A pá de cal que faltava para enterrar a campanha de Lula está aqui. Lula disse, para todos ouvirem, que "Sua vitória, Alexandre, é a vitória da DEMOCRACIA brasileira". Agora divulguem isso para todos conhecerem a verdade.
Bolsonaro foi preso para não ganhar
O regime político parou de funcionar e os juízes decidem quem vai ser presidente da República. Eles caçam o mandato dos deputados, eles censuram — estabeleceu-se uma ditadura do Judiciário.
O objetivo do STF nunca foi barrar o Bolsonaro porque ele seria fascista, e o Lula democrático; na verdade, não passa de controle do poder político.
O argumento de que a captura do Maduro é ruim porque "abriu precedente" tropeça na Falácia do Nirvana - a crença de que só podemos optar por soluções perfeitas. No mundo ideal, seria ótimo que organismos internacionais resolvessem a questão da Venezuela sem demora - mas vamos lembrar que isso não ocorreu nem no genocídio de Ruanda, em 1994, enquanto 600 mil tutsis eram mortos a facadas. No mundo real, as opções são imperfeitas. Dizer "sou contra essa solução, pois ela não é perfeita" soa um tanto óbvio e de pouca utilidade.
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"Cala boca venezuelano, você não sabe de nada sobre Venezuela, eu que sei"
129 milhões? Sem problemas.
90 bi roubados de velhinhos do INSS? Sem problemas.
300 mil em mesada mesmo seu pai tendo roubado o País durante 20 anos? Sem problemas.
Experimenta tentar passar no aeroporto com um queijo de outro País pra você ver o que a receita federal faz.
Experimenta não pagar 500 reais de taxa de Simples Nacional pra você ver o que a receita faz.
Defende mesmo, idiota.
Eu assisti esse podcast do Flávio Augusto, e o que vi ali foi mais do que um debate: foi um raio-X do país.
De um lado, um empreendedor que começou do zero, que entende como se cria riqueza.
Do outro, uma plateia de trabalhadores urbanos — gente comum, batalhadora, mas perdida no meio da fumaça que o Estado joga há décadas.
Flávio não é o inimigo. Ele é o alerta.
Enquanto ele explicava que quem paga imposto é o trabalhador, não o “rico”, dava pra ver nos olhos de alguns que a ficha ainda não caiu.
O governo aumenta impostos e infla a máquina, e o que o trabalhador ganha? Nada.
O aluguel sobe, o combustível sobe, o supermercado sobe. E o salário? Fica.
Nos últimos três anos, foram mais de 30 aumentos ou novos impostos no Brasil.
E sabe o que melhorou na vida de quem pega ônibus todo dia?
Nada.
Porque o imposto não vem do bolso do empresário — ele é repassado. Sempre.
Quem paga é o consumidor, o assalariado, o cara que acredita que está “punindo o rico” quando defende mais tributação.
Mas o mais triste é que parte da classe trabalhadora foi doutrinada para odiar o capital.
Parece exagero, mas é fato.
Tem gente que realmente acredita que o empresário acorda de manhã pensando em explorar.
A verdade é o oposto: o capital precisa de talento, precisa de gente boa, quer pagar bem — desde que o Estado pare de levar metade do bolo antes mesmo de ele ser servido.
Enquanto o trabalhador achar que o inimigo é o patrão e não o governo, ele vai continuar sendo manipulado.
Essa narrativa de “ricos contra pobres” foi a maior invenção da elite política.
Eles precisam de conflito para sobreviver.
Enquanto o povo briga entre si, eles seguem criando cargos, fundos, emendas, ministérios e mais impostos.
O trabalhador urbano tem duas escolhas agora.
Pode continuar dormindo, acreditando que “tributar o rico” vai mudar sua vida.
Ou pode acordar e perceber que o capital é o único aliado real que ele tem.
O capital gera emprego, paga salário, investe, inova.
O Estado só arrecada, regula, atrapalha e divide.
Flávio Augusto, ali, tentando explicar isso, parecia um professor de sobrevivência falando com náufragos que acham que a água é o inimigo.
Mas ele continua tentando, e isso é heroico.
Porque acordar mentes anestesiadas pela narrativa é uma das tarefas mais difíceis que existem.
Nas próximas eleições, o trabalhador vai ter de decidir:
Vai votar em quem promete punir o “rico” — e acaba punindo o pobre?
Ou em quem quer reduzir o peso do Estado e deixar o dinheiro na mão de quem trabalha?
Como disse o Flávio: quem bota suas esperanças no Estado termina pobre e frustrado.
Se escolher errado, vai continuar reclamando da vida enquanto paga a conta da festa que nunca foi convidado.
Se escolher certo, pode finalmente começar a sair da roda-viva.
Flávio não estava debatendo — estava tentando ajudar o trabalhador.
Mas só é possível para ajudar até certo ponto.
Agora cabe ao trabalhador urbano perceber que está sendo manipulado.