Mas o dado mais perturbador é outro. Em guerras modernas, a proporção normal é de 1 morto para cada 2 ou 3 feridos
Na Ucrânia, a proporção INVERTEU: são 2 mortos pra cada ferido. Isso só aconteceu em Stalingrado, Verdun e na Wehrmacht de 1945
A causa: drones Kamikaze que caçam soldados e impedem evacuação de feridos. Os russos abandonam seus homens pra morrer no campo de batalha
That is Lieutenant Colonel Or Ben Yehuda, commander of the CARACAL unit near Gaza.
On the morning of October 7th, she opened her eyes and saw Hamas in front of her.
“I look up at the sky, then lower my head again, glance to the side, and there are maybe five pickup trucks coming toward me, full of motorcycle riders. There are terrorists leaping between the sand dunes and the trees, all of them wearing vests and uniforms, moving in our direction, and I can’t even count them properly with my eyes. It’s hundreds. Hundreds.
And farther back, on the distant road, I see columns of Gazan civilians simply walking toward us, some armed, some not.
And I say to myself: ‘That’s it. This is where I die. Right here, exactly where I’m standing now. This is where I die.’
Then I said to myself: Fine. If this is the end, then I’ll end it well. I’ll die with honor. I’ll do the best I can. And I’ll fight until my very last drop of blood.
So I turn to my soldiers, a group of twelve heroic fighters waiting for me to tell them what to do. I turn to them with half a smile.
Later, they told me I smiled; I didn’t remember it.
And I tell them: ‘Come on, let’s tear them apart!’
And they all shout back: ‘Yalla!!!’
They come to the embankment with machine guns, with everything they can carry, and we position ourselves there and start firing at everyone approaching the outpost. We’re shooting like mad. At some point, we had a LAU missile with us, so we fired it at one of the Hamas pickup trucks. The truck exploded in a massive blast, something unbelievable. There must have been huge amounts of explosives inside, and the explosion took several of the motorcycle riders with it.
And little by little, I suddenly realize many of them are beginning to retreat, turn around, and flee back the way they came.
And suddenly I understood: yes, we’re doing something significant here.
We were there for about half an hour, and then, in the middle of all the chaos, I suddenly hear the tracks of a tank behind me.
It was an unbelievable sigh of relief.
I told my deputy company commander: ‘Stay here! I don’t know whose tank this is — I’m going to get it!’
It was already around eleven o’clock. I start moving backward, advancing toward the tank through the concrete barriers, and suddenly I realize a terrorist is jumping at me from point-blank range, and in another second, he would’ve been hugging me.
And my luck was that I already had a round in the chamber and my finger on the trigger. It was literally a question of who shoots first, and I shot first.
The terrorist collapsed in front of me.
And I froze for a moment, like, what was that? What just happened?
Then I hear my deputy commander yelling from behind me:
‘Commander! Commander! Are you okay?’
I look at myself, I’m okay.
I turn back toward him and signal with my hand: everything’s under control.
He runs up after me, looks at me, and says, ‘What… what just happened between you two?’
And I tell him: ‘Exactly what’s going through your head right now.’
But the tank!
I remember — I can’t let it leave. We need it.
I ran quickly toward it, and because I’m used to working with my tank crews, I started signaling to them in tank hand signals: ‘Terrorists there, behind me, do this, shell over there!’
And he’s with us, he understands immediately.
And for the first time, I suddenly have additional force joining me.
We make some kind of flanking maneuver, take up a strong position, and simply fire toward wherever the terrorists are coming from. We keep firing and firing, and they start pulling back. And I understand — all of us understand — that if we don’t continue fighting right now, those terrorists will get past us and reach all the communities behind us.
At a certain point, my deputy commander and his radio operator are hit by an RPG and collapse to the ground. So we pull them out of there.
Then I call friends of mine who are pilots flying Yasur and Yanshuf helicopters, and I ask them to come land at the helipad near the outpost, because I’ve evacuated wounded soldiers there and I need them to clear our casualties out. And it actually happens. They arrive, they land, and they evacuate the wounded for me.
Meanwhile, my medical unit is there the entire time treating casualties, loading them up, evacuating them to the helipad. We managed to bring there the wounded from the APC we had seen, the wounded from our battalion, and several civilians we picked up along the way — people who escaped from Kibbutz Sufa, from Pri Gan, and from other places. They all received treatment from my incredible medical team — those angels — and the helicopters I called in evacuated them to Soroka Hospital, where they finally received proper care.
There were also many dead in that battle.
There were dead.
And I remember one moment at the end, when everything was over, just minutes before they came to evacuate the bodies. There was a moment when they were lying there side by side, and I walked between them, gently touching their faces, stroking them softly, telling them I was sorry, and closing their eyes.
And I remember telling myself in that moment that those people, who were now making their final journey, were unbelievable heroes. They fought there like lions to save Kibbutz Sufa. They fought until their last drop of blood."
From Or's book 'book One Day in October'.
Ao acusar o presidente do senado David Alcolumbre de ser um traidor judeu, sendo, por isso, da linhagem de Judas, o traidor de Jesus - e, portanto, o traidor arquetípico no Ocidente - a ex-senadora Kátia Abreu mobiliza um clássico tropo antissemita medieval, a saber, a imputação de venalidade e perfídia ao povo judeu, qualidades estas que, na remissão a Judas, estão diretamente ligadas ao tropo do deicídio e, portanto, da perversidade incomparável atribuída pelos séculos a este povo. Perfídia, venalidade e perversidade incomparável se somariam, a partir da Baixa Idade Média, à atribuição de superpoderes aos judeus, quando estes passariam a ser identificados literalmente com o demônio. Na modernidade, essas qualidades imputadas aos judeus pelos antissemitas seriam acolhidas (agora em termos seculares) no documento fundador do antissemitismo contemporâneo, os Protocolos dos Sábios de Sião, onde o superpoder demoníaco seria identificado no superpoder econômico, instrumentalizado pelo "judaísmo internacional" em sua conspiração visando a dominação mundial. Mas voltemos a Judas. É interessante ler a patética "retratação" da ex-senadora, onde esta afirma que teria sido "mal interpretada", pois não teria pretendido se referir a povos ou religiões (então, por que o uso da palavra "judeu" e sua remissão a Judas Iscariotes?) e, como de praxe, se "desculpou", digamos, por qualquer coisa. Entretanto, na mesma mensagem de "desculpas", Kátia Abreu reitera o antissemitismo: "o nosso Messias também foi traído". Trocando em miúdos, assim como os judeus "traíram" o Messias Jesus, Alcolumbre também teria traído o Messias indicado por Lula para ocupar uma vaga no STF. Esta renitência de Kátia Abreu no antissemitismo, mesmo depois de ter percebido que "deu ruim", é interessante porque ilustra uma característica muito importante dos antissemitas ocidentais, mesmo - ou sobretudo - quando estes se reivindicam democratas. Citando o próprio Jesus, eles parecem não saber o que fazem. É como se a percepção preconceituosa dos judeus no Ocidente, depois de dois milênios de cristianismo, tivesse se entranhado tão profundamente na psiquê ocidental, que se tornou possível exibir o mais absurdo preconceito com a maior naturalidade, como se o enunciador fosse, ao menos em parte, incapaz de compreender a preconceito naquilo que ele enuncia sobre os judeus. Aqui, novamente, a identificação dos judeus a Judas é paradigmática. Esta identificação é antissemita não apenas pelo motivo banal de que ela usa o mau comportamento atribuído a um membro do povo judeu para generalizá-lo a todo o povo. A antissemitismo presente em tal identificação possui uma raiz muito mais profunda. E isto pela razão de que ela constitui, em si mesma, um ultraje não só à própria razão como à lógica mais elementar. Afinal, pasmemos, mas não apenas Judas era judeu, como também o eram Jesus, os apóstolos e quase todo mundo naquele contexto. Então, qual o sentido da qualificação de "judeu" a Judas como algo abominável, bem como de de sua generalização e transmissão através das gerações para todos os judeus? Penso que a resposta reside na relação única e visceral do cristianismo com ao judaísmo. Justamente pela circunstância de que Jesus era judeu e se autoproclamava como o cumprimento e a consumação das profecias judaicas, o fato de os judeus não terem se tornados cristãos - tendo, portanto, permanecido judeus - provoca nos cristãos uma ferida (trauma) de significado existencial e cosmológico. Pois, se a religião judaica, bem como o povo a ela ligado, são "superados" em Jesus, então a sua mera existência passa a ser vista como algo da ordem do intolerável, na medida em que desafia e levanta dúvidas sobre a própria Verdade cristã. Assim, os judeus são Judas não apenas porque Judas era judeu, mas, sobretudo, porque eles continuaram judeus e, portanto, como Judas, traidores e assassinos de Cristo. E, na medida em que o judaísmo é transmitido de geração à geração, o crime original também o é. Opera aqui uma dinâmica que é da ordem do mythos e não do logos, pois o logos não se presta muito a fundar identidades. Eis a raiz da resiliência do antissemitismo no Ocidente, bem como da imensa dificuldade em combatê-lo.
🔥Prince Reza Pahlavi just dropped a masterclass response🔥
German journalist tries to trap him: “Are you an Israeli asset?”
Prince Reza fires back without hesitation:
“Of course not… but I am a friend to Israelis and the Jews.”
Then he schools everyone:
After reminding them about Cyrus the Great, he added: “In modern history, Iran is the only country that harbored Jews escaping Hitler and his regime.”
Mic. Dropped.🎤
It’s actually wild that a German journalist feels comfortable throwing shade on Jews and Israel.
Prince Reza Pahlavi stays classy, stays truthful, and stays based.
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A Casa da Barbárie: O Homem que Matava 10 Mil por Dia e Depois Ia Jantar com os Filhos
O CHEIRO.
Não o cheiro de morte que você acha que conhece. Não. Um cheiro doce, enjoativo, de carne humana queimada misturado com o odor químico do Zyklon B. Um cheiro que entrava pelas janelas, se grudava na roupa, no cabelo, na pele. Um cheiro que nunca saía.
Esse era o ar que Rudolf Höss respirava todos os dias.
Ele não era um monstro de filme, de olhos vermelhos e risada maligna. Era pior. Era um administrador. Um burocrata pontual, organizado, obcecado por eficiência. Sob o comando dele, Auschwitz não era um campo de concentração. Era uma fábrica de morte em escala industrial, a maior que o nazismo construiu.
Os trens chegavam como relógios.
Portas se abriam.
Em minutos, famílias eram rasgadas ao meio: para a esquerda, a sobrevida; para a direita, a chaminé.
Mulheres carregando bebês. Velhos. Crianças que ainda sorriam porque não entendiam.
A maioria ia direto para as câmaras de gás.
Höss supervisionou tudo.
Ele expandiu Birkenau. Mandou construir câmaras de gás e crematórios projetados para matar em massa, como se fossem linhas de montagem. Testou e aperfeiçoou o Zyklon B porque era “mais rápido e mais limpo”.
Em 1944, o sistema chegava ao pico de brutalidade: entre 6.000 e 10.000 seres humanos assassinados em um único dia.
Um dia.
Ele caminhava por entre os esqueletos vivos que ainda trabalhavam até cair.
Via famílias destruídas na rampa de seleção.
Via a fumaça grossa, preta, subindo sem parar das chaminés.
Via o silêncio aterrorizante daqueles que já sabiam que o próximo passo era o fim.
E quando terminava o “expediente”?
Ele voltava para casa.
A casa ficava a poucos metros do arame farpado. Uma casa bonita, com jardim florido, varanda, quintal. Da janela da sala dava para ver perfeitamente as chaminés funcionando.
Lá dentro, sua esposa Hedwig arrumava a mesa com orgulho.
Os filhos corriam, brincavam, nadavam, riam, tudo com vista para as torres de vigia e o crematório.
Eles viviam uma infância aparentemente normal.
Enquanto o pai deles, o mesmo homem que havia passado o dia organizando o extermínio de milhares, tirava o uniforme, lavava as mãos e sentava à mesa para jantar como se tivesse trabalhado num escritório qualquer.
Ele não levava o trabalho para casa.
Disse isso nas próprias memórias.
Precisava “desligar” as emoções.
Era só um dever.
Só um procedimento.
Só um número.
Depois da guerra, quando foi capturado, ele não negou nada.
No tribunal de Nuremberg e nas memórias escritas na prisão, falou com a mesma frieza de quem descreve o funcionamento de uma máquina: quantos trens, quantos por vagão, quantos minutos para a morte, quantos corpos por crematório.
Sem remorso.
Sem humanidade.
Apenas logística.
Foi enforcado em 1947… exatamente em Auschwitz.
No mesmo lugar onde ele havia transformado o extermínio em rotina.
Hoje é o dia do Holocausto.
Dia de lembrar os seis milhões.
Dia de lembrar os rostos que viraram cinza.
Dia de lembrar que o mal não precisa ser caótico, histérico ou louco.
O mal pode ser organizado.
Pode ter horário de entrada e saída.
Pode regar flores no jardim enquanto fumaça de corpos sobe ao céu.
Pode beijar os filhos boa noite sabendo que, amanhã cedo, mais dez mil vão morrer.
Rudolf Höss não era exceção.
Era o retrato perfeito do que acontece quando gente comum decide que “só está cumprindo ordens”.
E é exatamente por isso que a história dele não pode ser esquecida.
Porque o monstro não mora só no campo de concentração.
Ele mora na casa ao lado.
Com jardim.
Com crianças.
Com um jantar quente esperando.
E o pior, Ele se parece muito com pessoas comuns vivas hoje.
Pessoas que andam entre nós, respiram o mesmo ar, sorriem no mesmo elevador, participam das mesmas salas virtuais, aqueles que agem sem parar para se questionar.
Uma das maiores diferenças do antissemitismo para os demais preconceitos é que, no antissemitismo, as características do alvo (o judeu) transformam-se no tempo. O judeu é sempre retratado como o arquétipo do Mal e, assim, ele simboliza aquilo que cada época define como sendo o Mal.
Na época em que a religião e o cristianismo eram a principal referência cultural, o judeu era o assassino de Cristo, ou o assassino de crianças para usar o seu sangue em rituais religiosos. Na época do avanço dos nacionalismos, da ciência moderna e do racismo científico, o judeu passou a ser a anti-raça, ou o traidor da nação. E após a Segunda Guerra Mundial, com os movimentos de descolonização, o avanço do internacionalismo (e do globalismo) e o crescimento da ideologia dos direitos humanos, os judeus passaram a ser os colonizadores brancos que vilipendiam inocentes palestinos e causam instabilidades na região.
O judeu é sempre a antítese daquilo que uma época considera como virtuoso. E toda geração acha que odeia os judeus pelos motivos certos.
(...)
O antissemitismo hoje revela-se, sobretudo, como antissionismo psicótico. Em vez de se opor a judeus diretamente, o antissionista opõe-se a Israel e ao sionismo (que nada mais é do que o movimento nacional dos judeus pelo estabelecimento de Israel).Com isso, ele sente-se livre para judiar exclusivamente do único Estado judeu do mundo enquanto jura para si mesmo que nada tem contra judeus.
(...)
Torna-se relativamente simples, assim, reconhecer quando a crítica a Israel ultrapassa a fronteira do admissível e se torna antissionismo psicótico. Quando a crítica se manifesta como uma fixação desproporcional sobre Israel, e quando é baseada num padrão duplo de julgamento que trata o estado judeu como diferente dos demais, podemos afirmar que estamos diante do antissionismo psicótico, a mais recente – e atualmente a mais popular – manifestação de antissemitismo.
O que nenhum ditador ou regime, por mais cruel ou duradouro que fosse, jamais conseguiu calar: a força da voz dos que tem fé.
Postado originalmente por @VisionaryVoid
A MENINA QUE VIVEU MIL ANOS
Em maio de 1944, Elli Friedmann, de treze anos, chegou a Auschwitz com sua família.
Ela ainda usava as longas tranças loiras que sua mãe havia feito para ela naquela manhã.
Na rampa de seleção, essas tranças ajudaram a criar uma pequena ilusão: o médico do campo pensou que ela fosse mais velha e a enviou para trabalhos forçados em vez das câmaras de gás.
Mas a infância terminou no momento em que ela entrou no acampamento.
Ela foi depilada, tatuada e reduzida a um número. A fome tornou-se constante.
O medo, normal.
Ela e a mãe trabalhavam em turnos brutais, movendo terra com as próprias mãos enquanto guardas observavam.
Cada dia era uma batalha silenciosa pela sobrevivência.
Quando o campo foi libertado em 1945, Elli tinha apenas quatorze anos.
No entanto, mais tarde ela escreveu uma das frases mais comoventes da literatura sobre o Holocausto: "Tenho quatorze anos e vivi mil anos."
Após a guerra, ela se mudou para os Estados Unidos, tornou-se professora e escreveu suas memórias para que o mundo jamais se esquecesse do que ela e milhões de outras pessoas sofreram.
A história dela não é apenas sobre sobreviver a Auschwitz.
É sobre uma jovem que se recusou a deixar que a escuridão lhe roubasse tudo, inclusive a voz."
🔴 BREAKING:
Video from southwest Iran.
Plainclothes basijis just found several of their fellow regime thugs killed in the mountains, probably by American forces.
"They're soldiers. Plainclothes. Oh God. Oh Hossein. They killed them."
Complete panic.
Os judeus sobreviveram a impérios que pareciam eternos e a ódios que se reinventaram em cada século.
Sobrevivemos aos conquistadores assírios (722 a.C.), aos babilônios (586 a.C.), à destruição romana de Jerusalém (70 d.C.) e a quase dois milenios de exilio forçado da nossa própria terra (70–1948). Vivemos séculos como cidadãos de segunda classe, submetidos as leis de dhimmi nos impérios islâmicos, aos libelos de sangue na Europa e no Oriente Médio, a pogroms brutais nos séculos XIX e XX e, no auge da barbárie moderna, a um genocídio industrializado: o Holocausto (1941–1945).
Fomos expulsos repetidas vezes de países inteiros e de reinos que hoje gostam de se apresentar como berços da civilização: Inglaterra (1290), França (1182, 1306), Espanha (1492), Portugal (1497), diversos principados alemães e cidades do Sacro Império Romano-Germânico, Áustria (1421, o massacre de Viena), além de expulsões em cidades-Estado italianas. No mundo árabe e muçulmano moderno, vieram Iraque (1950–1951), Argélia (1962) e Líbano (1970). Sempre a mesma lógica: tolerados enquanto úteis e expulsos quando convenientes.
Enfrentamos duas intifadas (1987–1993, 2000–2005), sinagogas incendiadas, tortura, humilhação e violência contínua ao longo de toda a nossa história. Sofremos incontáveis ataques terroristas e, em 2024, o maior ataque de mísseis já registrado contra um único país.
E ainda estamos aqui.
Justamente por isso Israel não é um capricho político, nem um acidente histórico. Israel é a resposta concreta à experiência judaica no mundo real. Israel é a lição escrita com sangue, exílio e memória. Esta claro que sem soberania, não teremos segurnça, sem um lar, estaremos terceirizando nosso futuro.
Talvez seja hora de aceitar uma verdade simples e profundamente desconfortável para alguns: depois de tudo isso, não estamos pedindo permissão para existir. Estamos aqui para ficar. Nossa cultura tem 4 mil anos e contando