🚨A FALÁCIA DO @Flamengo SER O CLUBE DO POVO.
Clube do povo?
Em 1924, o Flamengo foi um dos cinco fundadores da liga que barrava analfabetos e quem tivesse "emprego subalterno": contínuo, servente, engraxate, motorista. Em 1933, quando o futebol virou profissional, ele recusou.
Em 1936, o presidente do clube, José Bastos Padilha, entrou na compra do maior jornal esportivo do país — ao lado de Roberto Marinho. O jornalista que comprou, Mário Filho, era concunhado do presidente. Onze anos depois, foi ele quem escreveu o livro que fundou a lenda do "Flamengo do povo".
Em 1965, Marinho fundou a TV Globo. Em 1976, o diretor da emissora entrou na chapa que elegeu o presidente do Flamengo — e depois virou vice do clube.
1981: cinco expulsos em 37 minutos, jogo encerrado, Flamengo campeão do mundo. O Guardian chamou de "farsa" em 2017. Aqui, nunca virou reportagem.
2013: o MP concluiu que uma vaga foi vendida. Ninguém foi atrás de quem comprou. Arquivado.
2003: no enterro de Roberto Marinho, diante do presidente da República, um neto cobriu o caixão com uma bandeira do Flamengo.
Não existe documento de uma ordem editorial. Existe uma cadeia de pagamento. Padrão não é prova de intenção — por isso mostramos as datas e você tira a conclusão.
A Lei do Sócio da Redação: nenhum clube precisa conquistar a imprensa quando o dono do clube é sócio dela.
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