Marquinhos, Casemiro, Neymar, Ederson, Danilo, Fabinho, Alex Sandro, Richarlison e etc.
Os caras se acham dono da seleção.
Eu tenho uma crítica enorme sobre, eu critico todos os bolos que tenha muito recheio. Pra mim não faz sentido, o bolo tem que ter a essência do bolo que é a massa.. Quando tem muito recheio, fica parecendo um musse, torta ou pavê..