Simplesmente encantado com o livro “Peões, pretos e congos: trabalho e identidade étnica em Goiás”, de Carlos Rodrigues Brandão. Deveria ser leitura obrigatória nos cursos de Relações Raciais. Um trabalho primoroso sobre ser negro para além do litoral, centrado no sertão!
Goiania [Cartográfico] : planta geral de orientação (1938)
Coimbra Bueno & CIA LTDA
Rio de Janeiro : Ed. Rex
Acervo: Biblioteca Nacional
https://t.co/a3ejQXN2hq
Couto de Magalhães, a Língua Geral Paulista e o dialeto caipira
Trecho (p. 92) da primeira edição (1863) de "Viagem do Araguaya", de Couto de Magalhães, listando algumas palavras de origem Tupi ainda em uso entre os caipiras paulistas.
Leia mais: https://t.co/vN61GlCrrq
Você sabia? José Severino Soares (1833-1917), pioneiro da fotografia no Triângulo Mineiro e em @Goyaz, é o autor desta foto icônica de um grupo de homens Boróro em Rio Verde, sudoeste goiano (1894). A autoria havia sido atribuída por engano a Marc Ferrez. https://t.co/yPnrLJca5G
Carta corographica plana da provincia de Goiaz e dos julgados do Araxá e Dezemboque da provincia de Minas Geraes : organisada pelo Brigadeiro Raimundo Jozé da Cunha Mattos governador das Armas de Goiaz para acompanhar o seus itinerários
https://t.co/KCmJHj57Lm
A Foto Postal Colombo também produziu uma série de cartões postais sobre os Karajá, popularizando dezenas de imagens desse povo Macro-Jê do Rio Araguaia. Para uma coleção desses postais, sigam o fio! 👇🧶📷
Maravilha este vídeo. De especial interesse para nossa área, o vídeo mostra, no antigo norte de Goiás (atual Tocantins), a confecção de bolas de látex de mangaba, técnica indígena preservada pela população sertaneja. https://t.co/pKviui0uZU
"Um registro raro de Goiás nos anos 40, onde o tempo corria devagar e a vida se sustentava com trabalho e tradição. [...] Uma memória viva dos costumes interioranos que ajudaram a erguer nossa história." [Fonte: Goiás, ontem e hoje; https://t.co/OoOmTNCe7y]
O livro "Viagem ao Araguaya", publicado em @goyaz por Couto de Magalhães em 1863, contém evidências de que, em meados do séc. XIX, a fala dos caipiras paulistas ainda continha muitas palavras da Língua Geral Paulista que viriam a ser substituídas depois por palavras do português.
A elegante Rua Couto de Magalhães, na Cidade de Goiás, no início do século, em foto de 1914.
O gabinete literário e o cinema emprestavam um charme todo especial para a cena cultural da época.
Mestiça transportando água na Cidade de Goiás
#TBT
"Na velha e heráldica Cidade de Goiás o mestiço se abastece de água, utilizando-se de vasilhas de cerâmica de conformação idêntica à das bilhas feitas pelas índias Carajás." (Machado 1947)
https://t.co/3mFpLwgUhl
"Lobato dedicou-se ao tema motivado pelo escritor Hugo de Carvalho Ramos, que havia publicado em 1910 um conto sobre o mito, 'O Saci'." https://t.co/hZsFDhHxxo
Hoje, 31 de outubro, é o #DiaDoSaci. E, quando se fala no Saci-Pererê, vale lembrar que poucos contribuíram tanto como Monteiro Lobato (1882-1948) para solidificar sua presença no imaginário nacional:
O Sacy Perêrê: resultado de um inquerito (Lobato 1998)
https://t.co/DNwFhohNfp
"[Em 1977] Cora Coralina resolveu enviar para Jorge Amado uma carta e alguns dos doces que fazia. [...] Ao receber as delícias, o escritor baiano escreveu-lhe uma carta e algum tempo depois foi até a cidade de Goiás conhecer a escritora pessoalmente."
https://t.co/JPR5m91esE