Three girls butchered at a dance class in Southport, England by a 2nd generation Rwandan immigrant and the streets exploded because people are done watching governments protect the system that keeps delivering this nightmare.
CONFÉRENCE ISLAMIQUE À LONDRES ..
ALLAH EXIGE DE NOUS, QUE NOUS ENVAHISSIONS TOUS LES PAYS MÉCRÉANTS, ET QUE NOUS SOUMETTIONS LEURS PEUPLES PAR LA FORCE AUX LOIS DE L’ISLAM ..
ILS NE CACHENT MÊME PLUS LEURS OBJECTIFS ..
Entre os crimes de violência sexual praticados pelo Hamas ( violação em grupo, mutilação , tortura sexual) há um que nunca vi referido na imprensa: os terroristas forçaram membros da mesma família a praticarem actos sexuais entre si.
O relatório da Comissão Independente é um violento soco no estômago. Deixo o link nos comentários.
Já repararam na quantidade de vezes q os jornalistas dizem “temos mesmo que terminar”, quando em várias situações os convidados estão a entrar realmente a fundo na explicação dos temas?
O jornalismo gosta da peixeirada só, não gosto da população informada
Ireneu Teixeira a disparar factos sem pedir licença sobre o massacre de cristãos na Nigéria por grupos islâmicos e a destruir os “ativistas” de causas seletivas e o seu silêncio perante esta violência.
“As mulheres africanas não valem o mesmo que as palestinianas. Quantas são mortas, violadas, apedrejadas e decapitadas.”
Para a esquerda, a indignação tem cor, religião e conveniência política. Quando as vítimas não servem a narrativa, o silêncio fala mais alto.
👑
Muçulmano pergunta a um cristão sobre as Cruzadas na Idade Média, que o responde:
"As Cruzadas foram lançadas após sete séculos de constante agressão islâmica! Antes da primeira Cruzada ter sido lançada em 1095, os muçulmanos haviam invadido as seguintes terras cristãs: a Síria cristã, a Jordânia cristã, a Palestina cristã, o Egito cristão, a Argélia cristã, a Líbia cristã, o Marrocos cristão, Portugal cristão, a Espanha cristã, a França cristã, a Sicília cristã, a Turquia cristã, a Armênia cristã, a Itália cristã!
Tudo antes da primeira Cruzada! As Cruzadas são uma resposta legítima à agressão islâmica e à violência islâmica! Eu não preciso ouvir sermões sobre as Cruzadas vindos de pessoas que apoiam o colonialismo islâmico, o imperialismo islâmico, o domínio islâmico e a arabização!"
Outro muçulmano:
"Então, você falou sobre as Cruzadas. É a mesma situação com o comércio de escravos? Porque usaram o Cristianismo para converter africanos e depois os trouxeram em navios para as Américas."
Cristão:
"Vamos ser claros: antes do comércio europeu de escravos nos anos 1600, 1700 e 1800 acontecer na África Ocidental, o comércio islâmico de escravos já existia no mundo muçulmano por quase 14 séculos antes!
Por quase, senhoras e senhores, por quase 11 séculos, muçulmanos capturaram escravos por toda a África, por toda a Europa e os levaram para o mundo muçulmano!
E durante todo o tempo em que os europeus praticaram a escravidão, pelos 300 anos completos do comércio europeu de escravos, os muçulmanos continuaram a praticar seu próprio comércio de escravos!
Eles continuaram a sequestrar pessoas da Europa, continuaram a sequestrar pessoas da Indonésia, pessoas da Índia, pessoas do Afeganistão, pessoas da África, e as levavam para os mercados de escravos islâmicos para vendê-las como escravas!
Eles fizeram isso porque Maomé era um comerciante de escravos que comprava escravos e vendia escravos!
Os cristãos, no entanto, acabaram com o comércio de escravos múltiplas vezes em diferentes partes da história e em diferentes geografias ao redor do mundo nos últimos 2.000 anos.
O exemplo mais recente foi quando William Wilberforce e os abolicionistas convenceram o Império Britânico, usando argumentos cristãos, a encerrar o comércio britânico de escravos.
A Marinha Real Britânica então sacrificou sangue e recursos para acabar com o comércio de escravos ao redor do mundo, incluindo dentro do mundo islâmico, senhoras e senhores!
Agora observem: o muçulmano que fez a pergunta nem se deu ao trabalho de ouvir a resposta. Porque é assim que eles fazem. Eles não estão interessados no que você tem a dizer. Tudo o que querem é tentar fazer um ponto polêmico e depois não se interessam por nada do que você tem a dizer em seguida.
Porque eles não gostam da verdade! Por que os cristãos tentaram abolir o comércio de escravos?
Porque o nosso exemplo é Jesus Cristo! E Jesus Cristo, em uma época em que a escravidão era algo normal, nunca teve um escravo, nunca comprou um escravo e nunca vendeu um escravo!"
🌈💣☭🚩Claro que a Festa do Avante pode convidar uma organização terrorista. Pode e, olhando para o currículo da casa, quase diria que deve. Não se chega à quinquagésima edição só com caracóis, bifanas e imperiais. É preciso renovar o cartaz, captar públicos novos, internacionalizar a marca. Acho bem. Uns festivais anunciam os Imagine Dragons; o Avante anuncia uma organização que a União Europeia classifica como terrorista. Epá, camaradas, cada qual conhece o seu segmento de mercado.
Aliás, eu até acho que há qui uma certa inocência burguesa nesta pergunta:
➡️➡️Mas como é possível convidarem terroristas? Meus amigos, é possível porque é a Festa do Avante.
Aquilo não é propriamente um evento sujeito às leis menores que regem a vida dos comuns mortais. É uma zona económica, sanitária e moral especial, uma espécie de principado do Seixal onde a realidade é alternativa.
A entrada chama-se Entrada Permanente, porque bilhete é naturalmente uma palavra demasiado capitalista, e por isso aplica-se a isenção de IVA, porque a revolução é permanente, mas o imposto é ali opcional. Tu compras um bilhete para ver uma banda e o Estado vai buscar a sua parte; o camarada compra uma EP para financiar a queda do capitalismo e o fisco, fecha os olhos. Pelos vistos o proletariado não tem pátria, mas tem benefícios fiscais, e bons-
⚠️Depois veio 2020. Os festivais estavam proibidos, os concertos cancelados, os casamentos contavam cabeças. Havia pessoas a despedirem-se dos pais para sempre por videochamada, comerciantes a fechar portas e cidadãos a aprender que respirar demasiado perto de outro cidadão podia constituir uma tentativa de homicídio. Mas a Festa do Avante realizou-se.
Portanto, camaradas, se a Festa do Avante pôde realizar-se quando o resto do país vivia com a cabeça na areia, se pode vender entradas permanentes sem IVA, por que diabo não haveria de convidar uma organização terrorista? Onde está a surpresa? O PCP não está a infringir a lógica da Festa. Está a usufruir do que lhe é permitido, que é tudo.
O Raimundo explica-nos que o partido não segue a lista terrorista da União Europeia. E faz sentido. O PCP também não segue com particular entusiasmo a lista dos regimes democráticos, a lista das economias que funcionam ou a lista dos acontecimentos históricos que correram mal ao comunismo. Um partido verdadeiramente coerente escolhe as listas que reconhece. A lista de convidados é soberana; a lista de terroristas é propaganda imperialista. Se a ASAE aparecer na tendinha das bifanas, provavelmente também será uma provocação da NATO a mando do Trump.
➡️➡️O socialismo marxista é muito isto, pode tudo porque tudo faz em nome de quem não pode nada. Pode dispensar impostos em nome dos trabalhadores que os pagam, pode montar um festival em nome dos comerciantes que estavam fechados e pode receber uma organização terrorista em nome das vítimas que, com algum azar geográfico, essa mesma organização diz representar.⬅️⬅️
Camaradas, de facto a Festa do Avante não é apenas uma festa. É uma indulgência plenária com música de fundo.
o dono da cooperativa
Abriram as portas e deixaram entrar tudo e todos...
E depois disseram-nos que o problema era discutir imigração.
Não era.
Esse foi apenas o debate lançado para fazer fumo.
Qualquer pessoa com dois dedos de testa percebe uma coisa simples... quando um Estado abre as portas, flexibiliza os critérios de entrada e não consegue garantir integração, fiscalização e controlo, não está apenas a importar mão de obra.
Está a importar também problemas que depois terá de resolver.
E não, não estou a falar do engenheiro, do arquiteto, do canalizador, do agricultor ou do trabalhador que vem para trabalhar.
Estou a falar de uma política que durante demasiado tempo confundiu humanidade com ausência de fronteiras e tolerância com ausência de regras.
A oportunidade faz o ladrão, diz o velho provérbio.
E uma sociedade que elimina quase todos os obstáculos à entrada não pode depois fingir surpresa quando alguns aproveitam essa oportunidade para fazer aquilo que não deveriam.
Bruxelas é hoje um exemplo difícil de ignorar.
Em 2026 já foram registados dezenas de tiroteios ligados ao narcotráfico e o procurador de Bruxelas chegou ao ponto de alertar que qualquer pessoa pode ser atingida. O Governo decidiu colocar polícia e Forças Armadas a trabalhar conjuntamente para recuperar o controlo de zonas afectadas.
Isto não é uma percepção.
São tiros.
É narcotráfico.
São operações policiais.
São militares nas ruas.
E quando uma capital europeia precisa de recorrer ao Exército para ajudar a polícia a recuperar o controlo de determinadas zonas, talvez seja altura de parar de discutir palavras e começar a discutir resultados.
Na Alemanha, os números também obrigam a uma conversa séria. A criminalidade violenta diminuiu ligeiramente em 2025, mas a estatística oficial continua a mostrar uma sobre-representação de suspeitos não alemães em determinados contextos criminais.
Em França, as violências físicas registadas aumentaram 5% em 2025, as violências sexuais 8% e as tentativas de homicídio 4%.
Mas aqui está a parte que incomoda os dois lados.
Não podemos transformar estes números numa acusação colectiva contra estrangeiros.
E também não podemos utilizá-los para fingir que determinados problemas não existem.
As duas coisas podem ser verdade ao mesmo tempo.
Uma pessoa pode defender a dignidade humana, acolher quem foge da guerra ou da miséria e, simultaneamente, defender fronteiras controladas, expulsão de criminosos, integração efectiva e tolerância zero perante a violência.
Isso não é falta de humanidade.
É precisamente o contrário.
Porque também existe humanidade na vítima.
Existe humanidade no cidadão que quer atravessar uma estação sem medo.
Existe humanidade na mulher que quer regressar a casa sem ser perseguida.
Existe humanidade no comerciante que não quer pagar a factura da criminalidade.
Existe humanidade no polícia que é enviado para recuperar uma rua que o Estado deixou degradar.
Os chamados pseudo-humanistas gostam de repetir que temos de ser humanos.
Têm razão na essência.
Mas podem estar profundamente errados no método.
Porque ser humano não significa permitir que alguém deite cá para fora o pior que tem.
A humanidade deu-nos Beethoven, Mozart, Pascal, Einstein e tantos outros.
Mas também nos deu Stalin, Mao, Pol Pot e Hitler.
O ser humano é capaz do sublime e do monstruoso.
É precisamente por isso que inventámos leis, fronteiras, polícia, tribunais e instituições.
Não para odiar o homem.
Para o impedir de destruir o homem.
E talvez esta seja a pergunta que a Europa está a evitar.
Quanto custa uma política que mede a humanidade apenas pela entrada e nunca pelo resultado?
O custo não será apenas financeiro.
Será cultural.
Será social.
Será político.
E poderá ser, sobretudo, humano.
Porque quando uma sociedade perde a capacidade de distinguir entre acolher e abrir indiscriminadamente, entre integrar e simplesmente instalar, entre tolerar e permitir, começa a destruir as próprias condições que tornam possível a tolerância.
Em Portugal continuamos em negação... são percepções já diz o outro do tanque feito piscina.
Prevenir não é odiar.
Controlar fronteiras não é racismo.
Exigir integração não é xenofobia.
Expulsar quem comete crimes graves não é desumanidade.
E proteger quem já cá vive também é uma política humanista.
A Europa passou demasiado tempo a discutir se tinha o direito de dizer não.
Talvez esteja na altura de perguntar se ainda terá condições para dizer sim.
Porque o problema não é apenas quem entra.
É aquilo que estamos dispostos a perder para fingir que não precisamos de escolher.
E no fim da discussão, talvez a pessoa mais importante seja aquela que quase nunca aparece nos debates...
tu.
A pessoa que vai viver com as consequências das decisões tomadas hoje.
Não amanhã.
Durante décadas.
Organização palestiniana faz parte da lista de terroristas identificados pela União Europeia. PCP encolhe os ombros: convidou-a para a festa. https://t.co/bX4bHMjBeW
🚨MAJOR PROTESTS ACROSS CEUTA
Thousands of Spanish citizens turn out to demand the removal of every migrant from Ceuta
People do not want migrants in their city
BREAKING:
The Spanish police have opened fire on crowds in Ceuta tonight. They are shooting rubber bullets.
They are shooting at Spaniards protesting against illegal migration. They didn’t fire rubber bullets at the 70 000 illegal migrants when they stormed Ceuta in July.
Irineu Teixeira desmonta a manipulação sem rodeios:
O "jovem" que abalroou 16 pessoas em Albufeira é angolano. Mas o jornalixo correu a vendê-lo como “português”.
Não é falta de espaço. É escolha editorial. E já ninguém engole a fraude.
IT'S AN INVASION
A 'second wave' of migrants attempting to cross the border from Morocco into the sovereign Spanish enclave of Ceuta.
Only @vox_es can put a stop to this insanity.