Convenhamos: faz muita diferença estar perdendo uma partida e olhar para o banco, vendo um técnico do tamanho de Carlo Ancelotti.
Um treinador experiente, que mantém a calma nos momentos de pressão e toma decisões com base na razão, não na emoção.
Bem diferente da última Copa, quando a Seleção tinha um técnico que, diante das dificuldades, parecia se deixar levar pelo nervosismo e acabava tomando decisões mais emocionais do que estratégicas.
As autoescolas não fecharam, se adaptaram. Instrutores autônomos fazendo renda extra, o brasileiro economizando cerca de R$ 2 mil e podendo andar dignamente com sua CNH, a venda de carros batendo recordes. E quem apostou no caos, mais uma vez, quebrou a cara. Vou votar em Lula!