@DioneyLima9649@garciacjao só uma coisa: Sobre cleitinho, eu acho que ele corta pros dois lados, digamos. ele flerta com a pauta que é popular. defende o fim da 6 por 1, mas tb defende redução do estado.
não acho que seja trabalhista. Acho que cleitinho é o cleitinho.
@DioneyLima9649@garciacjao Meu amigo, lhe desejo o melhor e espero que consiga a devida representação em nossa república. Quando os dados mudarem, eu mudarei minha análise
@DioneyLima9649@garciacjao se fosse pra ser isso, o trabalhismo teria algum tipo de representação na direita. Na prática; não existe UMA facção sequer da direita relevante que não seja liberal, e na esquerda, são fracos e reféns.
O recado do povo está claro. Estado papai tem que ir pro caixão.
Discordo frontalmente de todo o trabalhismo. O caminho correto para o Brasil prosperar é mesmo o que já defendemos, tin tin por tin tin, tudo baseado nos economistas que entendem disso de verdade e fizeram grandes contribuições para o Brasil: a galera da PUC-Rio, Casa das Garças, CDPP, galera que fez o Plano Real, Edmar Bacha, Armínio Fraga, Persio Arida, Gustavo Franco, Pedro Malan, e outros grandes como Alexandre Schwartzman e Marcos Lisboa... O resto só fez merda atrás de merda, e seguem fazendo merda ainda hoje com política industrial estúpida de compra governamental com regra de conteúdo local. São sempre essas Novas Matrizes Econômicas apoiadas por discursos completamente defasados sobre indústria, vociferações estúpidas e apaixonadas sobre como o sistema bancário nos explora, e, no final das contas, está sempre presente essa completa incapacidade de compreender nosso controle monetário atual. Se desse o Banco Central na mão de qualquer trabalhista eles: (1) queimariam nossas reservas, (2) teriam o maior déficit financeiro que o Tesouro já viu, (3) jogariam a informalidade para a estratosfera, (4), (5), (6), até (1000) problemas seriam causados por eles.
A maior prova disso é como eles são incapazes de aceitar coisas que já foram provadas, provadas mesmo, por A + B, pela experiência e literatura econômica brasileira. Por exemplo, insistem nessa coisa de que a taxa de juros é alta por causa dos rentistas e que controle de inflação por juro não funciona porque "a inflação não é de demanda, não operamos em plena capacidade", ignorando solenemente o FATO CONCRETO e ABSOLUTO de que toda vez que aumentamos o juro a inflação cai... Ou, por exemplo, essa insistência na indústria como a grande solução, o deus ex machina que, uma vez atingido, vai solucionar todos os problemas numa tacada só: emprego, renda, podutividade... Que, para defender, eles também têm que ignorar o fato concreto de que o setor industrial, hoje, não gera mais valor agregado como gerava no passado, e a capacidade do setor de absorver mão de obra é muito pequena, além das demonstrações empíricas de que ganhos de produtividade por industrialização são não só subestimados como muitas vezes completamente inexistentes.
Pior ainda, e talvez a pauta matadora, é a questão da reforma da previdência. A imensa maioria deles insiste, bate o pé, ainda hoje, que não é preciso reformar a previdência, ou que a previdência não é realmente deficitária, ou ainda que é um modelo sustentável, o problema é a arrecadação total. Isso sim é um negócio bizarro, e da maior irresponsabilidade possível. Negar uma realidade aritmética dessa maneira é colocar o dinheiro dos aposentados no fogo só para não dar o braço a torcer, só para não deixar de acreditar no discurso de "neoliberalismo contra os direitos dos trabalhadores". Isso é imoral. E eu não coaduno com isso.
Acho que a maioria deles tem a grande virtude de amar o país, mas, se não se atentarem para o que é verdade e o que é mentira no que defendem, vão acabar parando de amar, porque amor é agir, e sobretudo agir corretamente, não um sentimento que você pode vestir com a sua narrativa preferida. São eles que têm que ceder no que estão errados, não nós; ao contrário, nenhuma ideologia hoje está tão escanteada e deixada de lado quanto esse nacionalismo trabalhista. Ele é representado apenas pelo PDT, que é comandado por Carlos Lupi, que apareceu no escândalo do INSS e está fechado com o PT. Ciro perdeu, ele só perde e perde. Influenciadores comunistas são muito mais relevantes que os trabalhistas. Então, eles que precisam flexibilizar certas concepções e posições para um projeto em comum. O pote de ouro não está lá, para nós; o pote de ouro deles que está aqui.
@luizedumattos@andrevbt@gogman30 é aquilo: você ser menos liberal que mises não quer dizer que você não seja liberal. Muito pelo contrário. Liberalismo tem desde Mises até friedman, Mankiw, Walter Eucken, acemoglu, fukuyama...
Você adentrar no furtadismo e o bresserismo seria a ruptura no contexto brasileiro.
@luizedumattos@andrevbt@gogman30 Pode ser. A questão é que isso não remove o MBL do liberalismo, especialmente se você é um nacionalista/reaça. Até porque o MBL não é o primeiro a criar um "liberalismo moderado". Os ordoliberais ja o fizeram. E mais: O modelo de Deng Xiaopig é friedman puríssimo. indiano, também
Antes que me acusem de apoio, ressalto que o programa do Missão é liberal, o que me distancia decisivamente deles. Mas a estética e o discurso não tem igual nessa campanha.
Mesmo com base com viés sionista, é notável a ausência de qualquer bandeira ianque e israelense na manifestação. A imagética é nacional, mas urbana e moderna.
O vídeo não mostra, mas o uso de uma versão de Bete Balanço caiu como uma luva, principalmente diante do prédio da Globo. O slogan "um futuro glorioso" captura a imaginação de uma geração desiludida e sem compromisso com o Brasil projetado pela 'redemocratização', e aponta para a construção planejada de um movimento.
Anteontem, na sala de professores de uma escola municipal no Rio, ambiente fortemente esquerdista, uma professora cogitou votar em Renan Santos, cujo nome foi citado por outro interlocutor [esquerdista] que o sugeria como solução para as dúvidas dela.
Dou aula no sistema prisional, e alguns alunos repudiam fortemente Renan por causa de seu discurso duro contra o crime -- o repudiam mais que odeiam os Bolsonaro. Eles se referem a Renan como "o homem da bomba".
São indicações de que, muito mais que o percentual de votos que ele receberá amanhã, Renan conseguiu ressoar com grande capilaridade em diversos setores.
Um Zema da vida vai passar praticamente anônimo e irrelevante pelo processo, seu destaque vem unicamente do fato de governar Minas Gerais. O mesmo pode ser dito de Caiado. Com Renan e o Missão aconteceu algo muito diferente.
Há quem diga que a postura de Renan é algo histérica, histriônica. Discordo. É o tom de indignação, revolta, e autenticidade capaz de conquistar o eleitorado. O contraste com os adversários, que fedem a mofo e gabinete, chega a ser brutal.
A ''moderação", o "comedimento", a artificialidade centrista afastam mais do que convencem, algo que eu sempre frisei a respeito da persona que Ciro vendeu nas duas campanhas anteriores. No momento de apresentações programáticas, Renan não deveu nada a ninguém; pelo contrário, se saiu melhor que os demais.
Quem não for capaz de competir nesse nível nos próximos anos vai afundar.
Essa desilusão retrata algo que venho pensando a muito tempo: essa tentativa da missão de atrair nacionalistas/trabalhistas é 80% em vão. Eles NUNCA vão votar num projeto de responsabilidade fiscal. NUNCA. Não somente, mas isso aliena a propria base da missão. (Os liberais)
@colunadorei Tbh é uma coisa que hoje em dia se consolidou como uma preocupação dos liberais mesmo, no contexto do espectro politico sul americano mas é porque as outras facções não o fazem. Peronistas pra direita, comunistas e furtadistas pra esquerda.
Ninguém quer ser o responsável na sala