INÍCIO DA CAMPANHA “DE VOLTA PARA MINHA TERRA”
Caros amigos do exterior,
Venho, por meio desta, oficializar um pedido: se vocês souberem de brasileiros que votaram no Lula (PT-13), denunciem esse cidadão às autoridades de seu país. Informem que ele representa uma ameaça à soberania do seu país e façam com que retorne ao seu país de origem para viver sob o governo que escolheu nas urnas.
Conto com o apoio de vocês. Nossos correspondentes estarão de olho:
🇰🇷 Coreia do Sul: @ehehzlzl
🇯🇵 Japão: @rierikawaii
🇺🇸 Estados Unidos: temos um correspondente em segredo.
A campanha “DE VOLTA PARA MINHA TERRA” está oficialmente iniciada.
Um dia após um terrorista islâmico ter atacado pessoas em um evento LGBT em Berlim, ferindo 16 e matando 1, uma das organizadoras do evento disse que:
"A primeira coisa que eu pensei foi: espero que (o autor do ataque) não seja um imigrante e que seja uma pessoa cristã e branca".
Observo lula desde 1985, quando infelizmente surgiu no cenário político brasileiro.
Discordo completamente dos que enaltecem sua 'inteligência' política ou suas supostas qualidades como 'estadista'.
A declaração de lula sobre o tráfico de dogas logo após a reunião com Trump, que aconteceu sem a presença da imprensa, a pedido do próprio lula, é uma das coisas mais estupidas que ele poderia ter dito ou feito.
Não passa de uma admissão -gaguejante- de que existem governos que dependem financeira e socialmente do crime organizado para sua existência 'democrática'.
Pior ainda: é uma tentativa marota e burra -vitimista, como sempre- de justificar a existência de narco estados como o do carniceiro nicolás maduro, e o seu, como se o narco tráfico fosse um benefício para esses estados.
Sendo o tráfico o responsável por milhares de empregos bacanas e promovedor do desenvolvimento, qual o sentido de se tentar exterminar traficantes e carimbá-los como força terrorista, o que são realmente?
Só faltou complementar o implícito: a de que o tráfico é benéfico e necessário ao desenvolvimento do país e ao bolso dos cidadãos.
E os traficantes são pobres injustiçados, vítimas da sociedade ingrata que não reconhece seu enorme valor.
Tratar as drogas como um produto qualquer, como arroz, feijão ou bala de goma, e que pode ser substituído, é uma desfaçatez que passa por cima e toda a complexidade do problema, em todo o mundo.
Equivale a propor o fim das guerras com reunião em buteco regada à cachaça, outra das pérolas de lula.
Se, como afirmou, teve a coragem de afirmar isso a Donald Trump, um presidente empenhado até a raiz dos cabelos em acabar com o tráfico de drogas no mundo, a conversa deve ter sido péssima.
Saberemos em breve.
Por enquanto, o que temos é um lula gaguejante, indeciso, muito distante do bravateiro e arrogante dos palcos nacionais, dos amigos e público pago.
Onde foi parar o cara que durante meses ofendeu Trump?
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